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Full text of "Micro Sistemas - Ano VII No. 077 (1988)(ATI)(BR)(pt)"

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MM 



A PRIMEIRA REVISTA BRASILEIRA DE MtCROCOMPUTADORES 



SOFTWARE 

Uma avaliacao da nova lei de 
protecao aos programas 

TERMINAISDE VIDEO 

Os perigos da utilizacao 



Videographics: 

A ARTE ATRAVES 
DO COMPUTADOR 

Programacao Z80: 

IMPRIMINDO NO VIDEO 

Nesta edicao analisamos: 

CARTA CERTAII (PC) 
SUPERCALC2(MSX) 
MID-95 (SPECTRUM) 



STJPERPROMOQAO 
CLUBEDOLETTOR 

Ganhe 5 

CARTA CURIA n 

e mais; 

1 supercalc 4 

I interlace 

videotextoMlD-98 

1 pasta porta-disco 
8 porta-disduetes 



i 



^.VHicro 
Sistemas 



ANO VII 



Ni-T? 



DIRETOR TtCNICO: 

fiei^ato Degtovari 

PnODUCAO EOinWIAl: 

liiir F. Moraas, Ct&udio Costs 

COLABOHADDRES; 

Anldnio CoatB Pstaiia, CUudkl de Fiei- 

tas B. Biiiencourt, Rotwrto QlIid Oe 
Sant'Anra, Giangiacomo Ponro Neto. 
Marv Lou RMmIo 

DIAQRAMACAO E ARTE; 

VAIhnglon Sil^Qies 

ADMIMI8TRAC&0: i. 

Tircio Galvflo 

PUDLICIDAOE: 
Ho Paulo: 

Liioa Silene da Silva 

TeHa: 1011) 8B7-3229 e-867-3152 

flio d* Janalrii "- ;■ 

Ceorgina Oe Olivejro '■ 

RBQira Gimeiies [.■ 

Tal: (0211 Ze2-B306 . '•,,,1 



CIRCUU^AO E ASSINATURAS: 

M«frar Belon Zocfiio (RJI 

M6rcio />ugusTo das Nevei Viana 
Rua da Aurora, 39S - S^a 1510 
CEP 60030 - Recife 
Tel: 10811222-6519 

B«lo Horlionta: 

Fernando Uiiz Andrada 
Caita Postal 1687 
Tal: (031) 334-6076 

C0MP08I?A0: 

Studto AiiB, An-Lfw < .Foto-Ane 

FarOLTTOS^ 

Juracy Fmrm 

IMPHESS&O: 

Gratica Editora Lord S.A. 

DISTRIBUI^AO: 

Fernando Chinagtia DistrdiunlDia Ltda 
Tal; 10211 268-9112 

ASSINATURAS: 

No pais: urn ano Cri 4 000,00 



^InMitutD Vsiificador da Circ^jla^ao 

Os arligos ass^nados ^Rn de re^ponsahi- 
lidade tmica e dxclusiva dos autoroa. To- 
&>5 Oi diiBftus lie rcpioducAo do ccoteO- 
do da revsta e^ao fesefvadns e qualquBt 
mproducSo. comfiraiidadecomercialou 
nSo, si5 podefS ser feira mfirtianrH aiiln- 
maiiJD pr^is. Transcripfles pareiais cte 
trechos para cDrr>entdrio ou isferdnci^s 
podem 3er (ettas, desde que sejam men- 
cionadasos Oados t>iblrograiicos de MI- 
CRO SISTEMAS A rwisia nfa aceita 
material publicitSrio que pos^ S9r cor- 
(uoditlo com matfina redacional, 

MICRO SISTEMAS 6 uma publicacSo 
mensnl dn AnSiisa, Telepnjcossamento e 
Infocnatica Editors Ltda, 

JGBWSTi^RrSPOWAVa; 

LjC F, 0, FrWCKCt*!: R,P. r^STT 

Endtn^ai: 

Rus Olivetra Dias, 153 - Jardim Paulista 
- SSo Paulo/SP - CEP 01433 - Tel: 10111 
337-3389 e 887-538S 
A>/. PrES. Wlson. 166 - gmpo 1210 - Cen- 
tra - Rra de Janeiro/RJ - Cf P 20030 - Tel: 
((Gil 262-6306 



Ao Leitor 



A microinfotwMica atravessa urn dos perfodos mais criticos desde o seu 
aparecimento, no inicio dos anos 80. Toda crise, por^m, tern urn lado positivo 
que 6 justamente a sua iungSo seletiva. £ nos piores momentos qua sobressaem 
as iniciativas mais criativas, s6rias e competentes. 

Se olharmos para o hardware, veremos qua as nossas "mdquinas quentes" 
foram criadas por vofta de 738? (MSX e IBM PC, j6 que o Mac, no Brasil, 
acabou gorando). Bnquanto o mundo desenvolvido avanqa, n6s empacamos 
numa ^rea vital para a evolugBo do computador: o prdprio computador. 

No caso do software, a coisa nao esti tSo feia assim pois, apesar do atraso, 
conseguirnos veneer certas barreiras. JS temos o nosso primeiro desktop 
tupiniquim; a comunicapSo de dados est^ tendo uma boa evolugSo; as 
gerenciadores de BDs tornam-se mais eficientes; etc. 

Tudo isto, como nSo poderia deixar de ser, produz reffexos na 6rea editorial,, 
As editoras de livros j4 nao iangam mais aquela profusSo de tituios e com isto 
impdem critdrios de selegSo muito mais rigorosos. JA vai longe o tempo em que 
urn usuSn'o entrava numa loja, comprava urn micro e uma semana depois 
Bscrevia um livro sobre alguma coisa em Basic. AtiSs, as editoras nem querem 
ouvir falar em Basic e MSX, dots assuntos tratados at6 a exaustSo. 

N6s, de MS, tamb§m sofremos a nossa cota de dificuldades e que 
provocou o atraso da revista. Ainda assim, investlremos todos os esforgos na 
manutenpao de Micro Sistemas, pois o nosso compromisso 6, antes de qualquer 
coisa, com voce leitor. 



^€^^ Jk 



^/t-^fT!^ 



Neste Numero 



SOFTWARE:ALElHOHMDOTONEL/.«;i/^.Wo«ws 4 

UMA PUUIILHAPROHSSIOPVAL PARA MSX ->4n^/se 8 

ZI»'AIMPRESSA0DECARACTERES-/7enafoDep/oran/ U 

TERMINAIS DE ViDEO: TODO CUIDADQ £ POUCO Angela 5. Soares n 

ESCREVENDO COMO CARTA CERTA II /4/f^/r5e IB 

DUAL to SEU TlPO IDEAL -fifl/a/i(:of/a/Vo/nop^o 75. 22 

UGANDO-SEAOV1DEOTE)CTOCOMAMID9S-A7^/50 2ff 

COMPUTADOR: OESTADO DA ARTE- C/^ud/oCosfa 29 

ADVENTURES -OMAPA DA MINA-/?e/7afoD«j7/oi/9fi/ ..m 

Clube do Leitor v ^ 

BATEPAPO il 

CARTAS. 32 

\SXlSi-jQs6AparecidQ Cruz -Spectrum ^ 

ABRINDO JANELAS ■ JoSo Carlos M. Luis - Spectrum 36 

IMPRESSAO DE GRAHCOS - Jos^ Carlos F. Junior Apple 38 

TRACE - Francisco A. T. Caflou de Freitas - Spectrum 40 

PRINTER -y^f/r/ano Freitas Silva - MSX 41 

SANTUARIO - RogSrio Campos Germano - ZX81 42 

LIVROS 43 

LINHACRUZADA:AINVASAODOSMUTANTES-Z.«/o 44 

DICAS 46 

Capa: Wellington Silvare^ ' 



Software: 
a lei no f im do tunel 



Se voc§ encara seu microcomputador 

como algo mais do que um 

simples instrumento de lazer, 

entao acompanhe o autor deste 

artigo e veja como a nova legislacao 

poderd afetar a voce. 



Luiz Fernandes de Moraes 



Caro leitor: nao e pre- 
cise ser mdgico para 
saber alguma coisa 
sobre voce neste mes- 
mo momento em que eu 
escrevo este artigo. Voce ten- 
do ou naa vindo de um gran- 
de CPD, foi uma das pessoas 
que apostou na informdtica 
pessoal e se dispds a pene- 
trar a selva que compSe o 
mercado de microcomputado- 
res no Brasil. 

Voce percorreu tojas e ou- 
viu mujtas mentiras e muJtas 
verdades, infelizmente de for- 
ma tao truncada que era pra- 
ticamente impossi'vel separar 
uma da outra. Ac final, muni- 
do de uma razo^vel certeza 
ou de uma convicgao plena, 
vocg, ao inv^sde viajar duran- 
te as suas f^rias, preferiu in- 
vestir uma boa parte do seu 
capital na compra de um dos 
muitos equipamentos fabrica- 
dos ao longo desses anos. Al- 
guns Infelizmente lA falecidos, 
vitimados pela sTndrome da deficiencia 
administrativa e empresarial. 

VocS dedicou grande parte do seu 
tempo lendo nao s6 esta publica^So, 
como tamb^m um bom numero de li- 
vros t^cnicos que, em um dado momen- 
to, pareciam conter a informapao e os 
ensinamentos tao desejados para ampliar 
o seu grau de conhecimento. 

Ao longo do tempo, vocS adquiriu a 
competencia necess^ria para ser um bom 
usu^rio ou at^ mesmo um bom progra- 




mador. Hoje, vocg sabe o que quer de 
um processador de textos, de uma plani- 
Iha ou de um banco de dados, sendo tal- 
vez at6 capaz de sentar frente ao micro e 
criar seu pr6prio sistema em BASIC, 
Assembly, C, Turbo, Pascal, etc ... Nfo 
imports a linguagem. 

O que importa 6 que voc€ se disp65 a 
atravessar uma terra-de-ningu6m para se 
tornar usu^rio de um computador pes- 
soal, em um pafs regido por uma reserva 
de mercado capaz de gerar as mais es- 



pantosas e originals criaturas. 

E. acima de tudo, voc€ se 
interessou por software em 
um pafs que nao possufa ne- 
nhuma legislacao especffica 
e que preferia, por conveni^n- 
cia, continuar o parafso da pi- 
rataria. 

Mas agora a lei existe^em- 
bora tenha sido sancionada de 
forma um tanto apressada, pa- 
ra serenar os Snimos de um 
dos parceiros de nossas rela- 
gdes. 

Agora cabe um pouco de 
reflexao, e este 4 o convite 
que eu fago a voc6, para que 
possamos discernir a respeito 
das prov^veis implicapSes que 
a nova legislagSo ir^ trazer pa- 
ra D dia-a-dia de todos nds. 



PENADETALlAO- l 
lOgica de PANTALEAO ' 



Programas de computador 
poderao ser produzidos e co- 
mercializados livremente sendo que o 
autor, seja brasileiro ou estrangeiro, terj 
seus direitos assegurados por 25 anos, a 
contar da data do seu lanpamento em 
qualquer pafs, mesmo que o software 
nai'o tenha sido registrado na Secretaria 
Especial de InformStica (SEI). 

Pcrfim, o registro i obrigatfirio no 
caso do autor decidir comercializar o 
programa, e pago, embora ainda nSo 
tenha decidido o seu valor. A SEI Xeri 
120 dias de pra20 para se manifestar 



com reTapSb ao registro. Este registro, 

uma vez concedido, deveri constar de 
forma visi'vel na embalagem do produto. 
Se o registro nao for concedido, o inte- 
ressado poderS recorrer ao CONIN, 

O autor poderti optar tamb^m por re- 
gistrar seu programa em 6rg5b a ser de- 
signado pelo Conselho Nacional de Di- 
reito Autoral(CNDAl, de forma a carac- 
terizar a identidade do software para 
melhor preservar seus direitos. A viola- 
^ao desses direitos pode acarretsr de- 
ten^ao de seis meses a dais anos, alem 
de multa para o infrator, 

Mas se a pena 6 de Talia^o, a t6gica i 
de Pantaleao: CNDA contribuij em 
muito para o triste panorama em que 
nossa industria fonogr^fica se viu mergu- 
Ihada por tanto tempo. 

Af6m disso, 6 bom iembrarque a Lei 
que garante os direitos do autor, exclu- 
indo-se as caracten'sticas do produto ser 
um programs de computador, 4 uma lei 
de 1973 que at^ hoje Inviabiiiza o inves- 
timento macigo em qualquer pesquisa 
cienti'fica no Pafs, uma vez que ^ extre- 
mamente f^cil se apropriar dos resulta- 
dos alheios. 

Mas sigamos em frente. 

Para os criadores estrangeiros domici- 
liados no exterior, o cadastramento na 
SEI (e portanto o direito de comerciali- 
za^aol 56 ser^ permitido se for apurado 
que r^STo existe no Pai's um programa si- 
milar, desenvolvido por empresa nacio- 
nal. 

As empresas estrangeiras sd poderSo 
vender programas para os equipamentos 
aqui fabricados e so ter3o a protep^o da 
Lei se os seus pai'ses de origem oferece- 
rem os mesmos direitos aos produtos na- 
cionais. 

Em qualquer caso (autor nacional ou 
estrangeiro), o registro ter^validade mi'- 
nima de tres anos, sendo automatics- 
mente renovado a menos que, em se tra- 
tando de software estrangeiro, surja nes- 
te pert'odo de tempo um similar na- 
cional. 

Come se ve, embora a Lei tenha sur- 
gido quase come uma imposi^ao estran- 
geira, e discuti'vel afirmar que o produto 
estrangeiro estarj bem protegido, uma 
vez que a leitura atenta das entrelinhas 
demonstra claramente um leque bem 
ampio de possibilidades para se intemar 
tecnologia sem a aprova^ao do verdadei- 
ro autor. 



UM ASSUNTO DELICADO 

Nao constitui ofensa ao direito de 
autor a reprodupao de c6pia legitima- 
mente adquirida, desde que isso seja in- 
dispensavel ck "utilizag^o adequada" do 
programa. O que dizer daquela empresa 
com 20 PC-compatfveis, que vai com- 
prar um unico original e distribuir 19 
c6pias para suas mdquinas? E os cursos 
de computa^ao? Quantas c6pias "»jple- 



mentares" de um software serSio neces- 
sSrias para que a empresa possa se sentir 
ofendida? 

Um outro item um tanto delicado diz 
respeito aos programas criados para um 
empregador especrfico. Os programas 
que forem produzidos para um emprega- 
dor serSfo propriedade deste emprega- 
dor. Somente pertencerao ao seu criador 
aqueles programas que forem feitos sem 
qualquer vrnculoempregatCcio. 

As rela?6es entrc o empregador que 
possui um CPD em sua empresa e seus 
programadores e analistas, sempre foram 
muito Claras para ambas as partes. O 
CPD era dono de tudo mas ningu^m era 
dono de nada, uma vez que 4 impossfvel 
impedir que um profissional que mude 
de emprego continue com a sua metodo- 
logia de trabalho. ^ dessa metodologia 
que surgem programas com caracten'sti- 
cas pr6prias. 

A interfer£ncia da lei nessa questab 
pode resultar tanto numa relapse mais 
franca e justa entre empregado e empre- 
gador, quanto nas maiores aberrapoes 
trabalhistas que uma categoria profissio- 
nal pode sof rer. 

Mas nada e tao delicado quanto ver a 
PolTcia Federal sendo treinada para ser- 
vir de esquadrao anti-pirata, num mo- 
mento em que ninguem tem condigoes 
reals de atirar a primeira pedra. 

Se voce viajou para o exterior e trou- 
xe de Id um programa para seu compu- 
tador, fique tranqijilo. Embora ele nao 
tenha registro e nao seja comercializado 
no Brasil, trata-se de um original com 
documenta^o. A Lei de Informdtica 
permite a importagSo de c6pia unica pa- 
ra u^ exclusivo do usudrio final. Possuir 
essa c6pia nao far^ de voce um pirata, 
embora uSo impe^a que outras coisas o 
fatam. 

Afinal, quem nao possui em sua casa 
ou escritdrio uma copia nao autorizada 
de uma programa estrangeiro, uma vez 
que a difus^o maci(:a destes programas 
se deu por obra e graga da necessidade 
do fabricantes de microcomputadores. 
Todas as pessoas que compraram um mi- 
cro receberam, na pior das hip6teses, 
uma c6pia pirata do que quer que seja. 

Sao esses pequenos fatos que tornam 
a aplicagl'o de uma nova legislapao um 
trabalho realmente cuidadoso, pois se ^ 
f^cil perceber A primeira vista quais sao 
OS direitos e os deveres do cidadao, tam- 
b^m 6 fcicil perceber que a aplicaqao 
equivocada da Lei pode redundar em 
uma situapao bem pior do que a anterior. 



UMA ANALOGIA COM O 
VltlEO-CASSETE 

Tudo o que estava ocorrendo at6 
hoje com o software pode ser compara- 
do com o que ocorria com as fitas de vf- 
deo antes dos mecanismos de comercia- 
lizag^o serem regulamentados. 



Embora os dois produtos apresentem 
caracterfsticas funcionais bastante dife- 
rentes, a proximidade entre assituapoes 
que o vi'deo atravessou e que o software 
ira atravessar, permite que se arrisque 
uma analogia. 

O primeira gravador/reprodutor de 
vi'deo que chegou ao Brasil trouxe consi- 
go as primeiras fitas (seu software). Em- 
bora ambos fossem totalmente ilegais, 
deram infcio a um novo ramo de ativida- 
de que floresceu com incrTvel velocida- 
de:o vi'deo clube. 

A base do vi'deo clube era a pirataria 
desenf reada e a total ausencia de crit^rio 
per parte de todos os envolvidos na 
questao. E tudo isso ocorreu dois anos 
antes da Sharp lanpar o primeiro apare- 
Iho de V I'deo-cassete nacional, A legisla- 
pao surgiu, nao para defender os interes- 
ses dos usudrios, mas sim dos grandes 
distribuidores estrangeiros que, com seu 
incrfvel poder de pressao, queriam parti- 
cipar ativamente do grande mercado que 
o Brasil oferecia. 

Como voce pode ver, at6 aqui todos 
OS fatos sao correlates ao software. Se 
trocarmos as palavras vi'deo-cassete por 
programas de computador, e vi'deo clu- 
be por software -house, qualquer seme- 
Ihanpa terci sido mera realidade. Daqui 
para a frente entra a bola de cristal. 

A exig€ncia do selo de registro no 
CONCINE, para a comercializaQ^o de fi- 
tas de vi'deo, trouxe em primeiro lugar 



■■^\.. 



■^A 




SISTEU;t DE 
CONTABILIDME GtRAL 
COM PLANO DE CDNrW 

e g^iaus definido pelo 

ueuArio, HISTOHICOS 

PAORONIZADOS. EMiSSlO OE BAMO, 

DiARlO. BALANtflE, BAlA^tO, EXIRATO QE 

CONTA, HESUITAQD DO fXEflClCJD MO PADHAO 

DO IHPOSTO DE flENOA E GERADOR DE RElATDfllDS 



OPORTUNIDADE LINICA PARA VOCE ADQUIRIfl 

SEU SISTEMA DE CONTABILIDAOE QUE 

NADA FICA A DEVER AOS WELHORES 

EXISTENTES NO MERCAOG. 



OOTROS SOFTWARES 

• CONTAS A PAGAR 

• CONTASAHECEBER 
•ESTOQliE 

• CONTROLEFINANCEIRO 

• DISPONtVEL PAM 



MSX, APPLE, 
CP500 



HfrJSOFTWAIIELTIM. 

Rub CondB de Banfim, 229 L^. A RJ. 
TBI.: 1021) 2e4-?D31 



SOFTWARE: A LEI NO FIM DO TUNEL 



que se chama "operacao exemplo" : a Po- 
ITcia Federal dirigiu sua aten^ao para os 
clubes de vi'deo e conseguiu um largo 
espapo no noticidrio das principals re- 
des de televislio, cada vez que uma bati- 
da resultava em apreensfo de c6pias nao 
autorizadas e prisao dos infratores. 

As mesmas redes de televisao trata- 
ram de criar suas distribuidoras e come- 
(pam a cuidar dos interesses estrangeiros 
no Pafs. 

Nao se trata de xenofobl'a. 5e hoje 
em dia i muito mais fdcil ser proprietj- 
rio de um gravador de vi'deo e, indiscuti- 
velmente, muitos beneffcios resultaram 
para o usu^rio, o mesmo nao se pode di- 
zer do produtor Jndependente, a figura 
mais assemeihada com o criador nacio- 
nal de software. 



QUE VENHA A LEI 

Hoje em dia qualquer vfdeo clube 
possui c6pia pirata de um ou mais filmes 
sem que isso acarrete qjalquer penaiida- 
de. A pirataria de vfdeo 6 bastante one- 
rosa, uma vez que implica na posse de, 
no mfnimo, dois aparelhos: um reprodu- 
tor e um gravador. O que dizer do soft- 
ware que precisa apenas de um unico 
equipamento para produzir cbpias com 
a mesma qualidade do original? 




To das as 

pessoas que 

compraram 

um micro receberam, 

na pior das hipoteses, 

uma copia pirata... 



O que 6 pior 4 que o vi'deo encontrou 
no Brasil um forte canal de distribuipSo 
atrav^s de empresas crtadas peias redes 
de televisao. No caso do software, quem 
ir^ se tornar softhouse se antes a ativida- 
de ]A dava pouco tucro? Nao devemos 
esquecer que nao basta criar um progra- 
ma, 6 precise vende-lo para que isso re- 
sults reaimente em profissao. 

Mas se mesmo assim voce criar um 
programa de ccmputador, nSo deixe de 
registr^-lo. Tanto o registro quanto o 
pedido de anulapao do registro de um 
determinado programa ocorrem em sigi- 
•lo, nao podendo ser revelados a nao ser 
por ordem judicial ou requerimento do 
pr6prio titular. 

Isso impiica que qualquer autor que 
nao fa?a o registro imediato do seu pro- 
grama, mesmo que nao pretenda comer- 



cializil-lo, correra o risco de ver uma ci5- 
pia adulterada do seu programa ser regis- 
trada e comercializada por outra pessoa, 
como t^ ocorre em qualquer atividade 
regulamentada pela Lei do Diretto Au- 
to ral. 

A presenpa da lei 6 um dado funda- 
mental no desenvolvimento de qualquer 
atividade profissional. Mas toda lei tern 
um pen'odo crCtico que vai desde o me- 
mento que antecede a sua criacao at^ o 
final do primeiro ano de sua existfincia. 

Ouer voc§ seja usuario, autor. progra- 
mador, produtor, distribuidor ou reven- 
dedor de software, atente para o faio de 
que esta lei diz respeito a voce. Procure 
ver nela um aliado, mesmo que um tan- 
to traco e desprovido de recursos. Se a 
lei 6 justa ou nao ^ mera discussSo aca- 
demica. Procure entend^-la para conhe- 
cer melhor os seus direitos. 

E se ela representar para voc£ a luz 
no fim do tunel, trabaihe para nao dei- 
xar que o ultimo insatisfeito a sair apa- 
gue a luz. 



£ 



Luiz Fffrnandcs de Morass i Coordenador 
do CPDde MICRO SISTEMASe Responsfivel 
pelo desenvolvimento das sistemas de contro- 
ls inteino da A.T.I. Editora Ltda. 



I VL ,\S 

uJii 






INSCREVA-SE HOJE! 

Mesmo que voc6 nfio 
possua um computador, 
o CfRCULO DO MICRO, 
com seu programa de 
estudo, informsQio e 
luar, val fazer com que 
voc6 penetre fundo no 
mundo da Infomidttca. 



k 



EH* projato fol IdMlludo oom o otojallvo d« orlwitar msHwif Mu 
rotadonartMnlo com m coni^MdorM. Enqiwnto ttvTM ma ganl quAM 
aampra dwnandam a praaanca da um proteuar, o mModo (to CnCULO 
DO MCRO udllza Monleu •spw:lalB do dkUtfca que tomam multo mala 
■uava a aprandtzodo da uma ibtguagem de compuMcle. 

NoMD programa da trabalho 6 oonstRufdo das aatulntaa partoa : 

1. UNGUAGENS DE PROGRAMA^AO. 

Eala * o nddao do projalol Aprandar uma llnguBgam da programatJIp 
* algo raaHnenla comparmidor. Vac« ilea mala parto de uma boa co- 
(ocafla proflatlonal; aprenda a utIILur de modo piano o poMnctal 
dos cofnputedorss; e desonvohra mais a sua capaddad* de roclocf- 
nlo. Por aite notlvo, o CftlCULO DO MICRO pr«[ianMi iima slrla da 
cuiaoa da UnguBgens da ProgrwTM^, InldarKJo com Paacal, una 
Unguagam podsroaa a elaganla. Mas dapola wirio dBase, Cobol, 
Fortran • mullas outru. No llnal, voc* tari fomedo uma anclclop4- 
dla Mm pracwIanlBa: altnloaoomcunoaDompMDa na Iroa. 

2. MONOGRAFIAS E ARTIGOS. 

Eata I a paita IntotmaOva do projeio. At moiworanM terio por objs- 
Uvo a abordaoam de Isrrtaa da IntarMse geral danlro da Informltlca. 
Arttgoa astafto rnab DonpromatMoa com a itualklade. mo rapre- 
aenta. a oada mSa malt uma forma de enrtquaobnento InlalacUal 

3. SEGREDOS DO MEU MICRO. 

Eata ae; lo 4 um dos pontos-cheve do nosao material. Ela aa compOs 
de afUgos qua enfocam agpeclos multo Intareaaanlae doa equip*- 
mentoe d«a ilnhaa : APPt£, USX, TKK, CP-4M a eompetfrala. 

4. BIBLIOTECA DE SOFTWARE. 

Neata a*sio voc« terd uma colafio de eofts para oa micro* describe 
na sscOa anterior, envolverdo utllltirlos, aplkathos e Jogoa, lletadot 
am Baalc, IbigMsam da miqulna « tembim am outraa llnguaDena. 

5. FITAS E DISQUETES. 

Perlod)c«Tiente. o CftlCULO DO MCRO colocarA « (ua dlspoaKMo, 
em caritor opdontil, fitas e diequetea conlendo softs de InleraMe g» 
ral, laia como aditoree das llnguagaris em estudo, uUlltArlos e togoa. 

6. dicionArio. 

A cads mAa. mala urr^a parte do mellwr dkionirfo de Intormltlca, com 
oerca de Z,000 verbetee : odldondrtodoCftKULODOIMCnO. 



O CIRCULO 
DO MICRO. 



PROMOQAO ESPECIAL 

• lnacrevendo-80 atf o dia 20 de junho vocd 
raceberd grdtis o matartal correspondente 
ao8 mesas de mar^ e abdl, 

• Vocd pode rx» escrevar e soildtai mais 
\ntotrnagSes. Mas se voc4 se Irscrever 
Imediatamente, a partr das inloimagdee 
vsiculadas nesee an£lndc, nde Ihe conce- 
deremos um desconto de 20 % sobre o 
valor de sua msoKfio. 

GUSTOS DE PARTICIPAQAO 

• Inscrfgfio CzS 1.000,00 

• Mensaltdade C2$ 850,00 

Obe.- Ao envlai aeu (wgameflle, laca-e attewAe 

de ciMque nominal ao CIRCULO DO HKROoude 
vale poatal pagivel ne Aglncia Canlral doa 
CeneiBe em Belo Hortnmle. 




CfnCULO DO MCRO Calxa Postal 3002 
(CEP 30112) Btto Hortzonta, MG. 



mais sof istic 



^^ 



• • • 



gerador de programas, 
tambem e o mais 



simples de operar. 




Chegou MULTIFILE II 



^,no/<ijofi 



MAmiZ:Rio:Av.RbBfanm45gr. 1804 -Tel ■(021) 263-1 241 retex:021375NSJNBR 
FILIAL:S.Paub:RuaXovierdeToleda 161 conl]06-Jels.:(Ql 1)35-1601 637-7670 

'■ BREVE. FILIAL EM BELO HORfZONTE. 




Software 



Se voce tern problemas com a confecgao de pianiihas e 

refatorios para contro/e contMl e administrativo e 

possui urn micro da linha MSX, diga adeus so lapis, 

borracha e tempo perdido. Conhe^a o SuperCalc2 



Uma planiiha profissional 

para MSX 



Seria djf fcil falar hoje em micms sem 
mencionar pelo menos uma palavra so- 
bre as chamadas pianiihas elelrdnicas. 
De fato, fazer comas com rapidez e pre- 
cisSo — e, num segundo est^gio, poder 
dispor dos resultados para efeito de an^- 
tises e projegoes — foram necessidades 
que motivaram a propria invengao de 
mSquinas como os computadores. As 
pianiihas de cdlculos tinliam, assim, boas 
razoes para se tornarem, no mfnimo, urn 
grande sucesso comercial. Na pr^tica 
chegaram a ir urn pouco mais longe: no- 
mes como SuperCalc, Multiplan e Visi- 
Calc, de certa forma, jd representam le- 
gendas sem as quais seria impossrvel 
contar todo urn capi'tulo de histbria re- 
cente da microinform^tica. E nao foram 
poucos OS equipamentos que termina- 
ram per se beneficiar com a aceitac^o 
desses softwares — dentre os quais, nota- 
damente, o Apple e aqueles capazes de 
rodar CP/M. 

Com uma visla nisso e outra numa 
clara lacuna do mercado, a Compucen- 
ter adaptou, e a Princessware estd co- 
mercializando com exclusividade no 
PaCs, nada menos que o SuperCalc2 para 
M5X. Elogiar a iniciativa seria at^ desne- 
cessirio, nSo fosse a n^o menos legendi- 
ria carSncia de lan?amentos de software 
profissional para uma linha de micros h^ 
muito penalizada pela oferta obtusa de 
ioguinhos. 

Enumerar os atributos do SC2 - co- 
mo tamb^m i conhecido — seria uma ta- 
refa igualmente ociosa, tal a pcpularida- 
de desta planiiha entre os usu^rios do 
sistema operacional CP/M. Nao custa, 
entretanto, ref rescar urn pouco a mem6- 
ria e dar uma id^ia do que seja o Super- 
Gate 2 para aqueles que ainda n^o pude- 
ram ter contatos mais imediatos com es- 
te tradicional software da Computer As- 
sociates. 



1 A II B 1 1 


c i 1 


D i 


IIEXEMPLD DE ORCflMENTO 






21 






3IDESCR:CflO DUflMTIA 


9ALD0 




4] 






6JSALD0 INICH^L 


1^50.00 




7!DIfl DO PAGAMENTO 530.00 


800.00 




8IALUGUEL -350.00 


450.00 




71DESPESAS GERAIB -75. 80 


375,00 




1 1 AL IMENTflCflO -200 . 00 


175.00 




1 1 1 CONDUCfiO -1 00, 00 


75. 0e 




\ "2 1 ==:a=n'x^=:aica==3TT==:c7:sEX=T3;x=a3iB7;7=ST:rcxas:3>T3:BBXBHH 




■BHHHHH 


13ISALDD FINAL 


75.0* 




141 






151 






l&l 






171 






131 






191 






201 







Figura 1 

Desenvolvido como resposta para a 
demanda de uma planiiha dotada de 
maiores recursos operacionais, o SC2 e 
um programa indiscutivelmente sofisti- 
cado, embora nem par isso de difi'cil 
operagao. Tal como a maioria das piani- 
ihas de sua gera^S'o, uma de suas marcas 
registradas e o acesso aos comandos 
atrav^s da tecia correspondente precedi- 
da por uma barra (/E para editar, /P pa- 
ra proteger o conteudo de uma c^lula, 
etc.}. 

Com uma dimensao de 63 cclunas 
por 254 iJnhas, ou maisde 16000 entra- 
das, o SC2 dispSe de uma precisS'o nu- 
mdrica de 16 dfgitos — o que parece ra- 
zojvel para qualquer aplicapjfo comer- 
cial ou estatfstica efetiva, mesmo num 
pafs com nossa ciaudicante economia 
p6s-Cruzado. A ni'vei de opera^S'o o 
SuperCalc2 incorpora irjumeras fun- 
95es avan^adas, como a divisSo da pla- 
niiha em janelas, sort com ordenagd'o 16- 
gica de textos e de fbrmulas, lookup 



(pesquisa de valores num^ricos e tex- 
tuais em tabelas), replica e recdlculo au- 
tom^tico de fun^oes, trava de tfiulosl, 
etc. 

Em termos de programagSo sobres- 
saem recursos como macros (conhecidos 
como arquivos EXECUTE), exibigSo si- 
multanea no vi'deo tanto dos valores das 
celulas quanto das formulas associadas, 
operadores logicos e condicionais, fun- 
gSes de calendSrio e op^o de converter 
as fdrmulas em seus valores resolvidos, 
com o objetlvo de racJonalrzar a ocupa- 
pSo da memoria. 

No que diz respeito ^ formatapcTo dos 
dados — outro predicado indispens^vel 
de qualquer planiiha profissional — , o 
SC2 confirms ncvamente ser um dos 
melhores programas do glnero. Uma en- 
trada de texto pode ser alinhada em 
qualquer posip^'o e prosseguir at^ encon- 
trar uma celula ocupada ou a margem 
direita da planiiha. Qualquer caractere 
do teclado pode ser repetido automati- 



camente no campo das celulas, facllitan- 
do a criapao de margens e vinhetas. 

ja OS formatos para a apresenta<;;3"o 
de valores numericos (financeiro, intei- 
ro, exponencial, grafico de barras, etc.) 
sao associados a uma tabeiade formata- 
9ao defini'vel pelo usu^rio que permite, 
dentre outros detalhes, especificar o nu- 
mero de di'gitos exibidos apos o ponto 
decimal, expressar um valor em escala 
ou percentual e ainda mostrar a celula 
vazia, caso seu conteudo seja zero. 

As op96es de entrada e sai'da ofere- 
cem uma grande flexibilidade, permitin- 
do salvar e recuperar a planiiha no todo 
ou em parte, somente o conteudo das 
celulas ou ainda apenas os sens valores. 
Al^m da c6pia impressa na planiiha tal 
como e exibida no vfdeo, o SC2 tam- 
bem e capaz de relacionar o conteudo 
de cada uma das celulas da planiiha (veja 
o exempio nas figuras 1 e 2). 

Mas a caracterCstica mais marcante 
do SuperCalc2 e, sen duvida, sua capa- 
cidade de consolidar na memfiria dados 
armazenados em arquivos em disco. Em 
outras palavras, o SC2 e capaz de somar, 
sublrair, multiplicar e dividir o conteu- 
do (total ou parcial) das celulas contidas 
num arquivo em disco com as celulas 
presentes na memdria. Este recurso - 
que, por sinal, da um longo passeio na 
ccncorrencia — viabiliza inumeras apli- 
cacpoes complexas, al^m de contornar de 
maneira bastante eficiente as restrigoes 
de memoria inerentes A utiiizagS'o de um 
software do porte de uma planiiha num 
micro de 8 bits. 

O SUPERCALC2 NO MSX 

Diante disso, 6 bom saber que a con- 
figura?ao minima necessaria para rodar 
o SuperCalc2 no MSX consiste em ape- 
nas uma UCP com 64 Kb de RAM e 
uma unidade de discos 5 1/4" de face 
dupla — aISm, opcionalmente, da im- 



pressora e cartao de vi'deo de 80 colu- 
nas. Outra boa noti'cia e que o usudrio 
pode optar pelo SC2 com 40 ou 80 co- 
lunas e mensagens em ingles ou em por- 
tugues, bastando selecionar no disco que 
contem o programs o arquivo batch cor- 
respondente, que ira processar a copia 
para uso di^rio (vale observar que em to- 
das as versoes o help 4 em portugues). 

Na copia de trabalho sSo gravados, 
alem do programa, cinco planilhas- 
exemplo e mais o SDi - Super Data In- 
terchange. Este ultimo, como o proprio 
nome indica, ^ um software utilitario 
que serve para converter arquivos de da- 
dos de outros programas em arquivos do 
SuperCalc e vice-versa. Desta maneira 6 
possi'vel, por exempio, converter as pla- 
nilhas do SC2 — gravadas em formato 
bindrio compactado — em arquivos 
ASCII, que poderSTo entao ser lidos e re- 
formatados por um editor de texto. 

Nos testes realizados em nosso CPD, 
o desempenho do SC2 com 40 cotunas 
no vi'deo mostrou-se plenamente satisfa- 
t6rJo, mesmo nao sendo possi'vel alcan- 
par uma visualiza^ao mais ampla da es- 
trutura de planiiha, o que e compensado 
pelos recursos de movimentagao da tela. 
As teclas de setas funcionam normal- 
mente, movimentando o cursor pela pla- 
niiha da mesma forma que as \A tradicio- 
nais CTRL-i-E, S, D e X. A ausencia de 
um cursor na linha de edigSfo e entrada 
de dados, por outro lado, pode confun- 
dir OS usuirios com menor pr^tica em 
digitagSo, embora nao chegue a compro- 
meter seriamente o processo. Oecepcio- 
na apenas a impossibilidade de se obter 
diret6rio do disco nas funipdes de 
SAVE e LOAD da planiiha (a tela de 
help informa apenas que a opgaode lei- 
tura do diretdrio nSfo funciona sob o 
DOS, nao apontando contudo alternati- 
vas para se contornar o prcblema). Me- 
reciam tamb^m uma revisao algumasfa- 



StipprCsl 


c v£?r. 3.00 


EXEMPLO 


DE 


ORCfiMENTO 


Al 


- 


"EXEMPLD DE ORCAMENTO 


A3 TL 


" 


■•DESCRICAO 


B3 


= 


"QUANT I ft 


C3 


im 


■•SALDG 


AS 


= 


' = 


A6 


- 


"SALDO INICIAL 


C£ 


= 


250 


A7 


= 


"DIA DO PAGAMENTO 


B7 


DC 


550 


C7 


= 


C6+B7 


A8 


m 


"ALUGUEL 


SB 


3r 


-350 


CB 


m 


C7+DB 


A9 


» 


"DESPCSAE GERAie 


B7 


= 


-75 


CS- 


■ 


ca+B"? 


A10 




= "ALIMENTACAD 


B10 




= -itb^ 


ae 




- C^+BtU 


All 




- "CONDUCAD 


Bll 




- -100 


Gl 1 




- cia+Bii 


A12 




. '- 


A13 




- "SALDD FINAL 


C13 




- Cll 



Figura 2 



Ihas de digitapao observadas nas telas de 
help que, mesmo nao causando maiores 
embarapos, prejudicam um pouco a 
apresentapao do software. 

A documentacSo que acompanha o 
programa faz jus a ser mencionada co- 
mo uma das vantagens em se investir um 
pouco mais na aquisi^ao do software 
original. Vale chamar a atenpfo tanto de 
usuSrios Iniciantes quanto daqueles com 
experiencia com outras planilhas para 
que n^o se intimidem diante das 200 pd- 
ginas do manual — traduzido em portu- 
gues, com ilustrapoes e capa dura plasti- 
ficada - e nSo deixem de seguir cuida- 
dosamente as explicapSes ali contidas; 
boa parte do livro consiste num eficien- 
te tutorial que ensina como dominar a 
operatpao do SuperCalc e obter o maxi- 
mo rendimento do programa. Em anexo 
segue um cartS'o-resposta por meio do K> 



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capacidade de registios e iiimltada 
VOC& pode leprocessoff qualquer 
perlodO; voce conia com um poderoso 
geradoi de relat6rios e agora tamb^m 
de lancomentos, tudo on line d© latoJ 
E mais Piano de Cantos como voc6 
qulser, conversdo para dBase D e ID, 
Lotus ou progiamas em qualquer 
linguagem; c6digo das contos com al6 
16 olgHos e 9 giaus; perlomiance muito 
actma do pxidrdo existente no 
mercado,' suporta lacilmente volumes 
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lan<;amento mensais.. 

IMnonwiilo • docunMntofOo 

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perleita trelnamento 
proflssional e um 
servl^o de consultos 
pelo teieione que 
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atno Bo d* JOMln BJ TWm (OS) 37UA BCV 




UMAPLANILHA PROFISSIONAL PARA MSX 



Opiniao dos usuarios 



UtiliTando o SuperCalc2 dest/e no¥»m- 
br& de 1987, tSo logo sou /anfamento. Wat- 
damar Femira Netto, sdcio de uma escola 
infantit, chegau i nova pfaniiha eferrOnica 
catuaimantB. "Seu lan^amento foi muito tf- 
mido", ralembra, "as vendedorss mat conhe- 
ciam o aplicativo". 

A op^ao pelo software foi fScil, "4 o 
Onico disponi'vel", afirma e, apesar de ainda 
n3o estar muito familianzado com a planitha 
eletrdnica, os resultados obtidos sSo bans, 
Bssegura Feneira. "Utifizo-a para balancates 
da escoia, apesar de contar com um conta- 
dor, a/a sanw para um controle pessoat". 

Uiuiho do MSX desde 1985. e aptican- 
do-o na escota M um ano, para Ferreiia, a 
/anfamento represanta uma excelente aquisi- 
pMo pare a linfia, no sentido deprofissionali- 
Xf'/a, '^as ainda fa/ta muito para uma rica 
apficafrSo do micro", campleta. 

Oferecendo um bom manual, o Super- 
Calc2. segundo Watdermar Ferreira Netto, 
apresenta a/guns probiemas quanta i ac§tt- 
tuagSO, par se tratar de um aplicativo tradu- 
xido, nSo utilizando todos os recursos do 
MSX. "AfgumK vezes acionado um caracte- 
n, o computador trava, sem dar nenhum si- 
rat da defaixo, simpfesmenta trava, o que 
ocorra tambim com o dBaie Plus. Acredito 
qua pam um maior aperfeipoamento do apii- 
eadvo a adaptafSo a seu iiitoma de carac^- 
rm ebwoe ser meihorada. " 

nAMdamar Fm-r^ra NMto - Educador - 
Sfio PwId/SP). 

Jair Aqui/et Bautto. usuario do MSX M 
cercB de um ano e meio, conta com o Super- 
Calc2 desde seu hngemento. Aplica o equl- 
pamento para controfe de pequanas empre- 
SOS, que nSo dispOem de micro prdprio, uma 
atividade que exerce fora do hor^rio em que 
traba/ha em agenda banc^ria. Para estas fir- 
mas Bautto raaliza batancetes, controle de 
condom/nio, pra/epOes de alugu^is, "uma 
vez que muitos de meus clientes sSo imobHi- 
Mas". 

"O aplicativo vem oferecendo exceientei 
resu/tados" afirma, "e sem dOvida 6 este o 
caminho para a proftMiona/iiafOd do equi- 
pamento ". 

Ati o momanto teve um Unico problenra 
em relapSo ao softwara, e foi prontamante 
i:teadfdo pelo departamanto th suporta da 



qual o distribuidor fornecer^ suporte 
tecnico e informapoes sobre o ianpa- 
mento de novas versoes e produtos. 

CONCLUSAO 

Para engenheiros, administradores, 
contadores, pequenas e medias ennpre- 
sas, o SuperCalc2 demonstra ser jma 
oppao extremamente interessante. Al^m 
de conservar todas as caracteri'sticas res- 
ponsSveis pelo sucesso da planiltia CP/ 
M, a versSo para MSX oferece como van- 
tagem extra a compatibilidade de seus 
srquivos com o sistema operacional MS- 
DOS — o que garante que as planilhas 
geradas no MSX poderao ser lidas num 
IBM-PC rodando, per exempio, as ver- 
soes 3 ou 4 do SuperCalc. E per um 
custo de 13,2 OTN - enquanto os simi- 
lares para Apple e TRS andam por volta 



10 



Compucantsr, mas o probhma ficou wm so- 
iupSo, pais segundo a empresa "4 assim mes- 
mo". £/e reteta: "O SuperCalc2 ofarece dues 
opcdes para carregar as planilhas. Uma delas, 
a de consulta ao diretdrio, nSo funciona. Is- 
to 6, ao oprarporela, a diretdrio nSo sur^ 
na tela". Mesmo assim, Bautto dafende o 
SuperCalc2 como dtrma opf&o para quern 
quer ver o MSX funcionando profissionaf- 
monte, e acha seu manual bom. com exem- 
plos oiJe realmente funcionam, o que nam 
sempre acontece nos demais manuais". 

(Jair Aquilei ECautto - Caniultor da 

Informitko para paquvnas amprexai — 

Sio Paulo/SP). 

Proprietirio da um Expert, Ami/ton D! 
Giorgio atua na irea de inform^tica M 20 
anoa, exarcendo atualmena a cargo de Ge- 
rente de Software de Base, no Banco Fran- 
ces e Brasihiro, em S9o Paulo. 

Em casa, o micro 6 empregado tanto por 
eh como por seus (/A fflhos adolescentes, \ 
como bobby e para edifSo de textos a con- 
trole de orfamento dom^stico. Foi justa- 
mente pensando em controfar as despesas a 
contos corrantas, atrav4s de projei^s. simu- 
lapdes e anilises, que adquiriu, em Janeiro, o 
SuperCalc2, planiiha que considera excelan- 
fie em termos de funp/fes tunicas para aqui- 
pamentos de 8 bits, e com a qua! desenml- 
veu, inclusive, sistema de controle dot paj/a- 
mentos dos moradares de sua rua, aes doit 
guardas por ales contratados. 

Usuirio tamb4m do dBase II Plus, Amfi-^ 
ton decepcionou-se ao comparer as tradu- 
fOes daambos. "0 SuperCa/c2 merecia ma- 
IflOf adaptapSO para a lingua partuguesa", 
des^tafa, manclonando erros como: noma 
das atttrnativas para output Isaida para im- 
preSsoraf a pa/aura diiplay foi tradmida co- 
mo total "Sa a Computer AnociatM corrigir 
tals ocorrSncias, freqiientes. gastaria de rece- 
bar essa nova versSo". Em seu entendar uma 
nova varsSo poderia incluir um display de te- 
la inteira, "pois a t4cnica atualmente empra- 
gada faz com que as dados aparepam de for- 
ma bastante lenta na tela — o micro vai cal- 
culando a o resvltado surgindo linba por li- 
nha, com um cursor sempre preser}te, que 
acaba por abarrecer a usuario". 
(Amilton Di Giorgio - Garanta da Softwara 
da Ban - Sio Puilo/SP). 



das 40 OTN — nSio vai ser precise usar a 
planiiha para comprovar que o Super- 
Calc para MSX pode ser tambem um 
bom negocio. 



An4li» raalizada no CPD da MS por Claudio 
Costa. 



FICHATECNICA 



Mo ma: Su par Calc2; 

LinharMSX; 

FabrJcantB:Conripuier Associates 1EUA}/ 

Compucenier (Brasil); 

Distribuidor: Princessware Com. 8 

ReprBs. Ltda, 

Erwtare^o: Caixa Postal 64635 - CEP 

05497 - sab PduIo -SP; 

Triafone: {01 1 ) 814-3776; 

Prafo: 13,2 OTN. 



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r»TO 1 1:> 



./MiGTO 

5i5t:Qmas 



A partir de agora o seu micro ficara muito mais "inteligente". 





^-i : — ^ -■-i.Mt^ ^^^ ^^ -^^ |MM 


P 


ZCJNA 

n FRANCA 




Acabou aquela estdria de micro s6 pcra jogulnhos, ou compuTodor 
vMeogomezado. Com o Digital BOOK o sau compurodor MSX vol 
realmente Ihe ensinor aigumo coisa. Ensinar o que 6 e como fozer 
informCitIca, mostrando delalhadamsnTe como KincionQ um programa e o 
prdprio microcomputador. 

Digital BOOK 6 a primeira iniciotiva t&cnico-«Jltorlal sSria no Area de 
inrormogoes usando, como veTculo, o propfio micro. Para isto foi 
projetado um sistema da suporte exciusivo dm disco. E o sistema d6 
montagem e animocOo PRO KIT. 

Mas Digital BOOK 6 muito mois do que um Irvro digital. Ele cont6m 
uma s6rle de inovai;6es editorials s6 possiveis grocas oo use do 
computodor como veTculo de drftisQo de informagbes: a midio digital. Tais 
recursos permitem criar um produto usando t^cnicas de diddtico, de 
progromogao e de narrotlvo audiovisual contando tombSm com o apoio 
de simuiogdes em animogQo grdfica. 

Veja s6 que preporamos para o nOmero um: 

Anlmof Qo grMco - Vocd vai conhecer o que 6 e como sQo feltos as 
animogOes grWicas no computador, com exemplos detalhados, num 
artigo de Renoto Oegiovoni. Tudo isto usando a prdpria animogdo; 

Ailventures - Num artigo asslnado por Luiz Moroes, voc& irO penetrar no 
Mundo dos Adventures de uma torma Ingdita. Aldm disto, reservamos 
para vocd um brinde especial; 

Zona franca - Nesta parte do Digital BOOK qusm manda 6 o usuQrio de 
MSX. Voc@ irQ descobnr coisas ainda ntlo pensadas sobre o seu micro. 

E Isto nQo 3 tudo, mas deixarerros para os usuOrlos do Oiglral BOOK o 
sobor do descobefto. 





irMiiC';;ji:«ii.iti:i;^:;3CvR 
ir:xiii.«?f:Hijniirj;i;,m.M« 



' * DWtal BOOK 6 compflffvel com o padrQo Mkirosol de intertoce de 
drlvs (Mlcrosoi, Expond«, 1TX, Laser) 



Langamento ATI Editoro, apolo editorial MICRO SISTEMAS. 



A impressao de 
caracteres 



FBOGRAMACAO 

Z80 



Gerenciar a impressao de mensagens no vfdeo e uma das 
primeiras preocupacoes do programador em linguagem Assembler. 
Saiba, entao, como contornar os principals problemas. 



.Renato Degiovani 



Um dos primeiros problemas que se tem, quando do 
im'cio de um projeto de software, 6 com a visualiza- 
gao daquilo que efetivamente est^ acontecendo, em 
termos de entrada de dados e mensagens. 
De fato, sem solucionar de antemao o problema da impres- 
sao no vi'deo, nenhum programs pode seguir adiante no seu de- 
senvolvinf^ento. 

A Sepao Progranna^ao Z80 vai iniciar sua participapao, em 
MICRO SISTEMAS, tratando da impressao de caracteres e 
strings, naquela que se convencionou chamar de tela de texto. 

O CONCEITO DE OCUPAgAO 

Todos OS micros possuem rotinas ns ROM que executam a 
tarefa de gerenciar as informapoes impressas no vi'deo. Cada 
um soluciona o problema de acordo com as especif ica^oes t^c- 
nicas da miquina. Nao poderia ser diferente, pois os sislemas 
operacionais sao projetados para mSquinas especrficas e nao 
como software transport^vel. 



O uso de recursos intemos da ROM nos obriga a aceitar o 
conceito de ocupaCsTo do vi'deo imposto por tais rotinas. Isto 
pode ser bom ou ruim de acordo com os resultados pretendi- 
dos pelo programador. Um fato, porfim, deve ser considerado: 
6 sempre mais diffcil trabathar com sistemas dos quais pouco 
confiecemos, ainda mais com o agravante de que informapoes 
sobre o funcionamento das ROMs normalmente sao Tidas co- 
mo "segredo industrial". 

Dai 6 muito melhor partir para um controle mais apurado 
do processo de impressao de dados na tela do vfdeo. ^ sobre 
isto que vamos tratar neste mes. 

Quando um caractere e enviado ao vfdeo, normalmente ele 
€ precedido de informapoes que visam postcioni-lo no local 
desejado peto programador, ou no local estabelecido pelo pro- 
grama. Tais informapoes podem ou nao ser convencionadas a 
partir do modo de operagao do microcomputador. 

Por exempio: o MSX estabelece uma tela de texto de 24 
linhas por 40 colunas; o Spectrum, 24 por 32; o TRS-80, 
16 por 64; e o CP/M, 24 linhas por 80 colunas. Desta forma. 



Listagem 1 



PROOBATIASfiO Z80 



Rotind CHR5 



imprime o conteudo do registrador A como 
um caracter ASCII, na ultima posi?3o de 
lmpresa3o. 

Nenhum outro regiatrador ^ alterado. 



COL: 

ULC: 



DEFW 
DEFB 41 



CHEtS; 


CP 19 

JH CCHRO 


1 


CHRO : 


CALL SALUA 



CHEtl 



LD HL. (COL) 
9 
C 
A 

NZ,CHR3 
L,0 
H 

A.H 
24 
MC 



SUB 

RET 

DEC 

JH 

LD 

INC 

LD 

CP 

RET 



;Var linha x coluna 
1 01 1 ima col una *■! 



iT«sta ci5d:qo3 de con- 

; trole. 

iDeflna aqui a rotina 

;de acordo com as ca- 

;racterl3ticas de cada 

:nicro. 

iSalva as reglstr. 

;H-linha L-coliitia 

I Ignora cdd igos a 9. 

-.Heconhece Line Feed. 

i Col una . 
iFr<}xiina linha. 

;Ou 16, depeiidendo do 
;nlcro. Poderia saltar 
ipara um scroll. 



CHE2: 
CHB3: 



CHR4: 



CURS: 



CHH6: 



CHR7; 



CKHS: 
CKR9: 



LD 

REl 

DEC 

JB 

CALL 

JR 

SUB 

JH 

INC 

LD 

CP 

JEt 

JR 

DEC 

JR 

DEC 

LD 

CP 

JR 

LD 

DEC 

LD ■ 

DEC 

LD 

CP 

RET 

JR 

DEC 

JR 

DEC 

JR 

DEC 

JR 

LD 

JR 

RET 



(COL) ,HL 

A 

NZ.CHB4 
CLS 
CHR8 

MZ,CHR5 

L 

A, (ULC) 

L 

C,CHH2 

CHRl-2 

A 

NZ,CHR? 

L 

A,L 

*FF 

NZ,CHR2 

A, (ULC) 

A 

L.A 

H 

A.H 

tFF 

Z 

CHR2 

A 

Z,CHBI 

A 

Z,CHEt6 

A 

NZ,CHR9 

HLjO 

CHR2 



;Reconhece CLS. 



iSalta cut] 12 e 1 't e 
;reconhece -> 

iOltima coluna p/in- 
ipressSo. 

;EKecuta Line Feed. 
iReconhece <- 



lExecuta retorno de 
; 1 inha - 



iOu um acroll descend. 
iReconhece v 

[Reconhece " 
iReconhece HOME. 



:PodeKi ser definidos 
:a<HJi outros cddiqog. 



13 



Listagem 2 



PROGRAMACAO Z80 Rotina PRINT 

Inprine a atring apontada por HL. 



PRINT; LD 
IHC 
CP 

RET 

CP 

JR 



A, (HL) 

HL 

13 

Z 

12 

Z.PBINO 



CALL CHRS 

Jfi PRINT 

PEINO: LD D, (HL) 

INC HL 

LD El, (HL) 
INC -HL 

LD (COL) ,DE 

JB PRINT 

;Exeinplo de utilizagSo: 



LD HL.MSOl 
CALL PRINT 



nSDli DEFB 12,10.4 
DEFM 'TESTE.' 
DEFB 13 



Obten o cairacter. 
Testa final da string. 
Definicao de posigao. 

Imorime o caracter. 
D - llnha 
£ - CO 1 una 



pode-se dizer que o MSX possui um arquivo de imagens de 
960 posiqoes; o Spectrum, 768; o TRS-80, 1024; e o CP/M, 
1920. 

Tais posi^oes podem ser referenciadas de duas formas: po- 
sjgao absolute — corresponde ao enderepo real da posi^ao 10 a 
1023 no caso do TRS— 80) — ou posipao relativa, atravds das 
coordenadas linha x coluna. 

^ muito mais simples e rSpido, em termos de programa- 
9ao, gerenciar o vi'deo por posipoes absalutas, ou seja, pelo 
$eu endere^o real dentro do arquivo de imagem. Por^m, isto 
nao i prStico pois exige o respeito total ds caracterrsticas de 
hardware do micro. AI6m disto, em algumas situafSes tal t6c- 
nica ^ invidvel. ^ o caso, por exempio, do MSX operando em 
Screen 2 e do ZX— Spectrum. Ambos possuem um arquivo 
de imagem de 6.144 bytes e cada caractere ocupa exatamente 
8 bytes. 

A saCda mais coerente e adotar um sistema padrdfo de refe* 
rencja por coordenadas linha x culuna. O mapeamento do vt'- 
deo, em termos absolutos, prejudica bastante a diagramagao 



Listagem 3 



PBOGRAMACAO Z90 Hotm* DIEP 

Inprlme a str mq posterior & chamada . 



DISP: POP HL 

LD A,{HL) 

IKC HL 

PUSH HL 

CP 13 

RET Z 

CP 12 

JR Z,DISO 

CALL CHRS 

JR DISP 
DISC : POP HL 

LD D. (HL) 

INC HL 

LD E.(HL) 

INC HL 

PUSH HL 

LD (COL) ,DE 

JR DISP 

iExenplo de utilizagSo: 



CALL DISP 
DEFB 12,10,4 
DEFH "TESTE." 
DEFB 13 



ObteD o caracter. 

Teata final da string. 
DefinicSo de poBi^So, 
Inprine □ caracter. 

D - linha 
E - coluna 



13 



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A IMPRESSAO DE CARACTERES 



Listagem 4 



PnOGHftKACfiO 280 Rotina MEGB 

Imprinie a string definida pelo apontador. 



MSQR: 



KSGO: 



MSGl: 



tIS02: 



LD 


A. (CE) 


OR 


A 


RET 


Z 


LD 


UL , MSC2 


LD 


B,A 


LO 


A. 32 


CP 


(HL) 


INC 


HL 


JR 


Nz , nsco 


DJNZ 


HSGO 


LO 


A, <HL) 


CALL 


CHRS 


LD 


A, 32 


CP 


(HL) 


INC 


HL 


JR 


NZ.nSGl 


INC 


DE 


JR 


MSGR 


DEFB 


32 


DEFM 


"ERRO " 


DEFM 


-grop " 


DEFM 


"DRIVE " 


DEFH 


"NO ' 


DEFM 


'FOR& " 


DEFM 


"DE " 


DEFM 


'NftO " 


DEFM 


"FAIXA " 


DEFM 


"PHOTEGIOO 



tObtcm um cddi9o da pa' 

; lavra. 

;Hetorna no final, 

iliiicio do buCfer de 

ipalavras. 

;Final da palavra. 



ilapriine a palavra. 



;Fr(l;iiina palavra. 



jEKemplo de utillzacSo: 

LD DE.ERRO 
CALL nSGR 



ERRO : DEFB 3,5,6,8,0 

iPiensagem 'drive fora de faika' 



das mensagens, ao passo que as coordenadas podem servir para 
qualquer tipo de tela ou micro. 

Podemos aproveitar ainda a oportunidade e padronrzar o 
com portamento de certos cbdigos de controle. As retinas apre- 
sentadas nesta se?ao nao pretendem ser definitivas e nem mes- 
mo a melhor solugao, porem resultam de anos de experiencia 
em programa^ao Assembler e da observa^:ao cuidadosa de di- 
versos sistemas operacionais. Estuda-as com atenpao e faga as 
adaptapoes que julgar necessirias. 

Uma outra vantagem do mapeamento linha x coluna 6 que 
sempre ser^ necessirio o cSlculo da posi^ao absoluta para a 
perfeita alocapafo do caractere. Se tomarmos a simples provj- 
dencia de salvar o enderego desta posipSo numa varifivel, entS'o 
teremos h nossa disposigao o acesso aos dois sisiemas de ma- 
peamento. PratJco, naoe? 



Listagem 5 



PBOCHAnACAO ZSO 



Rotina EALVA 



Rotina para aalvar o conteiido doa regia- 
traaorea. Somente A t aLterado. 



SKO: 



DEFU 



; Varidvel 



SALUA: LD 
EX 



(SKO) ,HL 
(EP) ,HL 

(SALVO+l) ,HL 



LD 

PUSH OE 
PUSH BC 
PUSH IX 
PUSH lY 
LD HL.BETOE 
PUSH HL 
LD HL.<SKO) 
SALVO: JP 



RETOH; POP 
POP 
POP 
POP 
POP 
RET 



lY 
IX 
BC 
DE 

HL 



14 



^■. 



A Onica observapao a ser feita ^ a de que nao se deve abusar 
dos caracteres de controle, pois isto sobrecarrega o funciona- 
mento das rotrnas envolvidas e torna o processamento mais 
lento. 

Como norma, costume adotar para a rotina de impressSo de 
caracteres apenas os c^digos que nao requerem operando, ou 
seja, CLS, HOME, Linefeed e movjmentos do cursor, deixando 
para a rotina de impressao de strings as outras funcoes. 

A IMPRESSAO OE MENSAGENS 

Normalmente temos que imprlmir maisde um caraotere em 
sequencia. A esta cadeia de caracteres damos o nomedemen- 
sagem, ou melhor, string. 

Existem apenas dois tipos de strings: aquelas que sS'o im- 
presses apenas uma vez pelo programs e aquelas que sao usadas 
por mais de umarotina do programa. 

Mensagens especrficas, do tipo"COLOQUE O DISCO X..." 
slo impressas apenas uma vez e a sua defini^ao, dentro do pro- 
grama, pode se dar logo ap6s a chamada h rotina de impressao. 
Isto simplifica a programa?ao e torna o fonts do programa des- 
compiicado. 

Por outro lado, mensagens do tipo "ERRO NA DIGITA- 
QAO..." ScTo usadas em diversas ocasioes e 6 melhor que a sua 
definipao se de num buffer de mensagens. Desta forma, ao ser 
necessaria, ela ser^ referenciada por um apontador, normal- 
mente HL. 

Um terceiro tipo de impressao de mensagens 6 composto 
por um banco de deflnigao de palavras e um c^digo relativo. 
Tal sistema 6 muito usado pelos software de acesso e controle 
de operaQoes em disco, devido ^ grande Jncidencia de certas 
palavras, tais como DRIVE, DISCO, NAO, ARQUIVO etc. 



Nos exemplos apresentados, adotel o c6digo 12 para indica- 
qSo de local de impressao e o c6digo 13 para indicar final de 
mensagem. No caso da rotina MSGR, o c6digD indica final 
de mensagem, o c6digo 1 indica a primeira palavra, o cddigo 
2 a segunda e assim por diante. 

ROTINA SALVA 

Normalmente as rotinas de servipo, tal como a rotina 
CHRS, pressjpoem a execupao de uma tsrefa sem a necessi- 
dade de alterar o conteudo dos registradores que nao sao uti- 
lizados. Usa-se, tiestes casos, series de instrutoes PUSH e POP. 

resultado 6 satisfat6rlo, por^m rotinas com tais caracte- 
n'sticas precisam ser operadas sempre de um mesmo ponto 
inicial, bem como, a safda, deverd eslar sempre locattzada uma 
s^rie de POPs. Isto obriga o programador a ter um controle ri- 
goroso sobre os desvios e retornos. 

A rotina SALVA 6 um sistema altenativo que, al^m da mes- 
ma eficiencia dos PUSHs e POPs normals, permlte que a estru- 
tura da rotina de service seja muito mais flexfvel. programa- 
dor passa a ter muito mais liberdade de a^ao e nao precisa se 
preocupar muito com o que acontece com os PUSHs e POPs, 

Estude esta rotina com calma e voce verA a grande diferenga 
que ela faz num programa. Para usd-la, basta Intciar qualquer 
rotina com CALL SALVA. 



A Sa<^o ProgtamaifSo Z80 asti aberta a todos as programadorM, 

estudantes e usuirios interessados em Assembler. Escreva para 
MICRO SISTEMAS, em casa de diitfida, ou sugerindo a^ectos 
da programagSo em liffguagem de mAquina que voc§ gottaria qua 
fossam abordados. 



Renato Degiovani ^ DireTor-T^cnico de MICRO SISTEMAS 





SOFT PLUS 


SISTEMAS APLICATIVOS PARA 
IBM PC, APPLE E TK2000 






atuma/Proflrama 


IBM PC 


Apple CP/M.8D COL 


TK2000 






Controle de Ettoque 


Controla estoQue, fornec, ver>das, co 
micsoee e paga memos de vended ores. 
Cz6 23.000,00 


Controla at4 700 Itens de estoqje. 
Para um ou dois acionadores de disco. 
CzS 14.900,00 


Controla atd BOO iiens de estoqua com 
apenas um acionador de disco. 
Cz& 3.500,CO 






Contas a Pager 


Organiza b conirola as obrig. para c/ter- 

ceiros. a\6n\ do cadastramento de for- 

nec. 

Cz9 23.000,00 


BREVE 


ContrOla ati 700 pagtos. com apenas 
um scionadorde disco. 

Cz5 3.500,00 






Contas 3 Heceber 


' 

Geroncia os receb. Ibcos., clientes. tft. e 
vended ores). 
C*S 23.aX).00 


BREVE 


BREVE 






Faturamento 


M6dulo p/uso com Contas a Receber. 
Cadastra MP's e ernite duplic a fat. 
Ci9 23.000,00 


BREVE "" "' 


nAo disponiVel 






Mala Direta 


Cadastramento, relat6rios e etiquetas 
em uma ou duas colunas. Busca por 
c6d., name, Cep, cxtade e UF. 
CzS 18.000,00 


Parmite realizar ati 1000 cadastramen- 
tos com um oj dois acionadores. Eti- 
quetas em uma^duas colunas. 
Ci9 12.000,00 


Cadastramenio de ati 1000 reoistros 
com apenas um acicnador. Etiquetas e 
relat6rio$. 
CzS 3.500,00 






Cadaitro 


BREVE 


Cadattro para multiplas finslidades. Lis- 
tagem na teia/impcessora. Etiquetas em 
uma/duas colunas. 

C2} 14.900.00 


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Prefos vSlidos at* 15.07.88. Gatantia da 6 (seis) meses. 

Acompanha MANUAL encadBrr>ado com 1 ditquete de 5.1/4 do Sistema 

Implantagao e treinamento, se necassSrio, (vSlido oara a prafa do Rio de Janeiro) acrescido de 20%. 

Tftlas e re1at6rioa person a i iz ados com o name do uBu&rlo. 

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COHPUTAp&O - AV. HIO BRANCO, 168 - LOJA 217 - 20.043 RIO OE JANEIRO - RJ. 





























Terminais de vfdeo: 
todo cuidado e pouco 

Se voc^ 6 um profissional liberal e estS comecando a utilizar a 
inform^tica, conheca aqui alguns dos problemas ocasionados pelo 
uso sem crit^rio dos terminais de video e aprenda a reduzi-los. 



.Angelo dos Santos Soares 



Com a crescente informatiza^go da nossa sociedade, muitos 
profissionais cofnegam a usar os terminais de vfdeo como um 
instrumento de trabalha. Estima-se que por volta da 1990, 
mais da metade da mffo-de-obra, nos pafses desenvolvidos, e 
uma signilicante parcels da populaplTo urbana no tercairo 
mundo, estarSa usando esses perifSricos no seu trabalho diSrio. Assim, 
toma-se urgente conhecer alguns dos problemas que adv^m da utiliza- 
fito dos tsrminais de vfdeo a fim do poder minimiza-los, \& que, na 
maioria das vezss, nSo se pode evitd-los, 

O problema mais comum, encontrado enire os operadores de vfdeo, 
6 a astenopia — cansafo ripido dos 6rgaos visuals. Seus sintomas sSo: 
diminui^ab da acuidade visual; cansa^o e dor nos olhos; dor de cabe<:a, 
no pescoco e nas costas. AI6m disso, as pessoas que jS possufrem pro- 
blemas de visSo (miopia, astigmatismo, etc, 1 os terSo agravados pelo uso 
de terminais de video. 

O principal fator, que pode minimizar este problema, no local de 
trabalho, 6 a iluminapao. As condi^oes 6timas de ituminaqao dependem 
de varies fatores: caracter fsticas da tela, do teclado, posicionamento 
com rela^ao as janelas e aos ponios de luz, dentre ojtros. 




Figura 1 — Disposipao dos elerncntos que compoem o trabalho com 
vfdeo. 1} Trabalhar principalmon te com video; 2) e 3) Trabalhar 
principolmente com documentos; e 4} Atividade mista {vfdeo e 
dacumentos). Fonts: Buchberger, J. "El Trabajoan Ordanadoret da 
Pantalla". San Sebastian. APA, 7985. 



As caracterfsticas da tela sSo importantes para a diminui^So do de«- 
conforto f fsico do operador. O tamanho da tela devard ser de 250mm 
por 200mri; o tamanho dos caracteres deveri ser, no minimo, 3mm e 
no mSximo 5mm; o espacamento entre as Mnhas deverfiserde 50 a 150 
por cento do tamanho do caractere. Para estas dimensdes, a distSncia 
entre o operador e o vfdeo deverd ser de 400mm a 900mm. As letraJ 
sSo, geralmente, claras sobre um fundoescuro. Entretanto, paraavisffo, 
o cortrdrio 6 melhor — letras escuras sobre um fundo claro — pois hd 
uma redu^^o dos reflexes na tela do vrdeo. 

O teclado, para minimizar a fadiga e o dasconforto f fsico do opera- 
dor, deve ser independente e m6vel, colocado k frente do dispositivo 
mais usado (porla-documento ou vfdeot. A figura 1 moftra as possibi- 
lidades de disposipao dos vfdeos. As mesas, onde esses sSo colocados, 
devem ser grandes o Suficiente para permitir o posicionamento adequa> 
do, deixando espapo para o trabalho escrito. As cadeiras devem ser 
aiustdveis com apoio para os bragos e encostos tamWrti ajustSveis, de- 
vendo ainda sor utilizado um repouso para os p6s, segundo as necessida- 
des individuals, a fim de se evitar que pessoas com uma estatura mais 
baixa fiquem sem tocar o ch5o. A postura do operador deverd ser se- 
melhante k figure 2. 

POSICIONAMENTO 

Os vWeos devem ser posicionados, sempre que potsfvel, paralela- 
mente uns aos outros para evitar os reflexos mutuos. 

Sempre que possfvel devem ser colocados entre as fileiras das lumi- 
nirias, como podemos observar na figura 3. 

Para eliminarmos o reflexo na tela do vWeo, proveniente das janelas, 
devemos tomar as seguintes precau<:des: 

• colocar cortinas de cores neutras nas janelas; 

• colocar o vfdeo a 90 graus, tab longe quanto possfvel, das JBnel8S;e 

• nunca colocar o vfdeo imediatamente atrSs ou na frente de uma ja- 
nela. 

Deverd haver uma mtstura entre (uz artificial s luz natural, no local 
de trabalho com o vfdeo. A artificial deverS ser dotada de um dimmer 
para que se possa controlar a sua intensidade, conforme mudan^as na 
luz natural. A luminosidade da tela deve ser a mesma do documento a 
ser digitado e a luminosidade da sala deve ser menor que a da tela. 

A imagem na tela do vi'deo deve ser a mais estivel possfvel com o 
objetivo de se minimizar os danos provocados pelo efeito flickar, que 
ocorre quando se fomia a imagem na tela. A imagem t formada at'ravSs 
de um bombardeamento de elStrons numa tela revestida com dtomos 
de f6sforo. Os elitrons nunca atingem exatamente o mesmo ponto da 
Tela, ocorrendo assim jma oscila^ab m formapSo da imagem (flicker) 
que results numa varia?5o da intensidada da luminosidade na forma^So 
da imagem (os caracteres parecem tremerj, 

ificker 6 respons^vel pelo aparecimento da fadiga visual e da epi- 
lepsia fotossensitiva, cuja causa principal i a oscilaqao da luminosidade, 
sendo mais comum nas mulheres e nas crian^as de seis a 12 anoi. 

VtbEOX ABORTO 

O ponto mais polSmico, com relapao ao uso dos vfdeos, i, lem diivf- 
da nenhuma, o problema da radiac§o. O vfdeo 6 composto por um tubo 
de raios cat6dico$ ITRC) qua emite um feixe de elStrons que ao impac- 



16 




Figure 2 — Local da trabafho com terminat de vfdeo. 1) Posifao da tela ajusrivel; 
2) Porta-documen tos; 3f Cabos fora da patiagem; 4) VSo Uvrs para as pernas; Sf VSo 
livre suficiente para as coxas embaixo da mesa: 61 Superficies livres para a/gum trabafho 
tobre a mesa; 7) Angulo dtimo de visao; 8) Suporte para as castas ajustivel; 9) Coxas sent 
compreisSo; tOl Cadeira regulSvel a altura dti operador; 1 11 Cade'tra giratdria com base 
estAvel fcadeira com rodas nao 4 recomendSval em chao dura e liso); 12) Descamo para 
OS p4s podem ser necessdrios especiatmante so a cadeira nao for regulivel;e 13) VSo livre 
adequado aos ioelhos B pis. Fonte:0/T. 



Persianaa de laminaa, 
Janela& 



cortiijas- 



linha das luifiinarias- 




Local de Trabalho com Video. 



llfiha das Luminarlas- 



o 



lo 



(D 



o 



Pigura 3 — Disposifio da iluminofib em local's com Janelas. Fonte : Buchberger, J. e 
outros. "El Trabsljo «n Ordenadores de Pantalla". San Sebastian. APA. 1985. p. 58. 



*- 



tar a tela, revestida com atomos de fftjforo, emite uma radiagaovisfvel 
— vista palo operador na forma de caracteras — e radJacSes elettomagnft 
ticas — raio X, ultravioleta, infravsrmelho, ondas curtase camposmag- 
n^ticos. Embora ainda nab se tenha comprovado, conclusivamente, sus- 
peita-se que o trabalho com video seja responsSvel pelo aparecimento 
de cataratas, opacidade do cristalmo do olho;dermatites, rachaduras no 
rosto e nas nnaos; e problemas de reprodu^S'o, abortos, mi forma^ao fe- 
tal e nascimentos pmmaluros. 

A polemica vfdeo n aborto teve in(cioem 1980 quando o jornal ca- 
nadense "Toronto Star" noticiou que quatro de sete crianoas, cujas 
mSes trabathavam no mesmo escrit6rio, durarte o mesmo perfodo, com 
terminals de vfdeo, tiveram defeitos congenitos. A partir de entSo, ini- 
ciaram-se pesqulsas em vSrios pafses, para secomprovar <ou nl'o) a cor- 
relagao vi'deo/aborto. t interessante notar que, mesmo nos lugares onde 
se acredita na nSo existencia desta correlac^o, as gestantes sSo dlspensa- 
das do trabalho com vfdeo, sem a perda de seus vencimentos. Na Bp/I 
Telephone Company, no CanadS, quatro gestantes gantiaram, na justiqa, 
direito de nao trabalhar com vfdeo durante a'gravidez, sem a perda de 
seus vencimentos. Assim, enquanto nao se tern uma resposta conclusiva 
sobre este problema. o mais sensato 6 avltar o trabalho com vfdeo du- 
rante agosta<fSa. 

Finalmente, urn dos aspectos mais importantes: o tempo de expos!- 
f;So frente aos terminals de video. Segundo a Organizapao Internaclonal 
do Trabalho (OIT), a dura^ao de atividades que exigem o uso intensivo 
de terminais de video nao deve ser superior a quatro horas com pausas 
de 15 mtnutos a cada hora e meia de trabalho. Podemos observar na fi- 
gLra 4 o aumento de problemas, quase diSrios, conforme o acresclmo da 
durat;ao do trabalho com vfdeo, sem pausas. 



28 r 



20 



I :\ ardor na vista 

1 dor de cabega 

^Mdorea na coLuna 



10 



122) 



(17) 



fHi, 110) (10) 



15) 





menoa cle 
0.5ftora 



0.5-1.5 
horas 



1 5-2.0 2.0-2.5 acima de 
horas horas 2.5 horaa 



Figura 4 - Porcentagem de reclarra^oes quase didn'as/maior Jornada de 
trabalho com video sem pausas. Fonte: Canadian Labor Congress, 
Labor Education and Studies Center. 



17 



Temos, assim, alguns dos problemas que aparecem com autilizapSfo 
dos terminais de vfdeo. Se as recomenda^des, aqui sugeridas, foram se- 
guidas, estes problemas podem ser minimizados, oferecendo, a quern 
trabaiha com esses perifSricos, um ambiente de trabalho mais saudAvel 
e menos estressante. 



Angelo dos Santas Soares e ^ngenheiro de Ptodu^So e Analista de Sis- 
temas, cursando o mestrado em Administra^ao de Ertipresas na PUC — 
SP. Ele tamb^m 6 autor do livro "O que i Informatica", edilado pela 
Ed. Brasiliense. 



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Software 



Se o seu microcomputador da finha IBM-PC compatfvef 

ainda produz textos com '"sotaque americano", entao voce 

precisa mutto conhecer o processador de texto Carta 

Certa //, desenvoMdo pefa empresa Carioca Convergente. 



Escrevendo com o 
Carta Certa II 



Desde o surgimento do primetro mi- 
crocomputador no cendrio mundial, to- 
do usudrio ou future usuSrio vem sendo 
cortejado pels possibilidade de abando- 
nar de vez a mdquina de escrever e os in- 
comodos da sua operapS'o, trocando-a 
per uma outra mais "inteligente" e ami- 
g^vel, constitui'da pelo micro de sua pre- 
ferencia e "aquele" processador de 
textos. 

Quando a microinformdtica aportou 
no Brasil, trouxe consigo a mesma pro- 
messa. Lotes e mars lotes de processado- 
res de textos vieram em seu rastro, mas 
infelizmente todos tjnham urn sctaque 
um tanto estranho e uma total incapaci- 
dade de "pronunciar" certas si'labas de 
algumas paiavras do nosso idioma. 

Infeliz do escritor que pretendesse 
que seu personagem fosse ca?ar na flo- 
resta (ao inv^s disso o pobre coitado iria 
"cacar"). Se a palavra levasse um til en- 
tSo nem se fala. Era uma colsa de indig- 
nar Machado de Assis e de enlouquecer 
qualquer programador de tanto decorar 
c6digo de controle de impressora. 

So quem se utilizou de um desses 
processadores 4 que pode 1alar o quanto 
o resultado era perigoso em algumas si- 
tua^oes. Basta dizer que se a Bi'blia ti- 
i/esse sido escrita nessa ^poca, Eva teria 
comido um "maca" ao inv^s de uma ma- 
pa, o que tornaria o pecado original um 
absurdo ato de glutoneria. 

Felizmente alguns produtores de 
software, preocupados nem tanto com o 
aspecto religioso da questS'o mais sim 
com o lado pr^tico, se dispuseram a de- 
senvolver produtos mais adequados A 
nossa realidade. 

Um desses produtos e o Carta Certa 
It, uma segunda versS'o do CARTA 
CERTA, desenvolvido pela Convergente 
Desenvotvimento de Sistemas Ltda., 
cujas caracterfsticas voce ird conhecer 

18 "^ 



agora atrav^s da andlise realizada em 
nosso CPD. 

caracteriSticas do 
carta certa ii 

Carta Certa apresenta algumas ca- 
racten'sticas que chamam a atenp^o logo 
de infcio: o menu do programs ocupa 
somente as quatro primeiras Itnhas da 
tela permitindo uma boa visuallzapao da 
drea de texto, o que nSo ocorre com a 
maioria dos processadores. 

Todos OS comandos de operapffo do 
programa sao dados atraves da pressSo 
da tecia referents A sua inicial. Dessa 
forma, nffo e precise decorar um grande 
numero de combina^;oes complicadas da 
lecla CONTROL, e isso resulta numa in- 
cn'vel facilidade de aprendizado para o 
usu^rio. 

N5o 6 preciso se preocupar com a 
formataQto na hora de escrever o texto. 
texto toma a forma de um arquivo se- 
qijencial em ASCII, que permite grande 



portabilidade entre outros processado- 
res. Os comandos de formatagSo sao in- 
sertdos no prbprio texto, o que permite 
altera?6es futuras sem nenhum trauma. 

Alem disso, as paiavras podemser di- 
gitadas sem qualquer preocupagS'o com 
a divisao silabica. O programa se encar- 
regar^ de fazer a correta separapffo das 
si'labas na hora de imprimir o texto. 

Outra caracteri'stica interessante 6 a 
presen^a das teclas program^veis, que 
permitem o armazenamento das muitas 
frases de utiliza^So tao comum na dati- 
lografia comercial. 

A acentuaqao i obtida diretamente 
do teclado, sem que seja necess^rio qual- 
quer matabarismo atraves de envio de 
c6digos de controle para a impressora. 
Ela e feita da mesma forma que nas md- 
quinas de escrever, bastando teclar o 
acento seguido da letra. O unico proce- 
dimento pouco convencional S o da ob- 
ten^So do ^: tecla-se qualquer acento 
seguido da letra C. 

Nffo so OS acentos s?o facilmente ob- 



t3r.g%!!« ISIS' izs te., te!; fes. i^ 



Mtiwwm 



mat: n 



■ : : ..: :.,.. : ..: :,.4 



».Ki,»aftd>4 



iJSSi^.vA!^ *»-' "5^ c-t" ■ «*« * *-*" 



Foto 1 
— Tela do programa. 



W mna mi» mknr • OBim II It (&OB0L4 



tidos (e visualizados na tela) como tam- 
b^m alguns taracteres que faltam at^ 
mesmo na maioria das maquinas de es- 
crever, como o 9 e ?. Basta teclar ALT sf 
guido de ou A, respectivamente. 

O Carta Certa II tamb^m possibilita 
a visualizagao direta do texto formats- 
do, isto e, OS trechos do texto contendo 
negrito, sublinhado, letras expandidas, 
etc., podem ser vistos diretamente no vi'- 
deo. em modo grafico, da mesma manei- 
ra como saira na impressora. 

Aos varies formates de impress^o ja 
esperados, soma-se o formato multico- 
lunado que permite que o texto seja dia- 
gramado dentro do Carta Certa II, sain- 
do dai'diretamente para o fotolito. 

programa permite tamb^m a i/isua- 
liza^ao integral em modo grafico de uma 
pSgina de texto (entenda-se como pAgi- 
na a foiha de papel e nSo a tela), permi- 
tindo que o usiidrio veja a composicao 
visual do seu texto, sem a necessidade 
de imprimir no papel. Essa caracteri'sti- 
ca e conhecida como "What you see is 
what you get" (o que voce ve e o que 
vocS tern). 

Quanto ^ simultaneidade de' proces- 
samento, G Carta Certa II permite man- 
ter em membria at^ nove arquivos e 
acessa-los atraves de "janelas", possibili- 
tando insercao, modificaipao e transfe- 
rencia de conteudo entre eles. 

Alem disso, o programa permite Ida 
e volta ao sistema operacional, busca de 
palavras e sua substituipao, delimitagafo 
e transferencia de blocos de texto, im- 
press5o encadeada, numeracS'o de pagi- 
nas e itens do texto, manipulagao de ar- 
quivos graficos (permite a manipula9ao 
de graficos do Lotus 1-2-3), mala direta, 
impressS'o de etiquetas e importapSo de 
dados, possibilitando a impressao do 
conteudo de campos de arquivos cons- 
trufdos fora do formato do Carta Certa 
II, como por exempio o dBase III. 

Mas de todas as caracterfsticas, a 
mais surpreendente ^ o back-up autom^- 
tico do arquivo de texto, que i ativado 
de duas maneiras: apos quatro segundos 



de pausa na digitapSo do texto ou apds 
a digitapao de 15 linhas de texto. 

Todos OS usucirios que j^ viram o seu 
texto ir por 3gua abaixo por causa de 
uma faiha na rede eletrica saberao reco- 
nhecer o real valor dessa caracteri'stica 
do programa. 

USANDO O CARTA CERTA II 

O disquete do programa vem acom- 
panhado de dois manuais: o nnanual de 
operapSo do Carta Certa e o manual 
complementar do Carta Certa II, que 
contem todas as novidades introduzidas 
na nova versao, Ambos os manuais sao 
muito bem feitos, sendo a sua qualidade 
aprovada tanto na apresentagS^o quanto 
no conteudo. O computador utilizado 
para o teste foi urn XT-2001, da Micro- 
tec, com 512 Kb de memoria, o mi'nimo 
para que se possa usufruir de todas as 
possibilidades do programa. 

A carga do programa e um pouco len- 
ta devido ao fato dele ser protegido pelo 
Sistema Caipira da Modulo Informatica, 
que identifica no disquete o numero de 
s^rie exclusivo referente a cada copia do 
Carta Certa II. 

Embora o programa tenha seu cbdi- 
go-objeto criptografado, protecaio para 
debug e teste de validade do numero de 
s^rie, ele pode ser copiado para um ou- 
tro disquete. A diferenpa b^sica ^ que 
a c<5pia deve ser arquivada pois ela nao 
"roda". O programa so executa a par- 
tir do disco original. 

Em caso de problemas no original, 
ele deve ser reformatado atraves do for- 
matador do Caipira que vem no disco 
original (este formatador nao danifica a 
protecl'o) e o conteOdo da copia devera 
ser devolvido ao disco original. 

Como se ve, embora protegido, o 
Carta Certa II nao traz maiores inconve- 
nientes para o usu^rio. 

Logo apds a carga, o programa solici- 
ta um disco formatado para ser usado 
como disco de trabalho e, apos sua in- 
ser?So, vai para o rrienu principal. ^ 

A utilizapSo da inicial de cada co- » 




□Qii ziLat+EFg 



[? 



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tamanho A-^, gaslando 1/3 do tampo Oo 

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Foto 2 — Formato 
"jaitSa da pigina". 



19 



msos 



UNGUAGEM 'C 

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ELETRONtCAP/ 

MANUTENqAO 

EM INFORMATICA 

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AUNHAMENTO 

E MANUTENCAO 

DE DRIVES 

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MANUTENCAO DE MODEMS 



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tM;KbVbNDU COM O CARTA CERTA 1 1 



mando do programa 6 xSo pratica que 
chega a dispensar a leitura do manual na 
hora de se digitar o texto. Como p6de 
ser visto, o manual s6 foi necessdrio no 
momento de se inserir os comandos de 
foimatap^'o e, mesmo assim, foi logo 
dejxado de lado ap6s a constata^^o de 
que estes comandos tamMm obedecem 
a regra das iniciais. Exempio: Para se co- 
mandar o avanpo da p^ina deve ser in- 
serido no texto o comando "P" {os co- 
mandos devem ser colocados entre os si- 
nais "<" (menor quel e ">" (maior 
que). 

"MS^IO" signifrca "margem superior 
igual a dez"; "iMC=4" significa "infcio 
de mijltiplas colunas igual a quatro", o 
que determina o ini'cio de um texto com 
quatro colunas. A utilizapcTo dos coman- 
dos 6 muiio simples e a quantidade de 
comandos 6 bem superior 3s necessida- 
des do m^dio usuSrio. Para se ter uma 
idiia, existe o comando "TM=ELITE": 
quando a impressSo chega a esse ponto 
do texto, ela e interrompida e aparece a 
mensagem "TROQUE MARGARIDA 
PARA ELITE". Quern tern uma impres- 
sora daisy wheel sabe o que isso repre- 
senta. 

Falando de impressora, todos n6s co- 
nhecemos a grande diversidade desses 
perifSricos A disposigSo no mercado e 
tamb^m estamos cientes dos problemas 
de padrSo (ou de falta de padrS'o). O 
Carta Certa II possui virios arquivos 
contendo as tabelas das mais variadas 
impressoras (25 impressoras na vers5o a 
n6$ enviada), permitindo a instdla9?o do 
programa para funcionar com qualquer 
uma delas. 

Mas as melhores surpresas do Carta 
Certa II, al^m do texto multicolunado, 6 
a visualiza^S'o da p^gina e o back-up au- 
tom^ttco do texto. 

A visualizat^'o do texto em mode 
grifico acaba de vez com aquela s^rie de 
ajustes irritantes e com o desperdfcio de 
tempo e de papel, cada vez que preten- 
demos usar letras expandidas e compri- 
midas. Alem disso, existe o que o ma- 
nual chama de "jeitfo da pagina". Com 
ele, voc€ ve a pagina inteira, possibilitan- 
do por para fora os seus dotes de progra- 
mador visual sem precisar de provas em 
papel. 

Ja o back-up automStico 4 xSo pri- 
mordial para o trabalho profissional que 
chega a ser difi'cil admitir que muita 



Opiniao de usu^rios 



A virtude principal do Carta Orta II 4 
que elB € muito fScil de operar. Aqui na 
Petros todos OS setores estSo usando o pro- 
grama sem fazer curso. Todos aprendem 
com facilidade e qualquer duvido eu mesma 
tiro. 

Eu panicularmena acho gostoso tr^^a- 
Ihar com o Carta Carta II e sou sua defenso- 
ra quando se trats de compari-lo a outros 
processadores de texto. 

(Maria Crittina C. Tauares Parairs - Arw- 
lisia de Sisiemas ResponsAval peJs Area d« 
Micro da Fundapfo Pvirobrds - Rio da Ja- 
r»iro/RJ.) 

Nds ji o usamos hi um ano e meio, des- 
de a sua primsira versSo e estamos muito sa- 
tisfeitos com o programa. 

O principal 6 que d muito mais f4cil trei- 
nar as secretSrias nele do que em outros pro- 
cessadores de texto, pais ele 4 mais amig4- 
vel AI4m disso. a tacilidade da pragrsma^So 
de teclas 4 uma comodidade. 

O tento rf auto mat icamente salvo pare 
disco de tempos em tempos e, grofas a isso, 
tioje nSo perdemos mais t»xto por causa de 
piques de Iu2. 

(Adilson Rodriguss da Silva — Gflrenta 
de Sistemas e U^todas do Jomal Globa — 
Rio da Janeiro/RJ.) 

Eu acho esse processador de texto dti- 
mo. Eu Jd trabalho com ele desde maio do 
ano passado, tendo-o usado para fazer v&rios 



gente ainda hoje se contente com um 
processador de texto que nfo o possua. 

CONCLUSAO ^ 

Nesse momento do texto eu voltei 
com o cursor do Carta Certa II no modo 
rdpido e reir toda a parte do uso do pro- 
grama. Confesso que eu mesmo fiquei 
surpreso com o excesso de qualidades 
que descrevi semenumerar uma Cinica 
lalha. 

Pacifincia. Admitir todas essas virtu- 
des do programa 6 se render d evidencia 
de que ele realmente esta acima da m€- 
dia dos programas que estamos habitua- 
dosa ver e a usar. 

Para f inalizar, vou contar uma estori- 
nha que a prino'pio pode parecer um 
tanto deslocada, mas que serve perfeita- 
mente para que todo o usudrio possa re- 
fletir: 

Conta-se que o jovem Garrincha, o 
Anjo das Pernas Tortas, ao participar da 
Copa da Su^cia ficou maravilhado com 



trabalhos como a nowala "Corpo Santo" a a 
sinopse da novela "O/hopor Olho", aldm da 
outras coisas. Atualmerte estou trabalhando 
com o Carta Carta II no texto de um progra- 
ma chamado "Abolicffo". do inciter Avanci- 
ni, que irA ao ar na Rede Globo de Tete- 
visSo. 

Hoje em dia a minha maquina el4trica 6 
um tjicho pr^-historico. Depots do Carta 
Certa II eu nSo sabaria vi'^r sem o meu 
computador, ^ umavan^xil 

Com ele ^ mais facil corrigir o texto. Ele 
permite uma revisSo mais atenta, mais par- 
cimoniosa a iai com que o resultado final 
se/a um trabalho limpo. Isso tf fundamen- 
tal para qualquer novelista, ali4s para qual- 
quer escritar. 

(Wilton Aguiar Filho — Noveliila - Rio 
ds Janairo/RJ.) 

Gosto muito. acho excelente. N6s usa- 
mos desde a primeira versSa e aqui no Cen- 
tra de Informacdes nds o adotamos como 
software padrSo para processamento de tex- 
to em microcomputadores. 

Escolhemos esta por ser desmnvolvido no 
Brasil, ter todas as caracter isticas da nossa 
lingua, ser muita simples de usar e possuir 
inumeros recursos. At4 hoje nSo houve na- 
da qua nos guis4ssemos fazer que nSo pudes- 
se ser feita no Carta Certa II. 

IGeisa Batista d« Fraitst - Chefa da Di- 
v'rsAo da Atandifnanto ao Usufrio dai Lojat 
Americanes S/A - Rio dc Janairo/RJ.) 



um pequeno radinho de onde saCam os 
sons mais estranhos e a algaravia mais 
indecifrSvel, 

Sem pensar duas vezes, Man^ com- 
prou o radinho e na volta para o Brasil 
reuniu toda a famdia para mostrar a sua 
nova aquisi^fo. E at4 hoje se fala da in- 
crrvel decep^S'o do craque ao ligar o apa- 
retho e ouvir um samba-can^Jo de uma 
familiar locupJo em portugues. 

Man^ achava que uma coisa s6 pode- 
ria ser boa se ela viesse de fora do Pal's. 
Sera que voce tamb^m pensa assim? 



AnAlise de Luiz Fernandai da Maraa* 



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serSo impressfls. 



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VERSAO 2.0 - Com formaiador 
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Estes programas podem ser encontrados, com axclusividada, na Enigma Software - Rio de Janeiro, 



BALANQO 




Qual e seu tipo ideal ? 



Como est^ a relacao entre o micro e o usu^rio? 

O que eles pensam do computador ideal? 

Veja, nesta materia, o resultado da promocao 75 

do Clube do leitor. 



Apromogao 75, do Clube do Leitor, foi umaexperien- 
cia das mais gratificantes para nos de MS. Ti'nhamos 
como objetivo principal conhecer o modelo ideal de 
computador na opintao dos usuarios e leitores. 
Indiretamente, o que se procurava era uma idfiia mais clara 
e precisa acerca da forma como o usu^rio encara o seu pr6prio 
equipamento. Da comparacao entre o ideal e o modelo de mi- 
cro usado, poderfamos nao so medir a eficiencia dos equipa- 
mentos atuais, como tambem mensurar o grau de rnformacoes 
assimiladas pelo usuario. 

No entanto, saber como seria o computador ideal, na opi- 
ni5o de cada usuario, parecia um objetivo muito diffcil de ser 
atingido e esperavamos uma participapao tfrnida do leitor. As 
surpresas comecaram a chegar, aqui na reda^ao, quando a revis- 
ta nem tinha sido distribuida por completo. As conclusoes vo- 
ce ira conhecer ao longo desta materia. 

A PAIXAO DECLARADA 

Qesde os prim6rdios da microinformatica, no Brasil, que o 
computador popular, ou seja, o computador fora do ambiente 
asseptico dos grandes CPDs, tem sido uma esp^cie de paixao na 
vida do usuario. Deste relacionamento passional, surgiam pro- 
blemas de integrapao entre linhas diferentes. 

De fato, a pior agressao que um usuario poderia sofrer era 
uma crrtica severs ao seu tipo de computador. Falar mal do 
Sinclair, ou Apple, ou TRS 80era entendidocomouma decla- 





Rodriga Gomes fmxi Cs^ar - Rid de JansHO 



ra?go de guerra e amizades poderiam ser desfeitas por este mo- 
tivo. 

A promocao 75 mostrou que os usuarios de hoje sao mais 
conscientes das timita?oes dos seus micros. A diversidade de 
linhas que hoje domina o mercado, tem contribufdo para 
uma visao mais de acordo com a realidade e com as potencia- 
lidadcs dos computadores pessoais. Apesar disto, ainda temos 
declaracoes "rasgadas" de uma paixao que demonstra como 4 
complexa a relagao do ser humano com essa miquina moder- 
na. Veja a declaragao do Luis Fernando Sbrissia, do Parani: 

"Agora sei o quanta o tamanho inftui na capacidade do 
computador: nada. Procuro me aperfei^oar cada vez mais na 
programagao, mas ainda sou um aprendiz. Porim, de uma coi- 
sa estou certo: nao 6 preciso mais do que uma TK 90X para 
deixa-lo maluco por programa^So. " 

Apesar de ter surgido, nos Oltimos tempos, uma rela?ao 
mais consciente, os problemas mais comuns ainda dizem res- 
peito ao fabricante g a sua postura frente ao produto compu- 
tador, Veja algumas declarafoes significativas: 

"Aqui no Brasil, os MSX tinham uma vasta gama de peri- 
f6ricos prometidos. Drives, Impressoras, expansdes de memd- 
n'a, etc. Ate mesmo a/guns periMricos de uso secundaria, como 
ieitoras de cddigo de barras e controte de eletrodom4sticos 
(!!?} nos faziam sonhar. Voce sabe o que 4 um drive sequen- 
cial? Pais a Sharp havia prometido que no final de 1986 nds 
poden'amos adquiri-loH" Wander Pauio Brandao. de Sao 
Paulo. 

"Para mim, fundamentalmente, o micro ideal deve ter um 
fabricante consciente e proflssionai, que pretends fevar a linha 
do dito cujo micro adiante, lanqando sempre novos perif4ricos 
e produzindo sempre bans softs. Mantendo, tamb6m, literatu- 
ra e informaQoes totals sobre o funcionamento do micro, nada 
escondendo da parte de hardware e software restdente, para 
que OS programadores posam tirar tudo que 6 possi'vel do dito 
cujo micro. " Antonio Francisco Correa, de Sao Paulo. 

"Tentel imag/nar um microcomputador perfeito e ideal para 
amadores e profissionais. Por^m parece muito dif/cil, mas nao 
imposs/'vel, que algum fabricante hrasileiro de-se ao trabalho 
de tentar planeja-lo e construi'-lo, ja que eles costumam lanqar 
o micro e depots joga-lo a sua sorte para sobreviver. " Edjane 
Gomes Stewart, de Brasilia. 

Outro ponto que se destacou na promopao foi referenteSs 
informagoes t^cnPcas. ou melhor, a falta delas. Boa parte dos 
fabricantes ainda nao trata deste item com a devida atengaoe 



22 



respeito. Confira com o depoimento de Itagiba Nascimento, 
de Brasflia. 

"Quanta ao meu modo de ver, urn micro atuafmente resu- 
me-se no sonho inatingi'vel. Explico: a gente vai para uma loja 
i procura ds um micro com todo o sonho de quando se ganha 
uma bicicleta pela primeira vez. Ai comegam os tombos ai6 
que a gente aprende (apanliando) que a soiugao est^ tao longe 
quanta a quina. A via crucis 6 tern'vel. Os pre^os das perif^ri- 
cos sao simplesmen te inconcebi'veis, quando conseguimos en- 
contri-los. Programas, acessorios, tivros, eKplicagdes, etc. Ha 
quern diga que no Brasil, quern se envolve com micros € par- 
que tern uma di'vida muito grande com DEUS e i chegada a 
ttora de pagar. " 

A seguir damos um apanhado das caracterfsticas t^cnicas 
mais importantes, na opiniao dos usu^rios. Atencao, fabrican- 
tes, pois muito do que estS aqui n^o ^ dediffcil solupao. 







JosA Raniltm Padmuni - Sio PMda 

"Os me/iioramentos que poderia sugerir ji foram incorpo- 
rados, em sua maiorla, a versSo dois do MSX, ou seja, oiten- 
ta colunas, maior capacidade de memdria, unidade de disco 
embutida, maior resolugao gr^fica, etc." Lincoln Tadao 
Yamachita, do Parana. 

"Fonte - com dissipador eficiente, capacidade de rece- 
ber mais consumidores (perif^ricos em geralj e, con)o opcio- 
nal, um gerador auxiliar que funciane. A fonte deveria possuir 
todos OS fittros posstveis e imagin^veis para garantir a sabrevi- 
vSncia do computador, e dependentes, diante do perigoso (e 
as vezes mortal) fornecimento de energia el4trica inao ^ por 
nada, mas quern confia no nosso fant^stico governa para for- 
necer eletricidade acreditanto que esta vir^ sem ondula^oes 
birutas nas ocasioes que nem a Lei de Murptiy conseguiria 
prever, dever^ tomar cuidado pois daqui a pouco acreditard 
que o cesio faz bem para a saude)." i\/tauri'cio Costa Alves 
Tavares, do Rio de Janeiro. 

"Um microcomputador pessoai deve ter, al6m de tudo, be- 
ieza e etegancia, ou me/hor, um design moderno. Afinat, ete 
vai estar presente princ/pafmente nos lares. " Marcelo Hideaki 
Azuma, de Sao Paulo. 

"Perifericos: aqui acho que a empresa fabricante do micro 
deveria fazer acordos com as empresas fabricantes de perife- 
ricos (impressoras, joysticks, expansoes de memdria, light pen, 
modens, e outros mais) para que estas fornecessem equipa- 
mentos de boa quaiidade e totaimente compati'veis com o ^ 



23 





ECTRON-EUTRONICA ltda. 



N^MEHS, aodliiUi ispcdd di Konaml 
IKir Ca 40a.W IDhcu crklbl 



fiRATIS iiiH Jogn r um lupladnr para 
■wdidoj aclma dc Cit I.ZOD.DD 



JoglH 

WJ Star Quack 
Ml Manic Miner 
I5»Bd» 

192 Funirc Knig 
21T TliM Trai 
253 Kn«hl l.orr 
29S Meaalni Lift 
}ii Robofroc 
AlA Lconiril 



de Avfitrunu; Mullaid 

074 Pitfal 
\m Mr. I)n 
ISI Auf Miinl> 
1\^ Slonc ^'hjlrrm 
US AltenH 
a* Akazar 
120 Migkal Tm 
Hi Splrlls 
427 Riw Qui 



ctl\t,1, teli»grkrk:< 

0(4 Lay Jaa#i 
141 Mn»n Ridrt 
165 Manli«T Acad 

IZn BiHiga-FIoii 
US Klldnn 
26) ThF CbsIIf-2 
i2k I.ltin|{^LDaF 

in kick wotki 

437 Miiuwr 



'CB r bom movlaHnlof ,,,.-,,,,.. S iO.M 



ON I'Irc kHcuc 
■ 46 Thr Tiislli 
167 CliinHllna 
224 Can Flghr 
247 Bliurt 
2B6 B.(\Oi>f^) 
.127 Ptniminloiii 
414 Noninird 
44] Prnlaeram 



OW Van pin 

I4« GlHHibllMH 

INI Rafcblaa 
226 Skarii KMn 
2SI Airlmin 
2qj rnatljllr 
.W Vfnllpfdf 
41.1 Kiiward. Ihirl: 
44J Mrrlla 



Jogoidt Fantasia i: Mnlla a( id; r*cti>cinlae»nrate|>la ItO.IIO 



n9S RiKk In Koll 
124 on WfII'< 
152 Pink Chinr 
306 Ma> Htn 
36« Knkoal 
42D Jump Land 



1 14 F^gnlaMl 
I2t Btmn Land 
255 Slfp-llp 
Ul Buanir 
]64 Fuzi BaU 
446 In Wnrld 



111 FmK Puiir 

I'M Oh Shli 

261 MJM 

MI In 

3T1 King A Bilnn 

441 Knabr ll 



II* Dnrnddn 
2I« Mii'ilai'k 
m Cyma ChlMa 
VO Birab In 
W6 0'Bcrl 
44« MiilF-MoIr II 



122 ArkanoM 
141 Miilr-MnI 
M4 Biiydir »aih 
156 ( hwl Bill 

412 Spar kit 
452 Rnlon 



109 illpprr 
402 Wm 
0O4 Saprr Trnnli 
101 Basqwlrball 

337 Tup Rnlkr 



Ji»gosdt I'Uppcr. Banf-Baag, 4jani)lcri.fc.fpnrilvD4t ArmMarriaia I60.M 

117 Baak Panic 



IS4 Hip. Sliprr 
147 Caag Maa 
•56 H Die I(;nl0 
10« Flng-Pong 
•33 Kaag-Fa I 



1«5 Thuni<lrrball 
U* PolifF And 
057 RhtIsII 
162 l-Biebnl 
*34 KiBR-Fu 11 



131 Coil 16 
Ul ( IKI \iMIn 

06.* Biihar 
161 »«>ihli»i 
IS) Inl. Karal# 



Rahb AFr«Hi.B>lalha« KipariaiB. bucrnu* Clorridan dc VFtcutoi 



«1« Rivrr Raid 
IS6 Jrl B«mbir 

424 Wnngkr 
CMZanuin 
104 Star Soldhr 
174 BFamridrr 
243 Zanai II 
021 H«o 

425 Kwaks 

08B Ammc. Trvfk 
3SI V\i Boat 



•61 Raid an Bay 
13« Super L'nbra 
112 %iacv Rncw 
KB Walk^ 
II! Votiiianl 
III Paslfindfr 
301 Sclan 
Ml FnrailkM Z 
OM Fanicr Alirk 
l«4 Moto 
353 BMX 



137 Chopper 
300 iiyn. Advent. 
lU rhaplirter 
IKI FxHanll 
117 Hat Wan II 
114 F.iDid-2 
31* Klar Kane 
154 Amy Movet-2 
n25 My rorwIHin 
1«7 Hipper Htlly 
373 RaHy X 



164 Sky Jatuir 
33t David II 
035 Soon W<l 
mi Guardii<: 
I2T I'hrider 
211 lialata 
4011 lipii'r BiKler 
211 Ski (.'nmnuikd 
1174 Fnrniula One 
225 Road Flalilrr 
tM Pay Load 



364 Spy I Spy 
mi Tennb 
IM Hiper Span 3 
Kung F. Mailer 

ttOJW 

171 (lyriHUni 
3B4 Time Pilot 
0)7 ^nak 
093 KakidoMTope 
17.3 Iktptconivn 
133 Buck Hnfgtn 
413 VoM Runner 
37V Hetllank 
0*7 Corr. MiliKi 
3I§ le M>n< 
465 Safari X 



149 Viden- Poker 

35! §«iiiokei 



161 Olhrllu 



20t Bark Gamon 



■tlnulBdorei. Jaintde lalmlelra, dtcanatelu' t6O,00 

a07L:.BiMl lOe Fllxhl Deck ]l^B«inR737 152 fU Slmubil 203 Dan BuHtr 

331 The Sprinler 344 Down Pal ml 
27! Buardelki 2*4 Super Cheu 

Adiealum. JafiK de ratiiHinlo liiglco tm ln|lhlll ou Purlnia^sIP) )60.W 

006Ewenildt[) 009 Red Mwn II> Aicalm (P) 4T Spy Slory III 
Jatatcliue"A"eaatidHlnni>inemdaliniila9l 175.10 



336 TerminiB 
412 Trarric 
403 S.'LnKE Fid 
373 Rally X 
540 Slai Byle 
545 Ball Btaur 
550 Jamp Coailcr 
555 Agua Polh 



352 Denanla 
IW Dealb WlKh-1 
411 Martlant-idi 
328 Space Nkuile 
54IC«odr 
54« K nig hi 
551 Exchanfter 
556 Sky Caldo 



35t [nipecteur-Z 
01 C Avrngtr 
436 Phinlis II 
431 t yruH-Xadiei 
541 Scarlc(-7 
547 Klop Ball 
552 Cornel Tall 
557 Vayanu 



44*lceKlni 3«2SkuaUr 

M7 I .11 Mu^n 3«3 Mobilt Planel 

457 Uev, Machine 346nhii Ihireg 
173 (■«. Ncgr. 



543 Falch Kids 
fM Tridi 
5S3 Star Bluer 
551 Sea King 



544 Aliens 
54^ Sap<r Snake 
554 NIrk Neakrr 
55* Milk Race 



CtUilartMeApHcallvM 



473 HKP Ciipie Fila/Flla 5 2W 

474COPY3 ..CopiaFila/DiKoev/v... ilM 

475 ■'^iri.n.rhpia Flit Flla 1 200 

4»7 ConlabiDdadr priiritslMil 1 3«W 

4»8F.<l«qurprDFHsiaiHil 5 300 

5UOUencoikDadM|I)BASE-2> 1300 

501 Com pilador Basic I3«e 

Fnvie «eu pedidci pur ctiiii (miniinu d« 7 programns). anexando um I'hi^ue n«- 
minul iiu volt postal; swmc o pre^ii do K7 ou do di.s4|i]cte dt 5 e ' j iCA 220,00) 
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504CDnipilBdDrC 1300 

iOiCampiladurt.'OBOl 5300 

!1I Wurdsl.r(BOci>lunail 1300 

!11Wnrdtlar|40c<.lu>u>x) (300 

526PlanilhaSiiprr<-ik S300 

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BALANCO DA PROMOCAO 75 



micro e com menor pre^o. Acordos de cooperagao industrial 
e comercial so beneficiariam estas empresas. " Joao Carlos 
KettI, do Rio Grande do Sul. 

"0 micro, que a meu ver seria ideal, tern: uma boa memdria 
(no mi'nimo 128 Kbytes) com possibilidades de expansoes at^ 
megabytes; sistema- de armazenamento rApido e prec/so, de 
grande durabilidade; os perif^ricos nao deveriam, em hipotese 
alguma. superar o prepo da m^quina e a programaqSo deve ser 
facilitdda atrav^s de janelas, icones e toda sorte de recursos. " 
Wilson B Rodrigues, de Sao Paulo. 

"O que eu considero um computador ideal corresponde a 
memdria de um PC, o processador do Macintosh, a capacidade 
grafica do AMIGA, a biblioteca de programas aplicavivos do 
APPLE, OS logos da MSX. os perif4ricos, tectado e a aparencia 
geral do PCeo preco de um TK 90X. Acrescento tamb^m que 
este computador poderia ter uma venao port4til e, quern sabe 
a velocidade de um CRA Y 2. " Andr4 Ribeiro Pessoa, do Rio 
de- Janeiro. 

CONCLUSAO 

Como se pode notar, ainda hS muito que aprender sobre a 
1abrica?ao, comercializa^ao e uso do microcomputador. Este 
tipo de produto industrial tern uma intera^ao tao grande com 
o usu^rio que a sua compreensao geralmente foge aos concei- 
tos tradicronais de consumo. O que se nota, no Brasil. 6 que 
pouco se faz no sentido de awaliar realmente o com portamento 
do mercado de microinformitica. Isto explica, em parte, a ra- 
zaodo abandono de certas linhas de equipamentos. 

De qualquer forma, devemos ter sempre em mente que o 
computador pessoal nao obedece as meSmas regras de compor- 
tamento que os computadores profissionais, e muito menos as 
regras relativas a outros tipos de eletrodom^sticos. 




BkvdD RUn Pe.;m1 - Ho di Jmimo 



Para ilustrar como e complexa a rel^ao micro/usudrio, fina- 
Itzamos esta materia com uma estorirha contada per um dos 
participantes, o Alex Sandro Silva Moura, do Rio de Janeiro. 

COMO COMPRAR BANANA 

No seu anivers^rio, o jovem Usui H^rio da Silva ganha um 
microcomputador Expert XP800 de presente. 

rapaz, entao com 16 anos, fica embasbacado com aquela 
mdquina que mals parecia um PC. Ainda embasbacado, ele co- 
mepa a usar o super-hiper-driper-maxi-poderoso BASIC. Ar 
veio seu primeiro trauma: o super-etc, etc, BASIC, s6 contava 
com 28.815 bytes free! Ridfculo. 



C.P.U. e Memdria 

Enfim a uniao liomem-miquina. 



Video Redondo 

Enfim algo de 
novo em monitores. 



Microdrives 

Funcionam em conjunio 
com a "Tesourinha". 




Papa-Gaius 

Um dos maiores avanpos do "Bionicus's, 
Interface que acaba de vez com o 
reclado, viabilizando a comunicagao 
verbal homem-mdquina. 




AcessOrios de manuien^io "de/inidva' 
{Para quando nao tern maisjeilo) 



BIDNICU5® 



Interface Pencil 

Para cdpias 
em formul6rios. 



Bionicus^, o computador de ultima gemfdo. 



"Tesourinha" 

Acaba de vez com aquela antiga 
incompatibilidade ffsica dos disquetes, 
permilirdo que o "Bionicus"^ 
rode discos de qualquer lamanho. 
(Acessdrio indispensdvelj 



GIvan Alvm VicBnlfl MinN Gma 



34 



BALANpO DAPR0M0gAO75 



Mas [sso nSo desanrmou o otimista Usui, pois ele aguardava 
OS perifSricos que iriam deixar seu micro supimpa. E eleespe- 
rou. Esperooou. Esperooooooou. 

Finalmente (am6m!) os perif^ricos chegam. E dal? E daf 
que o vilS'o incompatibilidade reapareceu, agora ainda mais 
forte. 

E la se foram seis meses daqueles papos horrendos com os 
amigos, peic telefone: 

— Nao, mas o nao-sei-U-o-que nao serve pro Equiciperti\ 

— Que isso, cara, es%a in terfeici va'i ferrar com oteu RotibitW 

— Fulano de Tal me garantiu que esse sofitiuer roda nos 
dois! 

Usui por doze vezes chegou a pegar seu (blarg!) gravador pa- 
ra atiri-lo pela janela, pois o rapaz tinha uma fixapao doentia 
na mente: o drive de 3 1/2. 

Enquanto os tresemeios nao chegavam, sua linica diversao 
era jogar aqueles videojogos sebosos que demoravam no mini- 
mo cinco minutos para entrar, ou se divertir urn pouquinho fa- 
zendo babaquices inuteis em Assembler. E o maior tormento 
para o jovem Usui Hdrio era na hora de jogar adventures, por- 
que ele e tarado por esse tipo de jogo que em (blargO cassete 
demora sempre mais de dez minutos para entrar, al6m de se- 
rem em ingles. E ele nem sequer podia programar algo de valor, 
pois nas palavras dele, "sem o draivie nao da!". 

Mas agora chegaram os tao esperados tresemeios, e uma no- 
va perspectiva se abre em sua vida. 

Moral da hist6ria: JAMAIS ESCOLHA UMA BANANA 
PE LA CASCA. 



A equip« MS agradece a participa^ao dot leitores nesta promo^ao. 
Texto final Rensto Dagiavani. 




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Videotexto foi inaugurado pela Telesp em 15 de dezem 
bro de 1 982, com a principal tneta de ser o maior banco de da- 
dos para informaQoese servi(;;osda America Latina. Hoje, o Vi- 
deotexto dispoe de 60 fornecedores de servigos para as mais 
variadas atividades, englobando 14 mil usuirios entre dom^sti- 
cos e de niVel empresarial. 

Muitos usudrios do Videotexto podem, sem sair de casa, 
consultar seu saldo bancario; consultar a Bolsa de Valores de 
Sao Paulo; obter informaeoes sobre a cotapao do d6lar, do eu- 
ro, etc.; saber a programaqao das emissoras de rddio eTV; fa 
zer reserva de passagens a^reas e de hotels; mandar mensag'ens 
para outros usu^rios simuJando um Telex de baixo custo; fazer 
consultas sobre falencias, concordatas e leis trabalhistas,' al^m 
de um grande ntjmero de outros servi^os, ser>do que o si'stema 
nao pSra de crescer. Dta-a-dia surgem novos fornecedores de 
servipos. 

Como voce pode ver, o Videotexto ja 6 realidade. Acessa-lo, 
mais do que um simples conforto dos tempos da Telematica, k 
um grande prazer. So quem j^ operou em rede 6 capaz de des- 
crever a satisfagao de ver seu micro em comunicapao com uma 
central que literalmente serve de canal de comunicapao com 
outros usuarios. 

E se ainda por cima tudo issc pudesse ser fetto atrav^s do 
computador mais barato do mercado? Utopia? 

A MID - Mecanica Industrial e Digital Ltda. - afirma que 
com a sua interface MID 95 isso € possfvel, bastando que o 
usuSrio possua um TK90X ou TK95, da Microdigital. 

CARACTERI'STICAS DA MID 95 

A MID 95 6um modulo em pl^stico preto semelhante ao da 
interface para impressora da Microdigital, com as dimensoes de 
75 X 75 X 30 mm e acabamento em apo escovado, com o soft- 
ware decomunica?aogravadQ em EPROM. 

modem e um item opcional na compra da MID 95. Se o 
usuirio jd possur modem, ou prefere comprar um de outra 
marca, basta informar o modelo para que a MID fornega o ca- 
bo de conexao apropriado. 

Alfim disso, o dcpartamento t^cnico da MID pode adaptar o 
modem para permitir que o usuirio arquive em cassete as telas 
do sistema Videotexto (segundo a Telesp, o numero de telas 
do sistema i de aproximadamente 60 mil). 

software emulador cont^m o protocolo Videotexto e 
transforma o TK90X ou o TK95 em um terminal colorido com 
40 colunas, acentuapao, vetocidade de 1200 bps para recep^ao 
e 75 bps para transmissao, Ful! Duplex. Na parte superior da 
interface encontra-se a safda de comLmicagao com o modem, 
contendo os sinais RD {recepgao de dados), TD (transmissao' 
de dados) e terra. 







=-= UIDEliJEHTn 

riiiMiiMiMiiii "iiiiiiiiiiiiiiHiiiiiiiinDiiiiiiiiiniiJiiiiiiihiHiiiuMiiiiibi , ,1, 

OOEEEIO ELBTEaNICO, .-£ 

CP 




rtSSUHTOS I»E l=l» — KS I priMeir-a ' ietr*> 

'" CHAUE ill I, h ■< II II I. I. II (I III SBnUffM "mn »i. 

RECADASTRftilENTO DO SEU TERHINftL t 

mmmii para wa i papa a telesp 

TEtLE: CAP + :=S30^I 



Figurs 1 - Menu inicial do Videotsxto. 



VIDEOTEXTO 



MICROCDMPUTADOR 





ENVIO 




ENTER 






PAGlNft SEGUINTE 




CAPS SHIFT 


S QL. ENTER : 




PAG I MA ANTERIOR 




CAPS SHIFT 


A : 




INDICE 




CAPS SHIFT 


I : 




ANULACAD 




CAPS SHIFT 


^ t 




REPETICAO 




CAPS SHIFT 


E i 




euiA 




CAPS SHIFT 


G ; 




DELETE 




CAPS SHIFT 


I 




DEBCDNEXAO 




CAPS SHIFT 


D : 




MDDO PS^B 




CAP3 SHIFT 


M • 




MDDO COLORIDO 




CAPS SHIFT 


Q S 



38 



Na parte inferior da MID 9b encontra-se a etiqueta com o 
ntimero de s^rie da interface. Este numero identifica a MID 95 
nos com putad ores da Central Videotexto e deve ser fornecido 
pelo usu^rio no momento de se inscrever na rede. 

A conexao com a Central Videotexto 6 feita discando-se 
148 (Sao Paulo) ou 011-148 (chamada de outros estados), e 
apertando-se o botao TEL/DADOS, situado no painel frontal 
do modem, ao se ouvir o apito agudo que precede a transmis- 
sao da central. 

Acompanha tambem um manual de sete pdglnas em lingua- 
gem bastante clara, com todas as instru^oes necess^rias tanto 
para a operapao do sistema quanto para a inscripao do jsuSrio 
no sistema Videotexto. 

TESTANDO AMID95 

Recebemos para teste em nosso CPD uma interface MID 95 
com numero de s6rie 0354MW e um modem AA1 275 BC da 
Digitel, tambem fornecido pelo fabricante da MID 95. 

Para testar a interface foi utilizado um micro TK90X de 
48 Kb. A conexao do conjunto micro/MID 95/modem/linha 
telefonica foi feita sem problemas atrav^5 da leitura atenta do 
manual. 

A liga?ao com a central foi obtida na segunda tentativa e 
ap6s alguns segundos (um tempo de carga ji conhecido dos 
usuirios do TK90X), surgiu a primeira tela do Videotexto. 

Durante aproximadamente 20 minutos foram acessados v^- 
rios m6dulos do sistema Videotexto, notadamente aqueles que 
nSo solicitam senha especial de acesso. Durante todo o tempo a 
presen^a da MID 95 foi transparente para o usuario, o que foi 
suficiente para comprovar a eficiencia do sistema. 

Quanto as particularidades do Videotexto em si, fica para 
uma outra oportunidade, uma vez que este nao ^ o objetivo 
desta an^lise. 

CONCLUSAO 

Os comandos da MID 95 sao bastante simples (veja a figura 
2) e relativamente fSceis de memorizar. A\6m disso, nao foi de- 
tectada nenhuma faiha quando do teste do sistema, embora o 
manual de operaipdes alerte para o fato de uma das series de fa- 
bricapao do TK90X ter saf'do com um problema de diferen?a 
de capacitancla no barramento de expans5o, caso em que o fa- 
bricante da Ml D 95 se coloca a disposigao para sanar o proble- 
ma. 

Quanto ao custo do sistema, realmente 6 dif fcil admitir uma 
solugao mais barata, seja para uso dom^stico ou empresarial. 
Talvez o ijnico problema resida na utilizagao dom^stica pouco 
' racional, que pode acarretar um acrfiscimc significative na con- 
ta telefonica, Na utiliza9ao a ni'vel profissional, este acr^scimo 
d plenamente compensado pelo conforto e rapidez na tomada 
de decisoes que o Videotexto permite. 

Talvez o que a M.I.D. Ltda, precise, realmente, seja uma 
maior divulga^ao do Videotexto a ni'vel nacional, pois muitos 
usuirios que possuem linha telefonica ^ sua dispostgao, ainda 
nao atentaram para o fato de que o servi?o existe. 

O numero de estados interligados com a rede Videotexto \A 
6 bastante grander Piauf, CearS, Rio Grande do Norte, Pernam- 
buco, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio 
de Janeiro, Parand, Santa Catarina e R io Grande do Sul. 

Quem sabe um pouco mais de divulgagao poderia permitir 
que se repetisse aqui no Brasil c sucesso do sistema Master 
frances, que \A conta hoje com mais de 5 milhoes de assinantes 
e cerca de 400 fornecedores de servigos, permitindo que se fa- 
pa atS as compras de supermercado atrav^s de um simples ter- 
minal. 

Esperamos que a M.I.D. Ltda. continue trabalhando seria- 
menle neste sentido, uma vez que o mercado estd carecendo de 
solu^oes tao priticas e objetivas quanto a MID 95. 

Anilise realizada no CPO de MS por Luiz F. Morses. 



27 



Opiniao dos usuarios 



Hd dois meses, Adafberto Fazzini adquiriu a interfaca 
MID 95. Muito satisfeito com o peri fBrico. que ate o momenta 
nSo apresBntau nenhum tipo de problema, aguarda ans'iosamenta 
o lappainento de interface que Ihe permita acessar nao S6 o Siste- 
ma ^/idaotexto. da Telesp, mas tamb4m o CirandSo. 

"Hoje amprego a interface dual a trSs vezes por semana, para 
constjltar servigas do Vidaotexto, como cortta correnta, anHn- 
clos e efexuar pesquisa de materials. " 

Adalberto Faziini, Engenheiro Mecfinico/SP. 



Francisco Morees Gomes, Estudante e Usudno hi dois aaos 
do TK90X. adquiriu, receniemente (26 de fevereirol a interface^ 
lanfada no ini'cia da ana. da Mid Mecanica Industrial e Digital 
Utilizando seu equipamento em fogos e grificos para apresenta- 
fao de iogos, Francisco entrou em Cantata com a novo penf4rico 
casualmente e partiu para a sua aguisifio pela curiosidade da po- 
dBr utHiear a Videotexto. 

"Pela recente aquisicSo, ainda nSo estoumuito familiarizado 
com a perif^rico, mas com o pouco contatoque tive. gostei bas- 
tante, ficil de ligar e t4cil de usar". afirma. 

FranciacD Moraet Gomas, Estudante/SP. 



FICHATECNICA: 



Nome: MID 95; 

Fabrkante: MID — MecSnica Industrial e Digital Ltda; 

Endera^o; Rua Ollveira Gouveia, 26 - V. Prudente 

- CEP 03138 - Sao Pauio - SP; 

TalBfonm: (01 1 ) 914-5402 e (01 1 1 274-0526, 

Pfb^d: 13,50 OTN. 




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KENCROSS - SAFARI X PACHINCO - STRANGE LOOP ■ RNAL JUSTICE SAILORS OELIGHT - CAN OF 
WORMZ INFERNALMIHEfl COASTERRACE MIDNISHT BROTHERS AMIDA GAMES EWOKSDAN 
DELICN ■ PEGASUS - WflNQER ZAIDER ■ LEONIQAS IKNIGHTMARE 31 GULKAVE ■ KENDO 

JOGOS POR 180: JET ALF - AFtMAU ■ STOP BALL - MIKI ■ FIRST ■ WOHOS GAMF ■ KNItlHT GHOST ■ 
ANTARES COSMIC ABSUROER STAH SEEKER ■ MONSTER FAIR - LEONARD ■ INVASION JSA ■ 
MdONSWEEPER SMALL JONES 1NDY5D0 

JDGOSPOH200:GaDQY- EXTERMINATOR LOST CROWN -AJENS,DRESEATE PENTAGRAM ICE 
KIWGFAST AABEIJASABIA STARBYTE SKYHAWK SPYSTORY RASTERSCAN MARTIANOID 
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Computador: 
estado da arte 

Se voce ainda ache que computacao grMica 
6 uma atividade restrita a equipamentos de grande 
porta, conheca a verdadeira revolucao silenciosa 
que OS microcomputadores ja comegam a desenhar. 



Video 




.Claudio Costa 



Come^ar esta materia dizendo 
que OS computadores trouxe- 
ram inova?6es sem precedentes 
para ireas da comunica?ao co- 
mo o jornalismo, artes graficas, publici- 
dade e produgao de vfdeo equivaleria a 
pintar um quadro que, de um modo ou 
de outro, Todo mundo ja viu. Afinal, 
quase nao precisamos fazeresforgo para 
perceber os reflexos dessa realidade em 
nosso dia-a-dia, desde o jornal que lemos 
no cafe da manha (cuja edi?ao foi prova- 
velmente fechada num terminal) ate o 
filme ou novela que assistimos ao voltar 
para casa {cujas imagens nao podem dei- 
xar de mostrar algum tipo de eferto de 
pos-produqao digital). 

Evidentemente, os contornos que 
mais sobressaem neste quadro dizem res- 
peito aos desenhos gerados por compu- 
tador para exibipao em aberturas de pro- 
gramas, vinhetas e anuncios de publici- 
dade na TV. De fato, ninguem ignora a 
importancia que possuem aplica?6es 
mais ortodoxas da computacao grafica, 
como aquelas consagradas na engenha- 
ria, arcjuitetura, medicina e, tipicamen- 
te, no design. Mas nao h^ como negar o 
fascfnio e a imediata empatia que as 
imagens hiper-realistas do computador 
sao capazes de produzir. 



Em muitos casos, s6 o diferencial al- 
cangado por estas imagens ja seria o su- 
ficiente para justifrcar seu use em publi- 
cidade, e tudo leva a crer que a cria^ao 
de comerciais empregando recursos de 
computacao grafica devera experimentar 
uma difusao ainda maior nos proximos 
anos. Tais fatores nos aproximam cada 
\jez mais de uma cultura onde a referen- 
da ao desenho por computador passa a 
ser praticamente obrigatbria. 

Como qualquer outra mfdia que vem 
SG crislalizandoem processo acelerado — 
OS primeiros {e rudimentares) sistemas 
de desenho assistido por computador 
datam de meados de d4cada de 60 — , a 
computagS'o grafica projeta para si um 
futuro inegavelmente promissor, por^m 
contrastado pelas sombras de muitos 
equfvocos e avaliaqoes apressadas. Com 
efeito, sao ainda frequentes as tentativas 
de se quantificar as implicapoes da intro- 
dupao do computador na 5rea de comu- 
nica?ao visual em termos de numeros, 
ou entao pelo angulo das mSquinas — 
em quantos milliares de pixels se divide 
a resoiugao do equipamento, quantos 
milhoes de cores podem ser combinadas 
numa tela, quantos milhoes de instru- 
9oes por segundo o computador 6 capaz 
de processar e, principalmente, em 



quantos milhoes de dolares est^ avaliado 
o sistema. Este tipo de avaliagao, mesmo 
debitado na conta do fasci'nio que as 
m^quinas exercem — embora parega na- 
tural que equipamentos dotados de re- 
cursos griificos profissionais sejam razoa- 
velmente caros e sofisticados -, traz o 
inconveniente de nao langar luz sobre o 
lado mais complexo da questao, ou seja, 
nos inumeros aspectos ligados ao rela- 
cionamento do homem com a m^quina. 
E um passo mais adiante, no produto 
desse binomio, que vem a resultar numa 
nova forma de arte. 

Outro equfvoco comum consiste em 
atribuir apenas aos sistemas de grande 
porte um envolvimento efetivo em com- 
putagao grafica. £ claro que ningu6m 
pretende realizar um anuncio institucio- 
nal de uma grande empresa, para ser vei- 
culado em televisSo, usando os recursos 
de um computador pessoal. Mas as mi- 
quinas domSsticas podem ser considera- 
das beneficidrias indiscutfveis de todo 
esse processo. A rigor, § atrav^s dos mi- 
crocomputadores que comepam a se de- 
senhar importantes modificagoes na ma- 
neira como as pessoas veem e se relacio- 
nam com a propria arte. Vejamos, en- 
tao, alguns conceitos e situagoes que 
ajudam a esclarecer como isso acontece. 




Um Bxemolo de paste-up sletronico: a imagem A aditada num sistotna ds aditorapao grafica com racunoi de amp<ia98o, rotacJonada a raduitda ao 
tamanho ideal para a composigao na arte-final. 



38 



DESENHO CONVENCIONAL 

X 
DESENHO NO COMPUTADOR 

Apesar de todo o folclore, se conside- 
rarmos o desenho numa acep^ao generj- 
ca como a arte de representar formas 
por meio de cores e de iinhas, veremos 
que a arte por computador nao chega a 
romper com padroes estabelecidos. De 
fato, mais do que qualquer inovagao for- 
mal, a grande contribui^ao trazida pelo 
computador 6 a instituipao de um novo 
nfvel de relacionamento entre o artista e 
sua obra. Como exempio disto poderfa- 
mos citar o fato de que o computador 
representa o primeiro vei'culo capaz de 
introduzir na pritica artfstica pessoas 
que, de outro modo, nao exibiriam qual- 
quer habilidade para o desenho formal. 
Alias, podemos compreender muito 
mais sobre esta noi/a midia simplesmen- 
te buscando um paralelo com certos as- 
pectos da arte tradicional. 

Qualquer expressao de arte pict6rica, 
seja ela pintura ou desenho, necessita de 
dois elementos bSsicos para ser concreti- 
zada: um suporte (papel, madeira, teci- 
do) e um pigmento corante (guache, 
aquarela, can/ao, etc.). Independents de 
um posterior julgamento do ponto de 
vista est6tico, o resultado dessa expres- 
s?o jamais poder^ ultrapassar as limlta- 
foes impostas pelo material e pelas pos- 
sibilidades naturais da tfcnica adotada. 
Quem j^ experimentou desenhar com 
aquarela, por exempio, sabe que ^ fun- 
damental ser r^pido; o resultado precisa 
ser alcangado logo na primeira tentativa, 
pois 6 muito dif fcil voltar atrcis para cor- 
rigir um erro. Guaches ja facilitam a rea- 
lizagao de um ou outro retoque, mas em 
contrapartida nao permitem a oblenqao 
de efeitos de transparencia como aque- 
les conseguidos com o uso da aquarela. 
O oleo 6 mais flexfvel sob estes aspec- 
tos, por^m crftico no que diz respeito 
ao tempo de secagem. E assim por dian- 
te. 

Quando se pensa em arte comercial, 
como a que se produz para livros e revis- 
tas, tempo para a execu?3o de um tra- 
balho 6 quase sempre um fator de im- 
portancia fundamental; em fun^aodisso 
a maioria dos artistas prefere optar por 
tScnicas pr6ximas do guache e aquarela 
para realizar uma ilustragao. Natural- 
mente os problemas com a correijao de 
erros continuam a ser crfticos, havendo 
mesmo profissicnais que sustentam — e 
nao sem raz5o - que um bom artista 
grifico pode ser reconhecido nao apenas 
peta qualidade do resultado final atingi- 
do, mas tamb^m pela habilidade com 
que ^ capaz de encobrir os (inevitdveis) 
erros que acontecem durante a elabora- 
gSo de um trabalho. 

A introdugao do computador altera 
de modo radical todo este estado de coi- 
sas. Por nao impor um suporte ou pig- 
mento ffsico, suas limita^oes tendem a 



estar muito mais relacionadas com os 
recursos de hardware do equipamento 
envolvido. Uma crftica que alguns artis- 
tas costumam fazer, neste ponto, diz 
respeito a necessidade de se criar "para 
o computador", isto e, manter a cria?ao 
dentro dos limites e possibilidades da 
m^quina que se estiver utilizando, Em- 
bora por vezes possa ser necessario com- 
prometer parte da concepgao original 
por conta dessas limitagoes, nao deve- 
mos nos esquecer de que o desenho 6, 
por essencia, a arte da si'ntese; desenhar, 
na maioria dos casos, representa um 
exercfcio de eliminar e selecionar, Nesse 
sentido, o que se impoe ^ um conheci- 
mento mais profundo acerca dos obje- 
tivDs a serem alcanpados; culpar as res- 
trigdes da mdquina tambem pode ser, no 
fundo, a tradugao de uma inabilidade 
em codificar de forma eficiente uma de- 
terminada estrutura visual. 

A flexibilidade que os recursos de 
edipao, reposicionamento e colorizagao 
instantaneas que os softwares gr^ficos 
oferScem, por outro lado, compensam 
de longe as eventuais restrigoes do hard- 
ware. Gratjas e esses recursos 4 possi'vel 
se chegar a elaborapao verdadeiramente 
interativa de um desenho, ou seja, per- 
mite-se ao ilustrador visualizar em tem- 
po real, e as vezes com antecedencia, o 
efeito que produzem trapos e cores 
quando apltcados em determinadas si- 
tuagoes. Quanto aos erros pode-se afir- 
mar que, atingido o resultado final, es- 
tes praticamente inexistem. A razao e 
simples: se entornarmos acidentalmente 
um vidro de tinta sobre o papel onde se 
esbogava um desenho, podemos ter cer- 
teza de que o prejuTzo sera total. Se al- 
guma coisa semelhante acontecer duran- 
te uma sessSo com um editor grafico — 
por exempio, vazar pela drea do desenho 
a cor com que pretendi'amos preencher 
apenas uma superfi'cie llmitada — , basta 
acionar uma tecia para que tudo volte a 
ficar como antes do incidente. 

COLAGENSDIGITAIS 

Se a manipulagao de um editor gr^- 
fico pressupoe apenas um mfnimo de 
habilidade por parte do operador, isto 
nao significa que a composigao de uma 
arte-flnal equillbrada seja acessfvel a 
qualquer pessoa, inclusive aquelas que 
nao detem maiores conhecimentos sobre 
luzes, sombras e proporgoes. Mas Isto 
tambem nao quer dizer que o computa- 
dor nao facilite laastante as coisas para 
quem nao priva de maior intimidade 
com as t^cnicas do desenho convencio- 
nal. Acha-se bastante difundido em 
computagao grSfica profissional o uso 
de imagens digitalizadas e posteriormen- 
te editadas num processo algo similar ao 
da clip-art, tradicional mfitodo emprega- 
do na confecgao de vinhetas e ilustra- 
goes pars' jornal. Para quem nao conhe- 
ce, a clip-art consiste em colar na arte- m 



29 




C0MPUTAD0R:O ESTADO DA ARTE 



final figuras recortadas de um cilbum es- 
pecialmente produzido para este fim, 
contendo gravuras de variados motives 
e tamanhos. O artista pode entao com- 
pletar a ilustrapcTo usando tra^o a nan- 
quim ou entS'o colando outras figuras 
superpostas. 

A vantagem de se utiiizar o computa- 
dor neste processo — que tambem e ofe- 
recido por programas de editora(:ao grS- 
fica para micros, com nomes como CUT 
AND PASTE ou na forma de shapes — 
i que OS recursos de edipaTo das imagens 
permitem um acabamento inegavelmen- 
te superior ao obtido com a colagem 
tradicional. Al^m disso, na prStica tor- 
na*se muito mais simples elaborar dese- 
nhos complexos trabalhando-se os deta- 
Ihes separadamente, um de cada vez, e 
justapondo-os a fim de compor o resul- 
tado final. 

Embora seja mais intuitiva do que a 
t^cnica de desenhar diretamente no vf- 
deo, esta pritica pode, em determinadas 
circunstancias, suscitar discussoes a res- 
peito de dlreito autoral, ]& que seria pra- 
ticamente impossfvel caracterizar como 
pl^gio a utilizagao de imagens editadas 
como parte de um todo diferente daque- 
le de onde teriam sido presumivelmente 
retiradas. De qualqjer forma, nao h5 
como negar que este 6 um dos recursos 
mais fascinantes que a arte por compu- 
tador pode oferecer — seja pelas facitida- 



des que confere h elabora^;ao de imagens 
sofisticadas, seja pela oportunidade de 
expressao que faculta para o usuSrio nao 
iniciado em t^cnicas de desenho. 

O PAPEL DA INFORIWAgAO 

Estas digressoes, naturalmente, visam 
apenas abrir uma discussao em torno do 
longo assunto que constituem as impli 
canoes da arte por computador. Talvez o 
seu aspecto mais importante, contudo, 
ainda nao tenha sido abordado: a infor- 
matS'o. Explica-se: quando comecei a 
aprender a usar aer6grafo — talvez o pri- 
meiro predecessor do computador no 
tocante ao realismo que pode ser alcan- 
pado na representapao dos objetos — , 
ouvi de diversos colegas a impressao de 
que principal obst^culo para a difjsao 
daquela forma de arte, al6m do alto cus- 
to dos equipamentos, era a falta de in- 
formapoes sobre o assunto; afinal o que 
era um aerografo, para que servia, como 
era usado, etc. A lacuna dessas informa- 
pSes dificultava a aproximapao das pes- 
soas, prejudicando o desenvolvimento 
de novos artistas e restringindo, em cer- 
ta medida, a presenpa da aerografia no 
mercado de ilustrapao. 

Nao 6 precise dizer que com os com- 
putadores, na maioria dos casos, parece 
se dar exatamente o contr^rio: existem 
micros pessoais a pre^os acessfveis; ha 



um sensfvel interesse e um razo^uel grau 
de conscientizapao por parte das pessoas 
com rclapao a computapSo gr^fica; h^, 
mais do que isso, uma esp6cie de con- 
senso acerca dos beneffcios trazidos pe- 
la computador para as artes e a comuni- 
capao de modo geral. O que faz falta, 
agora, sao informapoes mais clarase ob- 
jetivas sobre as apHcapoes prdticas da 
computapao grSfica no cotidiano das 
pessoas; uma divulgapab mais consisten- 
te de conceitos e t^cnicas do desenho 
por computador; e uma discussao franca 
sobre o mercado desta nova forma de 
arte, que precisa se firmar e adquirir as 
condipoes para atingir de fato o seu pu- 
blico, sem o que todo o resto nao faria 
sentido. 

Estj aberto, desda \&, o espapo para 
essa discussao. 

* 



J —S.' 



\' 'i 



CIdudio Coita 6 artista piteiico e ilustrador e 
trabaiha t\d cinco anos com desenho em mi- 
crocomputadores. . , 



DATA RECORD 

informAtica 



• DesBnvoKiHTienio desisremas Conrabilidaiie Geral, In ca fan de imivBis, corntole de video locagap, wique 
m para carrsspondennia Imsia diieia), conirole de esiaque, etc. 

■ Campfa e t;enda de micros e penl^ncns. dqi/os du usadus 

■ Tamos lodos os perifercos para TKMX. MSX. e ySj^PLE 



MSX 

KRAKOUr. ?ANAC 7, AlPHA ROID, BREAK IN. 
MOBILE PLANET, BEACH HEAD, RALLY >!, 
KING BALLON, LEGEND OF KAGE. ROCKY 
iaOXELMtlNSIERS FAIRS. PHANTIS1. 
PHANTIS 2, MISTEHIQ OEL NILQ, PAY LOWl, 
SKaCTtfi, FflAWE IBOUtHB, ICE, SURVIVDfl, 
LIVI\[iS10Ni;S, ^tXAS 2. COSfl NOSIRA. 
CHQST BALI. HANG DM, DO? THE LIVING DAY, 
LAST MISSION, CQLONV l<^700 iHjIdsI. 



TK90X 

EXOLON, COSA NOSTRA, gUBBLER, 
CHRONOS, SIDE WI7E, ROSCONIAN, 
TRANTQR, XECUTOR, WAR CARS, BALL 
BREAKER, DRILLER, BATTY, RAMPAGE, THE 
TUBE, IMPLOSION, ZYNAPS, LAST MISSION, 
AIR WOLF II, TANK, GREAT CURIANDS. 
PHDHIBITIQN, THE LAST MISSION (U.SGOLDl, 
I 15 STRIKE EA6LE, QUARTET, Wl THE LIVING 
OAY LIGHTS, HADES NEBULA, DARK SCEPTRE, 
SKYRJNNEBI.&OOtliuiosl 



OUMVT, 


MSX 


TKSQX 


APPLE 


1 pFQ^rBnia 


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- A MELHOR MANEIRA DE APRENDER A PROGRAMAR - 



clubB do iGitor 



O cfube do leitor foi criado 
para que houvesse uma 
comunica^ao maior entre OS 
leitores de MS. NestB sent/do 
fizemos mudangas estruturais e 
editorials, na revista, com o 
objetivo de aperfei^oar esta 
interface. 

No entanto, afgumas cartas 
chegaram ate nossa redagao 
acusando a revista de 
desprestigiar cartas linhas de 
micros em detrimento de outras. 

Em primeifo lugar, o clube do 
leitor deve ser entendido como 
um reflexo fiel da produgao das 
pr6prios usudn'os de micros. 
Hoje chega at^ nds um numero 
muito grande de colaboragoes 
para MSX e PC. Nao 
abandonamos os S/nciair, Apple, 
TRS 80, etc. , mas d o propria 
mercado que nada mais produz 
para estas linhas. Nem mesmo os 
usuarios tern tido uma maior 
participa^ao. 

Este fato nao e gerado par 
culpa de MICRO SISTEMAS, 
mas e tSosornente a tradugao 
fiel da evolugao dos 
microcompu tadores. 

clube do leitor esteve, e 
sempre estar^, aberto a 
participaqSo dos leitores, 
independentemente da sua Iinl7a 
de equipamento. 

Na prdxima edigao vamos 
explicar, passo a passo, como 
voce, leitor, pode se tornar um 
colaborador de MS. 




PROMOCAO DO MES 



CARTA CERTA 

Progpama de ProceHsamantn da TskLoe 



f 



W DIsquele do PrDoramci ^k 



Este mes a promopao do clube do leitor 
traz um superpacote: cinco CARTA 
CE RTA 11,0 editor de texto que esta 
fazendo o maior sucesso no Brasil. 
Confira a lista e participe. 

« Carta Carta II (Convergente — 
Desenvolvimerto de Sistemas Ltda. — 
Rio) - trata-se de um editor de texto 
para equipamentos compati'veis com o 
IBM PC. Totaimente desenvoivido para 
uso da Ifngua portuguesa, o Carta Certa 
II 6 um software imperdfvel para quem 




processa textos. Al^m das funijoes 
normals, este software possui um 
sistema de visualizagao do texto que o 
torna um pr^-desktop, introduzindo o 
usu^rio numa das mais fascinantes 
aplica96esdo microcomputador. 

• Supercalc II (Princessware Com. e 
Repres. Ltda. ■ SP) - o Supercalc 1 1 ^ 
uma planiiha eletr&nica de multiplas 
aplicagoes. ^ um dos primeiros 
softwares de aplicagao profissionai, na 
linha das pianilhas, a aparecer no 
mercado para o MSX. 

• MID 95 (MIO Mecanica Industrial e 
Digital Ltda. - SP) — 6 uma interface 
para liga9ao do Videotexto com os 
micros TK 90X e TK 95. Seu uso 
introduz o usudrio no fantastico mundo 
da comunicai^ao d9 dados a distancia. 

• Pasta porta-discos (Suprimento - RJ) 

— trata-se de uma pasta para arquivar 
disquetes de 5 e 1 /4, podendo guardar 
um maximo de 40 discos. Muito util 
para organizar e sua colegac de jogos ou 
para os discos de arquivo de dados. 

• Porta-DiscDS (ATI Editora Ltda. - RJ) 

— trata-se de pequena caixa, em 
pidstico, para o arquivo e transporte de 
pequenas quantidades de discos 5 e 1/4. 
Sao muito Oteis para aqueles discos que 
estao sempre dentro de pastas, ou que 
precisam ir de um lado para outro. Cada 
porta-disco permite acomodar at^ seis 
unidades. 

■ Assinatura MS (ATI Editora Ltda. 
RJ) — o Clube do Leitor estarci 
sorteando tambem duas assinaturas da 
revista Micro Sistemas. 




Envio uma carta, a ATI Editora — Rio de Janeiro, com o seu nome completo, endereqo, telefone, cidade, 
estado e CEP. Acrescente o tipo de microcomputador que voce possui, sua idade e profissao. Responda a 
pergunta abaixo e nao esque^ de avisar se voce e assinante ou nSo. 

Recorte o selo do canto superior direito desta pagina (nao vale copia) e cola-o a sua carta. 

Remata para ATI Editora Ltda. (Clube do Leitor), Av. Presidenta Wilson, 165 - gr. 1210 - Centre - Rio 
de Janeiro - RJ - CEP 20030. 

O resultado sera publicado duas edi^oes a frente. Boa sorte! 

Pergunta: Qual o microcomputador, nacional ou importado, que voce eompraria hoje? 



31 



APPLE 
SOFP 

Arespostae... 

MiMilC 
¥nHUJ 
CUII 




Que oferece para voce o 

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IS 



clube 

dojeitori QaptaS 




ALO! ALO! 
FABRICANTES 



Ao ler a SecSo Cartas, MS nP 75, depa- 
rei-me com o desabsfo de Nelson Oschin 
Alvas, a por isso venho dar forca d sua mani- 
festa9aci, pois possuo um TK90X hA quase 
dois anos e o problema 6 o mesmo. Mas, 
aconteceu uma colsa estranha. Antes de 
comprar o meu micro, converse! com um 
amigo que tiniia o mesmo. E ap6s ter adqui- 
rida este equipamento, note! que o meu te- 
clado era meio esverdeado e o do meu ami- 
gc, negro. 

E agora eu pergunto: por que os primei- 
ros TKs, de 48 Kb, t6m leclado negro e os 
mais novos nSo? E por que osprimeiros nSo 
dSo interferfencia nos aparelhos de tevS ao 
sen redor e os recentesdSo? Se a!gu§m tiver 
aG rospostas para estas perguntas, * um favor 
respondft-las. Cartas para Av. Brasil, 512 — 
CEP 17650. 
La6rcio da Silva Amici (HercuiAndia - SP) 

■ 

Li no artigo "IVISX: um balance da linha 
ap6s dois anos" (MS n° 73) que, na Argenti- 
na, j^ sg encontra d disposipSo dos usudrios 
o MSX 2. Aqui no BrasH, acredito eu, esta 
segunda versSo do MSX ainda nEo 6 fabrica- 
da. Pergunto: quando seti lancado o MSX 2 
no Brasil? Serffo totalmente compatfvels 
as versdQS 1 e 2? Serd possCvel algumaadap- 
tagSo da primeira versefo para a segunda? 
Como OS fabricantes nos assistirSo a o que 
serS dos possuidores da primeira versSo se 
n3o for possfvel a adaptacao com a segunda? 
Por que a Gradiente nSo comepa a fabricar 
aquele monitor colortdo que aparece na 
propaganda do Expert na televts3o? 

Gostaria que algu6m me respondesse 
estas perguntas o mais breve possfvel. 
Dennis Alexandre Vlanna (Bel6m-PAt 

■ 
Uma pergunta s^rla aos fabricantes de 
drives para o MSX, um computador tSo 
popular e vers^ti! mas que, sem o drive, se 
assemeiha a um IVIonza 88 coin motor 2.0 
sem gasolina e com os quatro pneus furados. 
Por que demdnios alados este simples e vital 
perif^rico cusia em m6dia o equivalente e 
dois microcomputadores? 
Ruy FIdvio de Oliveira (Campinas-SP) 



DEFBIDASE 




Em atencSo a carta do Sr. FSbio Lufs 
Fernandes Gaion, publicada em MICRO 
SISTEMA5 de dezembro de 1987, temos a 
Informar que os funciordrios qje trabalham 
na Aguia Inform^tica sSc seres humanos, 
sujeitos, portanio, a falhas. 

Quando um programa possui mais de um 
bloco, ele consta do diretArio do disco, de 
onde 6 transferido para a fita, de maneira 
que seja possTvel identificar rapidamente os 
blocos que fa;em parte do programa, a sua 
respectiva ordem da grava^a'o. 

Todos OS programas, exceto aqueles Cuja 
gravagSo s6 possa ser efetuada em disco, 
t£m um nome com no mSximo sets caracte- 



res, serdo que os dois ultimos indicam a 
ordem de gravac^o ou leitura. Oavido ao 
fato de que nossas gravap5es sSo efetuadas 
lendo-se o programa do disco para depois 
gravd-lo na fita, erros desta natureza podam 
ocorrer. 

Sempre que uma fita 6 envlada, seguem 
em anexo os comandos para leitura dos pro- 
gramas e 6 informado ao s6clo como ele 
deve proceder caso algum dos programas 
n5o rode. Para efetuarmos a regravacSo de 
qualquer soft, solicitamos que nos seja en- 
viada uma fita cassete, onde as grava^Oes 
serffo realizadas. 

Sabendo que a gravapd^o de programas 
em fita ssti sujeita a diversas falhas, foi na 
forma aclma que ancontramos a solucSo 
para podermos resolver os problernas que 
possam vir a aparecer. 

Com relaipSo ao fato de que eu tenha 
dito ao Sr. FAbia Lufs que as riossas grava- 
cSbs eram as ntelhores do mundo, tenho cer- 
teza de que n9o o disse. Primsiro porque 
nSa conheqo todas as gravacSes do mundo. 
Em segundo, nSo tenho a prstenSiTo de ser □ 
melhor do mundo. Procure, aperas, fazer de 
acordo com as possibilidades, o melhor que 
for posslvel, e transmitir esta id^ia As pes- 
soas que estSo sob a mtnha coordenaipao. 
Gon^alo R. F. Murteira — Aguia InfarmAtica 
Ltda (Rio de Janeiro- R J} 

■ 

IMa qualidade de leitor assfduo desta re- 
vista, e possuidor dos micros TK90X e 
TK3000 lie, de fabricap^o nacional, dirijo- 
me a vocfls no sentido de que se fizesse pu- 
blicar esta carta que, com certeza, trarS 
benef Icios e esclarecimentos aos amigos de 
MICRO SISTEMAS, tamb6m consumidores 
de hardware e software no nosso mercado. 

Quantas e quantas vezes n6s, comprado- 
res de produtos de tnformatica, somos qk- 
plorados pelos fabricantes rSo iddneos, 
adquirindo mercadorias fora das especifica- 
c6es t6cnicas anunciadas em suas embala- 
gens a ncTo satwmos s quern reclamar. que 
fazer? Como devemos procsder? 

Ao realizar um humilde estudodo Decre- 
to n9 93.295, de 25 de setembro de 1986. 
pude constatar alguns itens de significativa 
importdrcia para n6s consumidores, senSo 
observem : 

1) GARANTIA DOS PRODUTOS - 
conforme dispSe o Art. 3*? da citada legisla- 
pSo, o fornecedor do produto de informAti- 
ca 6 GNICO e INTEGRAL RESPONSA- 
VEL pelo seu dssempenho s qualidade i6c 
nica, devendo o usudrio u(ilizS-lo para a 
finalidade em qua foi desenvolvtdo; 

2) INFORMApOES T^CNICAS - sem- 
pre, quando solicitado, o fornecedor dever^ 
presiar ao Interessado as informapoes tdcni- 
cas para interligacao ou conexao, no nTval e 
amplitude necessdrios. Ou seia, obriga-se o 
fornecedor a dar as necessSrias informacSes 
ao consumidor quando o mesmo deseje in- 
terligS-lo a outros sistemas atravfes de inter- 
face. Megando-se o fornecedor a dar as inlor- 
ma^des necessdrias, deve o consumidor for- 
mular as questoes a serem esclarecidas e en- 
caminhar o pedido a Secretaria Especial de 
Inform^tica — SEI, que enviar^ « toUcUofSo 
ao dito fornecedor. 

Feita a sollcitacao atravte da SEI, o for- 
(lEcedor deverd prest4-las em um prazo nSo 
superior a 150 diss do rec^imento da soli- 
citado; 



32 



31 A RETIRADA DE FABRICAgAO 
DOS PRODUTOS COMERCIALIZADOS - 
desist indo da fabrica^^o de um determJnado 
produto de inlormatica, estard OBRIGADO 
o fabrlcante a tornecer-ttie pegas de manu- 
ten^ao ati o prazo ds cinco anos. A desobB- 
di^ncia a tal preceito deverd sar comunicada 
SSEI; 

4) FORNECEDORES, CUIDADOI - os 
fabricantes qu« nS'o obedecerem aos disposi- 
tivos legais dttados poderao, por decisao do 
CONIN. SBf sxclui'dos dos beneffcios insii- 
tui'dos pela Lei nP 7.232 de 29 de setembro 
de 1984. 

Estes sao as principals pontos que achei 
de importSncia para as leitorcs de MICRO 
SISTEMAS. Surgindo duvidss, ou para me- 
Ihores asclarecimentos, escrevam para Rua 
Eng9 Clodoaldo Gouveia, 99 - Centro - 
CEP 58020, 

Roberto de Albuquerquv C«zar (Jofo P9»oa 
-PB) 



SOS AOS 

LEFTORES 




Em MS nP 75, um leitor de none Carlos 
Alberto Creato, de Indaiatuba — SP, pediu 
informapoes sobre combinacao. Ele qcieria 
combinar nove letras, em grupo de tres. Isto 
S f3cil, pois trata-se apenas de uma combina- 
;ao simples de nove latras trSs a trfis. 



-9.3 



\3} 61 31 6 ^9,3 ''^■ 



Ou seja, podemos ter 84 combina^oes di- 
ferentes, utilizando nove letras e lazendo 
combinagoes de tres letras. Um programs 
simples em BASIC que poderia resolver □ 
problema seria: 



If CL5 

20 PRIHT-CaHBIMRCnO DE H EH GRUPaS DE H* 

38 PRIWT'FORNECER W E «■ 

At PRINT 

50 PRINT'M- "i 

ea INPUT H 

78 PRINT "N. 'i 

Si IMPUT h 

SB IF H I N THEN QOTD 40 

iea LET auxi>H 

111 G05UB 278 

128 LET MF>aUXZ 

138 LET nUXI-N 

148 GOSUB 279 

15H LET NF'DIJXS 

168 LET BUX1=M-N 

17B QQSUB Z7B 

ISa LET MNF^OLIXZ 

190 CL5 

ZBB PRiNT'L'iMi" , "iNi ■- "iNF/MNF/NF 

^^§ PRINT 

220 PRINT-DESEja MQIS aLGUHD CDMBINnEQO 

(S/N) ?• 

230 Rr-INKEYt 

2-40 IF n»."5' THEN RUN 

£50 IF OI--N' THEN STOP 

268 ODTO 238 

27B REH 5UBRDTINn PHRH LHLLULO OE FRTQRl 

nL 

ZS0 LET nUX2'1 

2SB FOR 1'% TO nUXI 

380 LET aUX2>(lUX2HI 

310 NEXT I 

328 RETURN 

Escoltii este programa por ser compatfvel 
com a linha ZX81, e asslm sendo, pode ro- 
dar em praticamente todas as linhas de mi- 
cro que usam a linguagem BASIC, pois o lei- 
tor nS'o especificou quel a linha por ele usa- 
da. Dessa forma, para que o programa rode 
no Apple, deve-se substituir CLS por HOME 
e substituir AS^INKEY* por GET A$. 

Espero que esta carta ajude de alguma 
forma o Carlos Alberto Creato. E aprovei- 
tando o espapo, gostsria airtda de me corres- 
ponder com usudrios da linha ZX Spectrum 



e MSX para troca de software, informapoes 
e dicas. O meu endsrego 6: Rua Borges, 
1077 -CEP 02247. 
Carlos Yuiti Tsujimoto iTucuruvi — SP) 

■ 

Aqui vai uma tentativa de ajudar o leitor 
Netson Oschin Alves, de Judiaf - SP (MS 
n9 75): J^ tive o mesrno problema que o 
seu, si^ que o meu, al^m de interferir nas te- 
v6s prdximas, tambSm Bstrapa/hav3 suas ima- 
gens. Asslm, recorri i autorlzada Microdigi- 
tal e n§o sojberam me dizer nada. Conver- 
sando com um colega sobre o assunto, sle 
me fez uma sugestao que, se nao resolveu a 
questdo, peio menos amenizou 85 por cento 
D problema. 

Oessa forma, fapa o seguinte teste: 1) Li- 
gue o seu microcomputador e verifique a 
qualidade de imagem de uma tetevisSo pr6- 
xima; 2) Dasligue tudo b ponha seu compu- 
tador dentro de um reciplente de alumi'nio 
(pode ser uma bandeja, uma panela etc.). Li- 
gue tudo agora e compare a imagem do te- 
levisor cam a anterior, agora a interferfincia 
na imagem de teve dsve ser pequena ou 
nula. 

Concliisao: Esse micro est^ irradiando 
rddio-frequfincia pelo gabinete, e o que pre- 
cisa 6 de uma blindagem. Baseado neste tes- 
te, confeccionei para o meu urria caixd de 
alumfnio de chapa grossa. onde acomoda- 
mos lado a lado.computador, fonte e inter- 
face para impressora, flcando apenas o tecla- 
do S mostra. 

Aten<?So^ Ao executaro item 2, verifique 
a posipao da fonte em relacSo ao equlpa- 
mento que dS menos interfer^ncia. No meu 
caso, a fonte embaixo ou atrSs foram as me- 
Ihores posip6es. Sd que. por questSo de estS- 
tica, optei pela segunda. 
Solival Anacleto da Silva tRio de Janeiro - 
RJ) 



DESABAFO 




Amigos, sou possuidor de um Hot Bit 
HB-8000 e venho fazer uma reclamapao, 
pois aqui em Nova Igua^u, onde moro, nao 
existe nenhuma ioja que comercialtze soft- 
Mares para computadores, sejs quel for a li- 
nha, Dessa forma, gostaria que cs empresd- 
rios da informdtica nao s.6 instalassem suas 
empresas no munict'pio do Rio de Janeiro 
como tambfim assentassem suas filiais (pe- 
queras, m^ias ou grandes software- 
houses) aqui nessa grarde cidade. que 6 
Nova Iguacu 

Anderson de Abrau Argon (Nova Igua^u — 
RJ) 

■ 

Quero avisar a todos que escreveram ou 
desejam escrever para mim a respeito do 
TRS-80 Color, que vendi o meu equipamen- 
to. Vendl-o pois ncio agijentava mais o des- 
respaito de uma empresa nacional, conheci- 
da por todos, que dizia que esse computador 
firmara-se como "um padrSo no mercado", 
mas acaboj retirando-o de l.inhe meses de- 
polsda tal afirmaqao. 

Infeli^mente a reserva de mercado impe- 
de que empresas s^rias, como a Radio 
Shack, entrem no mercado, Gostaria de in- 
formar qua a linha Color sobrevive atnda nos 
Eslados Unidos na sua vers3o 3, com vdrios 
recursos adicionais, como resolufao de 640 
X 225 com 64 cores, ROM de 24 Kb com 
um BASIC aperfeigoado, al6m de operacao 
r>ormal e 1 ,8 Mhz, o que permite uma ani- 
maqao grSfica compardvel ao Macintosh, 
IBM-PC s Commodore Amiga. Sua mem6ria 
bdsica i de 128 Kb, com expansfies de at£ 
1 Mb! 




e(Oai) 232-SODO 1«t*J(; (021) iT749AALL 




33 







SUA FERRAMENTA DE 
PRODUTIVIDADE COBOL 

RESULTADOS QUE 
GELICOBPLUSOFERECE: 

- Codificacao das telas em lingiiagens 
COBOL (SCREEN SECTION); 

- Codificagao das linhas de relatorio 
em linguagem COBOL; 

- Fonte completo para teste da tela; 

- Fonte completo para teste do 
relatorio. 

Tudo isto voce obtem por um valor 

menor que um saldrio de 

programador. 

Com uma vantagem: este, voce so 

paga uma vez. 




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AHdaia M 

Anienns 39 

A. Kassa 20 

Artnw 32 

Carios Eduardo Ouirg 48 

C. A. S. Sufi 49 

Champion InformStica 49 

C*ncia Modema 15 

ClasM A S 

ConvBrgBnto... 13 

Danoer Soft ...;...., 49 

Oatarecofd 30 

Eclron Z3 

Bebfs 4r CAR* 

EnigmB 25 

Gamo of Time 41 

Gama SoftwaiB...., , 44 

H & J 5 

Icaro 49 

IntBlsoft , , 10 

Know How- 33 

Lazzarosoft..... 37 

ligica Carta 49 

Logical 19 

MBflic World Club 32 

Maura Sagutti , ,.., 49 

Microdigrtal 3'. CAPA 

Micro House 9 

Microki)... 49 

Microma;( , 48 

MininiBX 19 

Multigame 39 

MSX Sofl Gama 49 

Nasajor... 7 e 45 

Newsoft 27 

Nobd Irrform. Club 49 

Ocaan Soft 48 

Occidemai Sciioots 29 

Rslm InformSlica , 17 

Paulisott 14 

PC/Apple Service 49 

Pegasus 49 

Soft CljbDs 48 

Softnew 43 

Softmatk 35 

S.O.S. Computadorw 30 

Still SoR 48 

Suorimenio 41 

Technoshaad 2t CAPA 

WElfiainsr Alexandre 34 

XCOM.... , 49 



Gostaria de p«dir desculpas a meus ve- 
Ihos compsnheiros do CoCo, se por acaso 
nSo receberam respostas mirhas. Canas e 
encomendas se extraviaram, eu acho, ou As 
vezes eu mesmo nSo conseguia raapondS-las, 

Aq vendS-lo, continuo com o meu MSX, 
que nSo 6 tSo azarado quanto ao CoCo. mas 
est^ sendo avacalhada por unn de seus fabri- 
cantes, Onde estao os drives 3.5 que sariam 
langados no "segundo semestre de 1986"? 
Cansado de asperar, adquiri um drive 5.25 
da Microsol, que mesmo sendo pequeno, foi 
k luta e desenvolveu um interface de drives, 
uma placs 80 colunas e um programador de 
EPROM, compatfveis com o MSX. 

Ai6m dela, outras empresas sededicaram 
ao micro, langando software e hardware pa- 
ra eie. Sou obrigado a dar parab^ns a essas 
empresas que realmente trabalham e gostam 
de computadores. Elas, acho, nSo prectsam 
da prote^:ao da reserva, pois possuem a cria- 
tividade necess^ria para sobreviver. Isto pos- 
to, aproveito a ocasiSo para dizer que desejo 
entrar em contato com usu^rios do MSX 
q je possuam drives para troca de programas 
e informagfies sobre essa mdquina. Meu en- 
derepo <S Rua Major Fraga, 4 - 155 — CEP 
17040. 
Eduardo A. Watanabe (Bauru — SP) 

■ ' 

No dia oito de dezembro de 1987, ao 
abrir o jOrnal "O Globo", na p^gina 18 da 
primeiro caderno, sncontrei uma reporta- 
gem sobre a Lei de Prota^ao ao Software, 
que, a meu ver, tem por objetivo principal 
proteger os programas importados, penali- 
zando os usudrios brasileiros. 

Como prova do que digo, eis o ini'cio da 
materia; "Quem possuir jm programs de 
computador estraDgeiro a nao tivar docu- 
menta^ao comprovando a legalidade da c6- 
pia e de sua compra, podard tsr o equipa- 
mento apreendido pela Poifcia Federal e at^ 
serdetido {. . .)" 

Reatmente, em nosso pafs, ultimamente, 
acontecem coisas deste tipo que at^ o diabo 
duvida. Eu falo assim porqua todos nAs, usu- 
drios de microcomputadores, possuTmos 
programas estrangeiros. principalmenie de 
jogos, pois no Brssil nao existe desenvolvi- 
menta nssta 3rea de programaqao. E essas 
softwares foram comercializados por gran- 
des lojas e fSbricas de micros. 

Agora aparece um presidente da ASSES- 
PF^O amea^ando todos os usu^rios e cha- 
mando-os indiretamer^te de ladrSes e con- 
trabandistas, Eu acho que ]d i hora de se 
criarem leis de software que protejam pro- 
gramas brasileiros. £ hora de criarmos leis 
que dtem vantagem aos brasileiros, chega de 
penalizar o povo daqLi por causa de estran- 
geiros. Eles armam a ratoeira para n6s, no 
entanto ela deve ser desarmada Id longe do 
Brasil. 

Eu acho que o Sr. Francisco Ramatho \r& 
provocsr um retrocesso em nosso Pafs, na 
industria de informcitica, se insistir em pena- 
lizar o pobre do consumidor. Assim sendo, 
ningu6m rrd je interessar em comprar futit- 
ras chaves-de-cadeia. Pensem bem antes que 
se cause mais problennas e atrasos em nosso 
Brasil. Papam-se leis de software para a pro- 
te^ao de programas brasileiros. Se os gringos 
nao querem pirataria, que controlem melhor 
a sai'da dos softwares de seus parses. 
Arnaldo J, de Camargo Salles (Rig de Janei- 
ro - RJ) 



PAINEL 




Queremos comunicar aos amigos de 
MICRO SISTEMAS a formagao de um novo 
clube para os usudrios de TK90X. Uma insti- 



tuiqsao sem fins lucrativos e sem mensalida- 
d^s; somente i pedida uma taxa de Cz$ 100 
para cobrir as despesas de correio no envio 
do nosso jornal e a matrfcula do associado, 
Assim sendo, pedimos aos companheiros o 
favor de divulgar o endereco para contato: 
Rua Nachie, 97 — Vila Prudonte, CEP 
03129. 
RogArro Gagliardi (Sao Paulo - SPI 

■ 
Uso daste espago para comunicar aos lei- 
tores de MS, usudhos do TKSS, que dispo- 
nho, para troca ou venda, de um gerador de 
som Programmable Sound Generator da Mi- 
crodigital, novo, ainds na caixa, com ma- 
nual. Canas para Caixa Postal 402 - CEP 
38440. 
Walter Pereira da Costa Jr. (Araguari ~ MG) 

■ 

Comunicamos aos leitores dssta revista a 
abartura do MSX Clube, em Porto Alegre, 
que tem como finalidade a troca de progra- 
mas, sugsstSes e id^ias, a a desenvolvimento 
e amplia9So do sistema MSX no Rio Grande 
do Sul. 

Para inscrever-se, □ usudrio do sistema 
MSX deverd escrever ou telefonar para o 
MSX Clube, fornecendo o nome, marca e 
versflo de seu compLjtador e dos respectivos 
perifdricos. 

A inclusS'o do usudrio serS feita mediante 
o pagamento da primeira mensalidade. Nao 
existe taxa de inscripSo e contrato de tem- 
po, podendo o interessado entrar e sair 
quando quiser. 

Contamos com um banco de software 
para acesso dos assooiados com maisde 350 
programas. Para maiores informapSes, escre- 
va ou ligue para: Rua Umbu, 297/104 - 
telefone; (0512) 41.2895, com Carlos; e 
Hua Carlos Von Koseritz, 1077 - telefone- 
(0512) 42.8828, com Yuri. 
Carlos Alberto de Oliveira (Porto Alegre — 
RSI 



SORTEAOOS 
CLUBE DO LEITOB 

CONCURSO MS/75 

PROKITZAPPER - ADRIANO ROBERTO 
T. VICENTE, Rua Siqueira Campos, 3445/ 
151, 15010 - Sao Jos6 do Rio Preto - SP. 
OARCtO LUIZ R. GONZALEZ, Rua B, 
145 - Morada dos Palmares, 57070 - Ma- 
cei6 - AL. BRUNO ALMEIDA JUNQUE I- 
RA, Rua Palmira, 274/501 - Serra, 30210 
- Bolo Horizonte — MG, JONAS SPIESS, 
Rua Pedro Ferreira, 155/1903, 88300 - 
Itajaf - SO. LANDOW TAKAI. Rua Do- 
miciano Leite Ribeiro, 733, 04317 ~ SSo 
Paulo - SP. C.A.S. DRIVE - MARCOS 
ANTONIO DA SILVA. Rua Jos6 Emfdio 
da Costa, 339, 49050 - Aracaju - SE. 
LIVROS - MARCELO ARAIJJO TORRES, 
Rua Iriri, 126 - Vila Ipanema 35160 - 
Ipatinga - MG. TREINAMENTO EM C - 
MILTON DOS SANTOS FILHO, Rua Ju- 
rana, 158, 21630 - Rio de Janeiro - RJ. 
ANDREAS ALEXANDER HAHN, Rua Do- 
na Mariana, 28/602, 22280 - Rio de Janei- 
ro - RJ. CAIPIRA - LUIZ FERNANDO 
BARRELA, Rua Benedilo Sampaio, 126 
13085 - Campinas - SP, TRANSFERE - 
JORGE LUIZ RiBEIRO, Rua Nicolau Se- 
nise, 56, 04771 - Sao Paulo - SP. 

Enwifl sua correspondSncia para ATI — 
Anflltsa Talaprocessamsnto e Inform&tica 
Editors Ltda., Av. Preiidente Wilson, 165 - 
gr. 1210, Rio de Janeiro - RJ, CEP 20030, 
Se^ao Cartas/Reda^do MICRO SISTEMAS. 



34 







ZX SPECTRUM 



Leibby 



. Josfi Aparecido Cruz 



Desenvolvido para micros da linha ZX Spectrum, de 16 e 48 Kb, 
este pTograma tern como abjetivo andar pelos seis labirlntos ate encon- 
trai a menininha Leibby. Para se movimentai durante o jogo, e necessa- 
lio que se utUize as teclas 5(para esquerda); 8(pata direita); 6<paTa bai- 
xo); e 7(para cima). Aten^o: os usuirios de equipamentos de 48 Kb 
poderSo aumentar o n<? de labirintQs. 

VARIAVEIS IMPORTANTES 

PP = ponto do ultimo jogadoi; 

P = pontes; 

zt = usada para guaidar as lotinas que imprimem os 
labiiintos; 

T = tempo disponivel para encontrar a iWfc&jh"; 

a ~ linha do jogadoi; 

b = coluna do jogador; 

J = veriflca o teclado; 

X = alanne de fun do tempo; 

Al = linha anterior do jogador; e 

Bl = coluna anterior do jogador. 



EXFLICACAO DA LINHA DO PROGRAMA 

1990 a 2690 - foimacao do labirinto; 

2700 - OS dados do UDG; 

3005 a 3020 — vaiiaveis prindpais do programa; 

3060 - imprlme os labiiintos, sendo qa« ao chegai no 
seis volta ao primeiro; 

3110 - imprime OS pontos e tempo; 

3120 a 3500 - programa central; 

3520 - soma dos pontes; 

3S40 - eexecutadaquandoacabao tempo; 

3890 a 3990 - verifica o teclado; e 

4520 - grava o programa. 



JobA Aparecido Crui i T6cnico em Coniabilidade e Programador autodtdata, da lin- 
gusgem BASIC, nos equipamentos da linha ZX Spoctrum. 



1960 =£ri = = = = = = = = = = = = = = = ^ = = -^ = 

1970 =c;f1 =JOiE fiPRRECIDC QRUZ = 
19B0 PEM = = = = = = = .; = = = == = = = = = = = = 

1590 CLEAR 29S7g 

2000 RESTORE £010: FOR N=£9S~9 T 

29950 ■ REfll? 1=1: POKE N,R tiE.''~ 

H 

2010 DflTfi 33, 6i, 38 ,17,355.116,1. 

95,2.^37, 176,201 

2020 tflTfl 33, 64,35 ,17,135.119,1, 

96,2 ,£37 , 176,201 

3030 DRTft 33,64,85.17,191.121,1, 

96,2 ,237, 176,201 

2040 DflTft 33, 64., 88 . 17,31 , 124, 1 , 3 

6,2.237, 176,201 

2BS0 DflTFI 33, 64, 88. 17,127, 125.1, 

96,2,237, 176.261 

aeee c-ata 33,64,88.17,223,125.1, 

96.2,237. 176,201 

2055 FOR 2=23379 TO 29950 STEP 1 

2 

2070 FOR N=£ TD 20: PRINT PRPER 

1, INK 0;FlT N,l; ■■ 

■■ : NEVT N 
2038 PRINT PAPER 2: INK : AT 1.0. 

" AT £1 0, ■■ 

2S90 FOR N=2 TO 21 PPINT POP^P 

2, INK. 0,:flT N,e;" "jflT N.30;'- " 
NE^-T N 

£100 LET D=£2F,93: LET R = B 

2110 DIM a (4!: LET H11J=-1: LET 

fi[2i=-32' LET fl(3l=l: LET fi(4.i=3 

2 

2120 POKE R,55 

2130 LET J^INT iBND*4j +1 LE^ .j = 

■J 

214-0 LET B = fl+H!J)*2: IF PEEK E = S 

THEN POKE E,J' POKE R+PKJ) .55 
LET fl=e- GOTO 2130 
2150 LET .J-J + 1- IF J = S THEN LET 
J = l 

2160 IF -JOG ThEN GOTO 2140 
2170 LET JzPEEK fi: POKE fi . 56 ■ IF 

J'5 THEN LET fi=R-R(J)*£- GOTO 2 

i;o 



2150 CRINT PhPER £; INK i AT 3,1 

21^0 FOP N=l TO 20: LET K=22525+ 

Si* f INT iBfJ[J*9j -12 I 4 INT IRMD*29i + 

1: POKE K,56. NEXT N 

2330 FOR N=2 TO £1, PRINT PPPER 

1. IMK 0.flT N 0;" ■■ : fiT M,3S, ' 

: MEXT N 

9390 PRINT PRREP i; INK CRT 1 

■■ ; RT 21 , 3j '■ 

Siiae RflND 'J5R Z: NEXT Z 

2630 PESTOflE 2640- FOR N=29S7g T 

29950 ■ REfi& R: POKE N,fl: NEXT 

N 

2640 OflTfi 53,255,116,17,64,36,1, 

237, 176 ,201 

>flTei 33, 135 , 119, 17 ,64 ,£S.l. 

501 



17 ,64,63, 1. 



96,2, 

5550 

95,2,237, 176, 

2S63 DOTR 33,191,121 

96,2,237, 175,201 

2570 DflTH 33,-31 , '24, 17,64 .6.2 , 1 .9 

5.2,237, 176.201 

26Ba DRTR 33.127,126,17,64.86,1. 

95,2.237, 175,201 

2690 tSTfl 33,223, 128,17.64 ,SS,1, 

96 ,2,237. l-^c.SOl 

2700 RESTORE 2710: FOR n slJSR "R'' 

TO U6R "B'+"? PEfiD H ■ POKE N.P 

^Je>■-T M 

2T1S PfiTfi 66,56 16.124,16,16,40, 

5SVS6, 56 , 16. 124 15 , 56 , 124 ,40 

23(30 CLEHR 

3000 REM UflPIflyEIS USflDfiS NO PPG 

GPflt-lfl 

3005 LET PP=0 

3010 LET p^0- 

3023 BORDER 1 

L5 ■ PRPEP ^ 

LET S=ll LET B-~ 

3350 REM LflBIRIN-0 

3050 RRND U5= 12 LET ZZ^ZZ*1£ 

1"= ZZ 299>9 THEN ^g-r ;z =29579 

3100 REM GQtIEGO DO PROGRRMR 

3110 PRINT RT 0.1 BRIGHT 1: INi. 

ERSE 1; "PONT0S== j " ; P . '■ ^ = = ■' ; PRIN 

T RT fl,B;"B"jR'^ 20,29; INK 3."i" 



LET ;:=293-'9 

PHPER 1 INK . 
INK LET T=260 



3114 INPUT '"■■ PRINT OB, BRICH' 
1; ■■ ReC0RDE==J";PP; ■■<=-■ 

3115 PRINT PAPER 1, INK 0; PiT 1,0 

'■;ftT 21,0^ ■■ 

3120 LET w=CuDE INKEVS 

3130 IF J>52 RND J (37 THCH G05UB 

3900 
3310 LET T=T-1 IF T<=-1 THEN 50 
TO 3550 

3320 PRINT RT 0,15; INVERSE 1, B 
RI5HT 1; "TEMPO = : '^Ti '■<=■■ 
35B0 GOTO 3120 
3E10 REM I < =PONT05 = > )■ 
3520 FOR X=5 TO STEP -1- FOR C 
-0 TO 3; SOUND. .025,-X+C; NE.KT C 
. NE^.T X, LET P=P+T, CLS . GOTO 
3020 

3540 REM <-:=Fln DO TEMPD= > > 
3550 PRINT BRIGHT 1: FLR5H 1 ; RT 

10.10; ■FIM DO TEMPO". RT 12,1. "hP 

ERTE OUfiLOUEP TECLfi P.- JOGRR" 

355S FOR X=5 TO STEP -1: FOR C 

=0 TO 3. SOUND ,07,X+C: NEXT C 

NEXT K 

3S60 IF INKEv « = '■■■ THEN GOTO 3S50 

5570 IF PP'P THEN LET PP=P 

3SS0 CLS . GOTO 3010 

3600 GOTO 3120 

3890 REM UERIFICfi TECLPlDO 

3900 LET Ri=fl: LET B1=B 

3910 IF J=53 THEN LET B=B-l 

3920 If .J=56 THEN LET B=B + t 

3930 IF J=54 THEN LET H=n+1 

3940 IF J=55 THEN LET fl=R-l 

3950 IF RTTP ifl,Bl=8 THEN LET 0= 

fll. LET B=B1 . RETURN 

3960 IF RTTp !fl,B)=59 THEN GOTO 

3520 

3970 PRINT RT R,B; ■'?■' 

39S0 PRINT RT R1,B1;" " 

3990 RETURN 

4520 SRiJE "Le i b " 

4500 PRINT (PEEK £3555+256*PEEK 

23&51,-iPEEK 23d35+255*PEEK 2353 

61 



at, 



Leibby 




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CIDADE 



EST 







ZX SPECTRUM 



Abrindo janelas 



.Joao Carlos Mendes Luis 



objetivo deste aplicativo, desenvolvido para os micros 
compativeis com a linha ZX Spectrum, 6 inovar o sistema de 
leitura de cassete. Com este programa, em linguagem de miqui- 
na, voce poderd abrir janelas no video de seu micro, as quais 
servirao para mdicar o carregamento do programa. Esta mesma 
rotina tamb^m Ihe permitird modificar as cores das faixas de 
sincronismo, ou simplesmente retiri-las. As janelas inseridas no 
video sffo de dimensao e posicionamento definfveis, assim co- 
mo as cores das faixas. 

NSo pretendemos aqui ensinar Assembler a ningudm, por 
isso nSo nos prenderemos a detalhes de prpgramagSo. Para 
aqueles que nSo possuem um assemblador, a listagem 1 exibe 
OS codigos hexadecimais para se entrar com o BUG90. Para 
aqueles que possuem um assemblador, a listagem 2 mostra o 
programa fonte, li^eiramente comentado, para maioi entendi- 
mento. 

PROCEDIMENTO 

O procedimento basico deste programa & o seguinte: 1 — es- 
perar um sinal de leader da fita; 2 — esperar um pulse de sin- 
cronismo; 3 - verificar o markbyte;4 - proceder k leitura dos 
bytes; e 5 — testar, ao final, a paiidade dos bytes lidos. 

Mas, como se usa este programa? Bern, vamos corae^ar defi- 
nindo as janelas. 

Primeiro escolha qual o formato da janela e desenhe-a por 
meio de pontos (INK). Depois procure saber quais sffo os atri- 
butos que preenchem tal janela (no m^imo 24 atributos) e 
anote os endere^os. Caso o numero de endere90S nSo chegue a 
24, substitua os que sobrarem per 00000. Agora modifique no 
programa fonte onde esta indicado. Obs.: Para deflnir a cor do 
fundo da janela, modifique onde estS indicado '*miscara de 
atributos", definindo-a com as bits de atributos que deverSo 
ser mantidos em 1. Em resume, os pontos de INK serSo defi- 
nidos pelas cores das faixas, os pontos de paper, o BRIGHT 
e o FLASH pela "m^ara de atributos'*. 



HABCMM DE ATBIBUTOG - K X X 



X X X X X 

I / \ I / 

I I 

I *-Car do INK Immntur mm 0i 

+-Co^ de PAPEf* 



Como n6s dissemos anteriormente, nosso objetivo nSo 6 en- 
sinar Assembler, por isso, para maiores detalhes sobre o progra- 
ma, procure literatura especializada sobre linguagem de miqui- 
na. 

Conv^m aqui lembrar tamb^ que a drea de atributos co- 
me9a em 22528 e termina em 23295. A f6rmula para saber o 
endereco de um determinado atributo a partir das coordenadas 
X e Y tfe um PRINT 6 a seguinte: ATTR = 22528 + X * 32 + Y, 
onde X e a linha e Y a coluna da posi^So de PRINT. 

Alem das caracteri'sticas das janelas, podemos deflnir ism- 
bixti as cores das faixas. A primeira coi a definir estd no ende- 
re90 65036, que 6 a primeira cor das faixas. A rela^S^o de alter- 
nSncia das faixas est! deflnida por uma operagao XOR no en- 



dere90 65180. Este valor deve ter os BlTs 3 a 7 com valor 1 
devido a outras fun^Ses deste mesmo BYTE. Mais do que a al- 
temancia normal das faixas, percebe-se tamb^m no LOAD c 
SAVE do BASIC uma troca de cores quando o sinal de sincro- 
nismo e encontrado. O BYTE que detemiina esta troca 6 o que 
esta localizado no endereto 65091. Tamb6m devido a outras 
funfoes deste BYTE, deve-se manter os BITs 3 a 7 agora com o 
valor 0. 

i\mbos os valores de altemancia sJo determinados por ope- 
ra96es XOR, per isso, caso voce nao saiba usar esta instru^So a 
ni'vel de BITs, nS'o tente modificar os valores pr^-definidos. 

Em alguns casos & interessante desativar o BREAK da rotina 
de LOAD. Paia isto, deve-se pokear os enderejos 65039 e 
65 172 com 0. 

Finalmente, devemos ainda ajustai os registradores de ende- 
reco inicial (65002) e de comprimento (65005), ambos com o 
formato de 2 bytes (LSB e MSB), e o markbyte (65008). Caso 
a opera^ao a ser executada seja um VERIFY da mem6ria, de- 
ve-se pokear o endereco 65009 com o valor 0, 

Depois de tudo definido, conforme a vontade do programa- 
dor, pode-se gravar o programa com o comando BASIC: SAVE 
"LOADER" CODE 65000, 26 1 . 

Obs.: este programa acusa erro sob a forma das flag CARRY 
e ZERO, sendo necessirio um outro programa em LM para 
identifica-lo (CARRY em para erro, ZERO em se erro foi 
BREAK). Caso contrSrio, o BASIC simplesmente deverS igno- 
rar o erro. 

Agora que voce j^ sabe como usar este sistema de leitura, eis 
como gravar os programas a serem lidos. 

• OpcSo 1 : grave o programa desejado com"SAVE *'n"CO- 
DE (enderefo inicial), (comprimento)*' sendo que voce s6 deve 
Ugar gravador logo ap6s oheader (obs.: markbyte = 255). 

• Op^fo 2: use o programa em Assembler logo abaixo; 
LD IX, endereco inicial 

LD DE, comprimento 
LD A, markbyte 
JP 1218 

Para quern nSo tern assemblador, eis os codigos HEXA: 
DD 21 ee ee 1 1 cc cc 3E mm C3 C2 04. 



FD£B 


DD 


21 


00 


A0 


11 


00 


IB 


3E 


FE7B 


BS 


C& 


IS 


06 


C9 


D2 


j>0 


FE 


FDF0 


Ff 


37 


CD 


ee 


FE 


3fl 


48 


5C 


FE79 


7C 


Afi 


b7 


7fl 


B3 


20 


Cfi 


7C 


FDFS 


OF 


0F 


OF 


CD 


i)E 


FE 


FB 


C9 


FE90 


FE 


ai 


C9 


CD 


B7 


FE 


D0 


3E 


FEea 


14 


aa 


IS 


F3 


3E 


0F 


D3 


FE 


FEBO 


03 


3D 


2S 


FD 


17 


04 


ce 


3e 


FE0e 


CD 


9E 


FE 


3E 


02 


4F 


BF 


CO 


FEBS 


02 


3D 


2ia 


FD 


(\7 


04 


ce 


3E 


FElSt 


CD 


97 


FE 


ze> 


Ffi 


Zb 


14 


10 


FE90 


7F 


DB 


FE 


IF 


D0 


A9 


E6 


20 


FE18 


FE 


25 


20 


FB 


CD 


83 


FE 


30 


FE^e 


2S 


F3 


79 


EE 


FF 


4F 


Eb 


ar 


FE-^a 


EE 


ab 


9C 


CD 


63 


FE 


3fl 


E7 


FEaa 


D3 


FE 


Fi 


38 


32 


21 


5S 


33 


FE28 


3E 


Ci, 


Be 


30 


E3 


2A 


20 


Fl 


FEAB 


22 


se 


32 


23 


5Q 


3? 


24 


58 


FEM 


ei6 


C 


CD 


B7 


FE 


50 


09 


7B 


PEB0 


32 


23 


38 


32 


■2b 


5H 


32 


27 


FE3a 


FE 


D4 


3(B 


Ffl 


CD 


B7 


FE 


30 


FEBB 


3B 


32 


28 


SB 


32 


41 


SB 


32 


FE40 


CE 


79 


EE 


03 


«F 


Bb 


C9 


IB 


FEC0 


42 


38 


32 


43 


B9 


32 


44 


SB 


FC4e 


IF 


taa 


2a 


e? 


ZB 


0F 


DD 


7= 


FECB 


33 


45 


5B 


32 


4& 


se 


52 


47 


FCS& 


If0 


ja 


BF 


CB 


1 1 


AD 


C0 


79 


FEDa 


56 


33 


49 


SB 


32 


bi 


56 


32 


FEsa 


IF 


AF 


13 


15 


«7 


DD 


7E 


0t> 


FEDS 


62 


38 


32 


65 


SB 


32 


64 


3S 


FE6I9 


AD 


C0 


DD 


23 


IB 


0S 


Bb 


CB 


FEES) 


s; 


63 


59 


32 


bb 


96 


32 


b7 


FEbe 


^ 


01 


CD 


B3 


FE 


D« 


SE 


E4 


FEEB 


SB 


32 


bB 


BB 


17 


C? 


00 


00 



Littagem 1 



3S 






LC ]y, lfc384 



&S010 




CALL LOAD 


6S013 




LD fl, (236241 


6S01& 




RRCfl 


&SJ17 




KRCa 


liSaiB 




RRCa 


AS?!*? 




CALL OUTE 


£515:3 




EC 


&S0r3 




fiET 


AS 024 


LDAD 


[NC D 


4593B 




EX AF.flF" 


&5B2£i 




DEC O 


65327 




DI 


6S02B 




LD A,<»er 


65930 




□ UT (<(FE1,A 


65932 




CAUL OUTE 


45935 




LS A, 2 


65937 




LD C, A 


6593Q 




CP A 


65937 


BfcnK 


RET NZ 


65940 


START 


CM^L EDQEl 


65843 




JR NC, BREAK 


A3043 




LD H,2e 


*5e47 


MAIT 


DJNZ MAIT 


6504'? 




DEC H 


63350 




JR PtZ.WAIT 


65032 




CALL EDGE2 


iS05S 




JR NC, BREAK 


65957 


LEftOER 


LD B,M9C 


6505"? 




CALL EDBE2 


65062 




IR NC, BREAK 


65064 




LD A,aC6 


6S«)6& 




CP B 


65W67 




JR NC, START 


AS069 




INC H 


65970 




JR NZ, LEADER 


65972 


S'VNC 


LD B.ltC'? 


65974 




CALL EDGEl 


65077 




JR MC, BREAK 


63B7'? 




LD A,B 


65060 




CP ttD4 


650B2 




JR MC, 6VNC 


65064 




CALL EDBEl 


dsas? 




JR rtC, BREAK 


bS0e<? 




LD A,C 


65070 




It OR 003 


6S072 




LD C,A 


63093 




LD B,»C9 


6S0VS 




JR flARKEn 


65»?7 


LOOP 


EK AF.AF" 


4i5a9B 




JR Ni.FLAB 


65je0 




JR NC,VEF1IFY 


65102 




LC <1K*«90),L 


^5105 




JR .NEXT 


65107 


FLA6 


RL C 


65109 




XOR L 


65110 




RET ^z 


65111 




LD A,C 


651 12 




RRA 


65113 




LD C,A 


b51I4 




INC DE 


65113 




JR DEC 


65117 


VERIFY 


LD A, il**»0e> 


65120 




XDR L 


65121 




RET NZ 


63122 


NEXT 


INC IX 


65124 


DEC 


DEC DE 


65123 




EX (kF.AF- 


65126 




LD B.ttCB 


65128 


MARKER 


LD L,»01 


63130 


B^TE 


CAt-L EaBE2 


65133 




BET NC 


65134 




LD A,«E4 


63136 




CP B 


65137 




RU L 


65139 




LD B,«C9 


65141 




JP NCBVTE 


63144 




LD 0,H 


65149 




XDR L 


63146 




LD H,A 


65147 




LD A, D 


631 4B 




OR E 


65149 




JR NZ.LCaP 


65151 




LD A,H 


65132 




CP «ei 


6S154 




RET 


6S155 


EDGE2 


CALL EDGEl 


6515B 




RGT NC 


693S9 


EDGEl 


LD A, 2 


6S161 


DELflV 


DEC A 


65162 




JR NZ, DELflV 


63164 




AND A 


65165 


BflMPLE 


INC B 


6S166 




RET I 


65167 




LD fl,*t7F 


6SI69 




IN A, (iFE) 


65171 




BRO 


6=17! 




RET NC 


65173 




KCIR C 


65174 




AND t(29 


63176 




JR Z.SftMPLE 


6517B 




LD A,C 


6517<f 




XOR »FF 


65iai 




LD C,A 


65132 


OUTE 


AND *07 


631S4 




OUT 1 tFE 1 , A 


6S1S6 




OR »3B 


63188 




LD < 22561), A 


651')1 




LD <22362),A 


UiUgam 2 







r End*racn t ni jii al dd t<l a 
[ CptipriffHnta da tala 
EMar-lrbytB Igkial mo do BASEC 

iDa^in* cor- ffa bnrdfl e da(3^ 
I J an*] «■ «po« o 1 Qaid 



VPctoi-nd >□ BABir: 



( Cor ds bord» 

;Prinsir Jl cor dae f aiHan 






|D*fir>B una. pequana p«u 



I Detect A uff ai i^^l dA 1 vadsr 



FE«p*rA. pulBoa de sincf-oniwno 



lObs: nuncd uaar Ufl numsro 
|m«ior quB 7 riBntv coniando 



ipraHBvguB-sa a determi n«cau da 
S#uncJO de*t» BYTE 



ipnowlrn BYTE dA fit* 



BOb»:*unc»o VERIFY 

|P*ra QuanCD era verlficjcao 

I lncr«iwnti endvr^ccj 
|D*cr*m»ntA LontAdor 



tL-# uA BYTE complBto ds fita 
I BIT QLJ 1 



65194 


LD 


(223631 


A 


65197 


LD 


(225641 


A 


63700 


LD 


(£25651 


A 


65203 


LB 


(225661 


.A 


65206 


LD 


(22567> 


.A 


63209 


LD 


(22568) 


.A 


63212 


LD 


(22393) 


.A 


63215 


LD 


(225941 


.A 


65216 


LD 


(22595) 


.A 


65221 


LD 


(22596) 


■ A 


63224 


LD 


(225'>7) 


.A 


65527 


LD 


(22398) 


.A 


65230 


LD 


(23599) 


.A 


65233 


LD 


(226001 


.A 


65236 


LD 


(226251 


.A 


65239 


LD 


(226261 


.A 


65242 


LD 


(226271 


.A 


65245 


LD 


1226281 


.A 


6524a 


LD 


(22629) 


-A 


652S1 


LD 


(22630) 


.A 


65234 


LD 


(226311 


■ A 


65257 


LD 


(22653) 


.A 


65260 


3CF 




65261 


RET 





;daG janelak a nerun usadas 
;C4VO h«j am innielaa d«fn«im, 
I uEa □ cndvrBco 00000 para 
|anul«r BS qua raktaran 
iQbs; nao r paasiwl uaar 
jnais atributcia para ac 
tdEf-finlr una jane] a davido 
lao •IncrnlMtci d* laltura 



J^-.P. 



IFin da da4 i nl can da atributaa 



Para melhor entendimento destas rotinas em LM, sugiro o 
livro "The Complete Spectrum ROM Disassembly", de Ian 
Logan e Frai^ O'Hara. Devo agradecer a este livro todo o meu 
conhecimento sobre a ROM desse computador maravilhoso 
que e o Spectrum. 

Fmalmente, desejo boa sorte e bons programas a todos, es- 
pecialmente iqueles que forem usar este novo e criativo siste- 
ma de leitura cassete. 



JoSo Carlos Mendes Luii 6 estudante de eletrdnica do Centra Fedaml 
(ie EducapSo Tecnot6gica Celso Suckow di Fonseca, no Rio do Janaim, 
sendo autodidaiaem BASIC e Assembler. 



lEnaruta ate B BITs 
(Atualiza PARITV BVTE 



(Continue £ff riao cfiogau aQ f 1 r>f|l 

; Tvs-t a pAndadB 

ILsr 2 clclos 
iLer I ciclo 



(Tests porta da entrsda EAR 
!• BREAK (porta «FEI 



;Retorna sa BREAK presaianado 



; PrQSBcquc te»te de porta 
lAltern^ ab cDreu das fdL>;aG 
iDbs: rranter EITi 3 a 7 em 1 



I Handa cor para a borda 
mascara de atrlbutoa da jatiels 
(Eataa inatrucoES definva 
las enderacoi) dDH atributo& 



37 



U AKO^OFC 



rni 




A 
S 

Os M2gos do software para MSX 

ALIFNS, O RESCATE • NEMESIS • FREDDY HARDEST I e II • 
PFGASUS • SUPER HOCKEY • LEONIDAS • lACK THE NIP 
PFR»INDI "500 •WONDER BOY- PANEL • BOGY 84 • STAR 
FEEKER (A5trol6gico) " FLASH CORDON • SMALL )ONES« 
ELCID* E OUTROS... 
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(em media comportarTi 1 2 programas) 

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Tel.:(021)I4B-157S 







APPLE 



Impressao de graficos 



Jos^ Carlos de Faria Junior 



Este programa iiufnime a p%Liia de alta re- 
solu^ao do Apple (HGR ou HGR2) com o au- 
xilio de uma itnpressora matridal. Ele foi es- 
ciito original men te para inteiface Epson APL, 
mas podc ser facilmente adaptado paia outros 
tipos de interface compatfveis. 

Rodando-se o programa, basta seledonar a 
op^ao desejada auaves das tedas de seias ou 
do rcspectivo numero e ptessioniix RETURN. 
As op^oes sao as seguintes: 
VER PAGINA UM - mostra a primeira pa^- 
na graiica dc alta resolu9ao (HGR); 
VER PAGINA DOIS - mosaa a segunda pagi- 
nagrafica dc alta resolu^ao (HGR2); 
CATALOGO - mostra os aiquivos dos dis- 
quetes; 

CARREGAR IMAGEM - carrega uma pagina 
de alta resolu^ao na mcmoria. Basta etitiat o 
norne do aiquivo do disquete que se deseja 
cairegar. Gcralmcntc, arquivos binatios que 
ocupam 33 ou 34 setoies contem graficos de 
alta resolugao; 

MANIPULAR IMAGEM - remele a outro 
menu com as seguintes op^oes: 

MENU PRINCIPAL (retoma ao menu 
principal), PAGINA 1 = 2 (copia a primeiia 
pagina na segunda), PAGINA 2=1 (copia a 
segunda pagina na primeira), TROCAR PA- 
GINAS (inverte a posifSo na memoria das duas 
paginas), APAGAR PAGINA UM, PAGINA 
DOIS; 

ALTERAR MODO DE IMPRESSAO - reme- 
te a outro menu, que estabelece as InstnigSes 
para impresslo: 

MENU PRINCIPAL (retorna ao menu 
principal). IMPRIMIR HGRl + HGR2 (esta 
op^ao permite impiimii as duas paginas lado a 
lado. Nestc case, nao c possfvet a impressao 
expandida. A margem esqucrda c zero c todas 
as linhas sSo impressas). PAGINA A SER IM- 
PRESSA (caso a op^So anterior nSo seja es- 
colhlda, pode-se imprimir uma das duas pagi- 
nas apenas), IMPRESSAO INVERTIDA (cada 
ponto branco na tela i impresso preto Reco- 
menda-se que a impressSo invertida seja ativa- 
da paia fotogratias digitalizadas, por cxcm- 
fJo), IMPRESSAO COMPRIDA (a impressoia 
dinunui o espa^amento entre os pontos, o que 
resulta numa imagem densa. O tempo de im- 
pressJo e maior), IMPRESSAO EXPANDIDA 
(a imagem e impressa no dobro de seu tama- 
nho. Impressoras de 80 colunas nao conse- 
guem imprimir a imagem inteira. A margem 
esquerda 6 Hxada em zero), PRIMEIRA LI- 
NHA, OLTIMA UNHA (a interface Epson 
APL tern a capacidade dc "dividir" a tela gri- 
fica em 24 linhas conespondontes as linhas do 
modo texto. £ possivel, pot exemplo, impri* 




Figura 1 



mir as linhas 3, 4 e 5. valor da ultima linha 
nSo pode ser maior que o da primeira), MAR- 
GEM ESQUERDA (especifica a iargura da 
maigem esquerda, que podera ser afetada pela 
densidade de impressSo ou fixada em sele 
pontos per caiacteres, e dependendo da im- 
pressora, N5o e conveniente usar margens 
muito grandes); 

IMPRIMIR IMAGEM - imprime a imagem de 
acordo com os parametros estabeleddos na 
op9ao anterior; 
SAIR - volta ao Applesoft. 

Para tomar o programa compatfvel com a 
interface CCE Printer Card e compat/veis, bas- 
ta altcrai as linhas que scguem abaixo. Nestc 
caso, o programa nSo mais podera imprimir a 
imagem na forma de "linhas", mas, por outro 
lado, poderd rodi-ia 90 graus em sua direcSo 
horiria. Nao e recomendavel especiiicar gran- 
des valoies para a margem esqucida, pois e 
prov^vel que nao haja espa^o suficiente paia a 



impressao no papel, o que podc vir a impedir 
a impressSo (neste caso, tedu RESET). 

50 I - 8: FOR A * 1 TO I: READ Dt 

(ft): NEXT 
60 DATA " ", NAD. 001, Sill, NAD, NAO, 

NAO, 010 
90 DATA IMPRESSAO EKPANDIDA 

. . , , IMPRESSAO EM Ifl GRAUS. . . 

. . , MAfW3EM ESQUERDA 



520 


IF D«(5> ^ 

E" 

IF D*(6> ■= 

D" 

IF D*t7> = 

R" 

TEXT : HOME 


■SIM" THEN D* = " 


530 


■SIM" THEN e» ■= - 


540 


■SIM" THEN F« = " 


5S0 


: PR# i: PRINT 


Sf>0 


IF D«t2> = 


■Sin^' THEN PRINT 




CHR* («?) 1 " 


SB" + C« + D*: SOTO 




600 




570 


PRINT CHR* 


(9) )Hl"L" 


580 


PRINT CHR* 


(■?) 1 "QL" + B« * 




C» + DS + E« t F» 


590 


REM 




670 


REM 




£>S0 


REM 




750 


IF D*(2> ■= 


■■SIM" THEN D*(3) '^ 




"iy2":D«(*.) 


■ "H(>,a"'.X}*i.V) = 




"NAO';D»(e) 


= "0061" 


77a 


IF D«(i> = 
'• 000 " 


"SIM" THEN D»(S> - 


600 


REM 




10Z0 


IF G = 15 


AND V = 3 THEN ON 




Y GOTO 020, 


ib50,&30,650,&50,6 




50.650.7*10 





Soii Carloi ds Faria Junior ettuds aconomla 
ns USP, Sfio Paulo, e programa na linguagem 
BAStC em equipamentosda linha Appla. 



10 


REM 


100 


FOR A - 1 TO B: read A« (A, 1 ) 


■=:ZE 


■m = 3:==3>ES=:i>E=ai = = = E===3i 




: NEXT 


IMPRESSAO DE GRAFICOS 6.0 


110 


DATA VER PABINA UM, ^ER PAGIN 


JOSE CARLOS DE FARIA JR. 




A DDIS, CATALOGO, CARREGAR IHA 


nsa 


3I3=I3:=KE3 = ZEE=SXEX9SS=S 




GEM,f1ANlPULflR IMAGENS, ALTERA 


30 


REM 




R MODO DE IMPRESSAO, IMPRIMIR 


INTERFACE: EPSON APL 




IMAQEM.SAIR 


30 


PRINT CHR* (4) ( 'NOMDNICQ^' 


120 


FOR A - 1 TO i: READ A»(A,2> 


40 


TEXT : DNERR SOTO B60 




: NEXT 


50 


I - 9; FOR A - 1 TO I: READ D* 


130 


DATA MENU PRINCIPAL , PAGINA 1 




<A>: NEXT 




-> 2, PAGINA 2 -> 1, TROCAR P 


60 


DATA " ■',NAO,001.SIM,NAO,NAO 




ABINAS, APAGAR PAGINA UM.APAG 




,001,024,015 




AR PAGINA DOIS 


70 


FOR A - 1 TO l: READ P*<A): NEXT 


140 


B - 4; REM MENU PRINCIPAL 






150 


c = a:v = I 






160 


HOME : PRINT "IMPRESSAO DE G 


B0 


DATA MENU PRINC IPAL, IMPRIMIR 




RAFICDS i,0": POKE 34,2: GOTO 




HGRI + HGR2 , PAGINA A 




920 




SER IMPRESSA. .. , .IMPRESSAO 


170 


POKE - It300,e: GOTO 190 






160 


POKE - 16299,0 




OMPRIMIDA 


190 


POKE - 16302,0: POKE - 162 


90 


DATA IMPRESSAO EXPANDIDA 




97,0: POKE ~ lA3Cf4,0: CALL 




.PRIMEIRA LINHA 




- 756: TEXT : POKE 34,2: GOTO 




....ULTIMA LINHA 




930 




. . fllAROEM ESQUERDA 


zee 


HOME : CAt-L 423S0 




' 


2ia 


PRINT : PRINT "CQUALDUER TEC 



ImpressSo de grificos 



38 



220 
230 
240 



2i0 

270 
2B0 
290 
300 



310 
320 



330 
340 



3S0 
360 



370 

380 
390 



400 

410 



420 
430 



440 



460 
470 

480 

4<?0 
□ 

500 

510 

520 

530 

540 
5M 

560 
570 



LPi}:";: call - 7=6: goto 92 


VTAB 22: INPUT "NOME:" J N* 
IF N« = '■" THEM B50 
VTAB 23: INPUT "EM DUE PAGIW 
A ? ci/2i;"id: if d < l OR 

D > 2 THEN 240 

VTAB 22: HTftB 1: CALL - 938 

: PRINT "CARREBONDO IMABEM. ■ 

PRINT CHR* (4) J"BLDftO"N»",fl 

«"2000 » D: BDTD B50 

REM MANIPULAR IMfiBENS 
C = t:B = 4:V = 2: GOTO 920 
B = B: GOTO ISa 

VTAB 22: PRINT "COPIAR A PAS 

INfl 1 NA 2 7 CS;N]!"I! get 

A»: IF A» - "S" THEN M - Bl? 

2:L ■= 16383:K = 16384: GQSUB 

430 

GOTO B50 

VTAB 22: PRINT "COPIAR 

INA 2 NA 1 ? tS/N3;"l : 

At: IF A* - "S" THEN M 

B4;L - 24S75:K 

4:^0 

GOTO G50 

VTAB 22; PRINT 

GINAS 7 CB/Nl: 

ft* = "S" THEN 

GOTQ 8^0 

HTAB l; VTAE 22: CALL - 668 

: PRINT "ESPERE. ..":M = 1638 

4:L = 24373: K ^ 24S7i: GQSUB 

430 

M - B192:L = li3B3:K ^ l£i3S4: 
HOSUB 430 

M - 24S7A:L = 327i7;K = St92: 
aOSUB 430: GOTO 850 
VTAB 22: PRINT "APAQAR PABIN 
fl UM 7 IS/N3;"<: OET A«; IF 
AC =■ "3" THEN POKE 250,32: CAL 



9192: 



A PAS 

GET 

= 163 

GOSUB 



' TROCAR AS Pft 
:■■; : GET A»; IF 

GOTO 360 



- 3086 
.GOTO B50 
VTAB 22: 
A DQIB ? 
6« = "S" 



PRINT "W^ASAR PAGIN 

CS/N]; "j: GET At: IF 

THEN POkE 230,64: CAL 



- 30B6 
GOTO 630 

N = n:o = 60: gosub 430: n = l 
:D = 62: BOSUB 450: « = k;o = 
66: GCSUB 450 

POKE 763.16^: POKE 769,0: POKE 
770.76: POKE 771,14; POKE 77 
2.254: CALL 769: RETURN 
POKE Q,N - INT CN / 256) « 
25A: POKE □ + 1, INT (N / 23 
i) : RETURN 
REM IMPRESSAD 

B» = "■■:C* = ""ID* - "":E» - 
"":H = VAL (D»19) ) -» 1 
HTAB i: VTAB 22: PRINT "APRQ 
NTE A IMPRESSQRA E TECLE [CR 
]:"!: BET G« 
!F B« < > CHR« aS) THEN GOT 

850 

IF D«(3) = "002" THEN 9* = " 

2" 

IF D»14> " "SIM" THEN C« = " 

I" 

IF D*(a) - "Sin" THEN D» - " 

D" 

IF D«(6) ' "SIM" THEN £* - " 

E" 

TEXT : MOHE : PR« 1: PRINT 

IF D«(2) - "SIM" THEN PRINT 

CHR* (9)i"GB" *■ C* *• D*: GOTO 
£>00 

FDR A - VAL <D«(7J> TO VAL 
<D«(B] ) 

VTAB A: PRINT TAB < H) f CHR« 
<9)|"BL" + B» + C« + Dt + E« 



590 IF 0«(6> < > "SIM" THEN PRINT 
CHR« (27H"A"I CHR» (9) 

59fl NEKT A' 

600 PR« 0: GOTO 150 

tlfl C-I:B-4!W-3 

620 FOR A - 1 TD l:A«<A,3) - P« < 

A) * D«<A): NEXT : BDTD 920 
630 IF D«(3) - "00r' THEN D«(3) ■■ 

"002": GOTO 750 
640 a«(3) - "001": GOTO 750 



650 IF D*1Y) -= "SIM" THEN 0«tV) = 

"NAO": BQTD 750 
660 D«(Y> - "Sin": GOTO 750 
670 VTAB 22: INPUT "NOVO VALOR C 

1-24]: "fX 
6Q0 IF X < 1 DR X > 24 THEN 670 
690 GOTO 720 
700 VTAB 22:, INPUT "NOVO VALOR C 

0-793: "';X 
710 IF X < OR X > 79 THEN 700 
720 MIYt = STR« (X} 
730 IF LEN (D«<V>) = 1 THEN D« t 

V) = "00" + Dt<Yt 
740 IF LEN (D«IY>) « 2 THEN D* C 

V) = "0" + D»(V) 
750 IF D»(21 - "SIN" TyEN D«(S> - 

"1/2":D»(6) = "NAD"lD«<7J = 

"001":D*(Q) - "024":D«t9> - 

"000 " 
760 IF D»!Z) = "NAO" AND D« (3> = 

"1/2" THEN D»{3f - "001" 
770 IF D*!A) - "SIM" THEN r)«(9> - 

"000" 
780 FOR A = 1 TO I:A»(A.3) = Pi ( 

A) + D«(A}: IF A s y Tt£M NEXT 



790 IF A < > I + I THEN HTAB 3 

3: VTAE A *■ 3: PRINT D» (A> : NEX 

T 

800 IF D«!a) < D«t7) THEN 670 

810 EOTD 850 
B20 B = 9: GOTO 150 

B30 VTAB 22: PRINT "SftIR DO PRDB 
RAMA ? rs/N]:"!: GET A* 

B40 IF A« = "S" THEN TEXT : HOME 

; END 
850 VTAB 15: CALL - 959! GDTD 9 

30 
860 E = PEEK C222) 
870 IF e = 235 THEN HOME : B--s 1 

l: GOTO 130 
S80 IF e =: 234 OR E = 16 THEN GOTO 

850 
B90 IF E = 6 THEN VTAB 22: CALL 

- 959; PRINT "ARQUIVD INEXI 
BTENTE " 

900 IF E - 13 THEN VTAB 22: CALL 

- 958: PRINT "AROUIVO EBRAO 

■• 

910 PRINT "taUALOUER TECLfl]:'-|: CAL 
L 

- 756: GOTO 850 

920 HONE : PRINT : FOR A » 1 TO 

C: PRINT TAB( 4>fl". "A»(A,V 

) : NEKT 
930 HTAB 1: VTAE B:V « B - 3: INVER 
SE 

: PRINT TAfl{ 4>Y". "A«<V,V) 

i: PRINT TAB( 39): NORMAL : 
HTAB 1 
940 POKE - 16368,0: WAIT - 163 

84, 128 
950 6 - PEEK ( - 163B4) - 128 
960 F ■= B: POKE - 16368,0 
970 IF G = Q THEN B = B - 1:B - 

B-,+ C * CB < 41 
990 IF G - 21 THEN 9 = B + l:B = 

B-C» (B>C + 31 
990 IF 40 < G AND G < <49 + C) THEN 

B = e - 43 
1000 IF e = 13 AND V =• 1 THEN ON 

Y aOTO 170,160,200,220,280,6 
10,470.830 

1010 IF G = 13 AND V - 2 THEN ON 

Y GOTO 290,300,320.340,390,4 
10 

1020 IF G - 13 AND V - 3 Th4EN ON 

Y GOTO 820,650,630,650,650,6 
50,670,670,700 

1030 HTAB 1: VTAE F:Y - F - 3: PRIN 
T 

TflBC 4)Y". "A«(Y,V)!: PRINT 

TAB(' 39) : GOTO 930 
1040 REM VERSAO 6.eC - 0B/e7 



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ZX SPECTRUM 



Trace 



Francisco A. T. Callou de Freitas 



Desenvolvido para equipamentos da Itnha ZX Spectrum 
.(TK90X c TK95) e esciilo em Linguagem de Mdquina, Trace i 
dedicado especialmente para programadores que gostem de As- 
sembler, e que, vez por outra, encontiem problemas ao rodar 
suas rotinas. 

Creio que, uma vez que a Lei de Murphy esM sempre pre- 
sente diante de n6s, pobres usuirios, devemos evitar ao miximo 
OS problemas que podem ocorrer quando se executa uma roti- 
na pela primeira vez. O motive pelo qual escrevi o programa 
foi justamente para testar uma rotlna, e dessa forma ete tern 
piovadoserbastante eficaz. 

£ clam que existem certas restri95es, pois foi necessirio 
fazer a rotina o mais curto possivel, procurdtido preservar 
registers, e deixar o programa que estii sendo estudado rodar 
normalniente. Este Trace, produzido inicialmente paraum ZX 
Spectrum com 48 Kb, pode, de conformidade com as necessi- 
dades do usuirio, ser utilizado em outros computadores que 
Mtilizem o micropTOcessador Z-80. 

Embora possua o nome de uma instrufSo adaptada ao brasi- 
leiro TK90X, ele pouco tern de semelhante com a megma, Nes- 
se tipo de micro, a instrufSo "TRACE" mostra, enquanto o 
programa BASIC estd sendo executado, o ni^ero da linha. £ 
de diffcil observa^ao, uma vez que ele vai preenchendo a tela 
da esquerda para a diieita e de cima para baixo, muitas vezes 
mantendo a mesma cor do PAPER. 



6S 1 1 6 




B0 


5C 


El 


E5 


F5 


CS 


D5 


6^12A 


3A 


81 


5C 


3C 


'Tf"! 


31 


5C 


FE 


i>5 1 32 


J6 


20 


0B 


11 


IC 


40 


ED 


S3 


65140 


13 


FF 


f\f 


32 


Bi 


5C 


ED 


5B 


6514S 


13 


FF 


7C 


IF 


IF 


IF 


IF 


CD 


651S6 


B9 


FE 


13 


7C 


CD 


B9 


FE 


1 Z 


651&4 


7D 


IF 


IF 


IF 


IF 


CD 


B9 


FE 


65172 


13 


7D 


CD 


B9 


FE 


2A 


;13 


FF 


65180 


CB 


IC 


CE 


IC 


CB 


IC 


01 


20 


65168 


00 


ED 


4A 


CB 


14 


CB 


14 


CB 


65196 


14 


22 


13 


FF 


Dl 


CI 


Fl 


2A 


6S2Ki4 


B& 


5C 


C3 


38 


00 


E6 


0F 


87 


65212 


E5 


21 


D7 


FE 


06 


00 


4F 


09 


65220 


46 


23 


4E 


C5 


El 


06 


08 


7E 


6522a 


12 


23 


14 


10 


FA 


7A 


D6 


0a 


65236 


57 


El 


C9 


3D 


B0 


3D 


88 


3D 


65244 


90 


3D 


98 


3D 


A0 


3D 


A3 


3D 


65252 


B0 


3D 


BO 


3D 


C0 


3D 


CS 


3E 


65260 


0S 


3E 


10 


3E 


18 


3E 


2'2i 


3E 


65268 


29 


3E 


30 


21 


IC 


40 


22 


13 


65276 


FF 


13 


02 


5C 


FE 


AF 


32 


81 


65284 


5C 


3E 


FE 


ED 


47 


ED 


5E 


C9 


65292 


ED 


56 


DB 


02 


DB 


02 


4D 


00 


65300 


0E 


00 


00 


00 


00 


00 


00 


00 



restri^Oes 

Este Trace, como disse, i bastante diferente, pois mostra 
nao D numero da linha, mas o endere^o da instru93o, em cor 
contrastada com o PAPER, do lado direito da tela, enquanto 
as instrufQes em c6digo de miquina sSo executadas. Al(Sm dis- 
so, OS enderef OS sSo mostrados em hexadecimal e n3o em deci- 
mal. 

Das restrigoes, a primeira i a mais 6bvia: nio se pode execu- 
tar rotinas que estejam no endere^o 65116 em diante, jd que 
nesta &ea esti a rotina "TRACE". Outra restri^So ^ que, caso 
a rotina que voce quise'r debugar possua instru^Oes que desar- 
mem os interrupts, o programa nSo irfi funcionar. Voc£ deveri 
mudd-laSj ao menos para o teste. Reflro-me principalmente 4s 
instm^Oes DI e EI do Z-80. 

Devo avisar ainda que o 7>ace nao Ihe mostrard todos os en- 
dere^os das instru^Oes jd que se isso acontecesse, a visualizat^So 
seria muito diffcil. Todos sabem que a velocidade do Assem- 
bler 6 muito grande. Assim, ele mostrard o endere9o executado 
"apenas" a cada 1/60 de segundo. 

Para se possuir esta boa ferramenta, carregue o BUG90 (ou 
urn outro montador Assembler do mesmo tipo) e de entrada 
aos cddigos da listagem. Em seguida, salve-o com a instru9ao 
SAVE "TRACE" CODE 65116, 184. Depois, limpe totalmen 
te a mem6ria do computador, desligando-o e ligando novamen- 
te, ou executando um RANDOMIZE USR 0. Digite entao o 
seguinte carregador (para fita cassete): 

10 CLEAR 65DO0:LOAD "" CODE 

ZD RANDWIICE \1SR 65271 

5» voce i uBi feliz poaauidor de drive (C.A.S. DOS}: 

10 CLEAR 65000: RANDOMIZE USR 15363 : BEHiLOAD "TRACE" CODE 

20 RANDOMISE USR 65Z71 

E. CABct voce sGJa usuario de micro drives: 

10 CLEAR 650OO:LOAD •■■l!l";l! •T«ACE" CODE 

20 RAHDOMIZE USB 65271 

Em qualquer um dos casos acima, salve o BASIC com 
SAVE.. .LINE 10, para auto-execu^ao. Ap6s isso feito, carre- 
gue o cfidigo (nao esquecendo do CLEAR), e salve-o de acordo 
com sistema que pcKsui. 

O programa, depois de carregado, ativard o Trace. Voce en- 
tSo ird observar os endere^os impressos no display, na parte di- 
reita. Note que os endere^os vistos slo normalmente da ROM , 
principalmente das rotinas de KEYSCAN. E esti pronto. Basta 
agora canegai seu programa em c6digo de m^quina, e observar 
sua execufSo enquanto o Trace mostra o rastreamento do mes- 
mo. 

Espero que esta rotina seja bastante Otil. Pelo menos para 
mim ela foi e esti sendo! 



Francisco A, T. CaUou de Fraitas 4 T4cnieo am Ehtrbnica Digital » Pro- 
grBmatfar de BASfC a Assamblar-dO, apmndando atualmanta FORTH. 



Tract 



40 







MSX 



Printer 



Adriano Freitas Silva 



Printer e um pequeno programa que 
serve de liga^ao entre o MSX-WORD (ou 
TASSWORD) e o GRAPHOS III. E isso 
mesmo: ele permite que voc6 imprima 
textos escritos no MSX-WORD com le- 
tras de alfabetos criados no GRAPHOS 

m. 

COMOUTILIZAR 

Depois de digitado, rode o programa 
e ele Ihe perguntari qual o nome do al- 
fabeto a ser utilizado (nab € necessdrio 
digitar a extensSo). Em seguida, ele Ihe 
perguntard qual a largura das letras; vo- 
ce deveid responder com qualquer nii- 
mero entre um e oito (caso o niimero di- 
gitado esteja fora destes paramelros, se- 
xi assumido o valor oito). Esta op^So foi 
introduzida visando a modificar a quan- 
tidade de caracteres impresses em uma 
linha, podendo ate simular o mode com- 
prido. 

Logo apos, o programa perguntara o 
nome do texto a ser impresso. Digite-o e 
aguarde alguns segundos^ micro Ihe pe- 
dira para pressionar ENTER, os caracte- 
res serao redefinidos e o texto comegar^ 
a ser impresso. Logicamente, por estar 



sendo utilizado o modo gr^fico, a im- 
pressao seri bem lenta, mas de qualquer 
forma o programa 6 6til para se fazer 
originais, que depois poderSo ser xero- 
cados. 

Caso ocorra algum erro na leitura ou 
impressao, ou caso voce tenha fomecido 
nome errado para algum arquivo, o pro- 
grama se reiniciard. 

OBSERVAgOES 

Ac passar o meu MSX-WORD de fita 
para disco, adotei a extensffo ".MWD", 
mas, caso voce deseje utUizar outro tipo 
de extensao, basta modificai a linha 12 
do programa, para que tudo funcione 
normalmente. O alfabeto e o texto a ser 
impresso devem estar gravados no mes- 
mo disquete. 



Adriano Frmtas Silva estuda no Cantro Educa- 
cional UniSo, em Friburgo, a conhece as lin- 
guagens BASIC, Logo, LISP, FORTH, Assem- 
bler, Pascal a MUMPS. 



1 SCREENB,, , ,l:tgiDTH40:KEVOFF 

2 CLEAR 200e>:CLS 

3 ON ERROR GaT022 

fl PRINT STRIMG»C40,43>r'l MSX-WDRD PRIN 
TER VERSAD l.l^Dcz 19B7 I I" iSTRIMB* (36, 
45U"M CflB SD*tH(H-(t, inovando seiiore 
! ! ; i " f 

5 PRINTETRING* (40,43! 
b PRINT 

7 PRINT"DlgitB o nono do BUmbBto ( .ALF 
) : " ( : L INE mPUTAL* ! IFAL<-" "THENa 
S PRINT"Di9i. to ti niuii»ro da ecoacanirnto 
H:"I :LtNEINPL/TNU>:NlJ"^ALCNU«)l IFN1J< lORN 
U>STHENNU-e 

9 PRINT"Digit> o nona do tm*ta (.MUD) 
:"i :LiNeiNPuTT)(t:iFrx«H""Th«f4"9 

lU PRINT:PRINTSPC<li)["ABUflRDE":LDC«TE» 
,15 

11 BLOADALtf.ALF" 

12 DPeftTX**".MWD-FOPIhlPUTAS#l 

13 PRIMTiPRlNT" PREPARE fl IMPRESSORA 
E TECLE ewTER" 

14 IFIMKeY«<>CHR«(13)rHeN14 

1 5 F0RF-!,H'?2«eT0t.H99FF : VPOKE ( BASE ( 2 ) *■( F 
-(cH9Ta0)l .PEEKIFI :NEKT 

16 IFEDPt 1 t THENSfl 
IT I(iiPUT»l,fl9« 

la S0BUB23 

I? SOTOlii 

28 PPINT-DUTRft COPIfl ?"( ; R*=INPL)T*I11 : 1 

Fft«""9"DRB«=-B"THEN close: LOCATEB, 15: GO 

T012 

■3X CLOSE: RUKI 

22 CLSrCLOBEIRUN 

^Z IFES'0THEhCe<-g 

24 IFfl9*-""THENLPRINT:RETLJRN 

25 DINC:9«12,e> 



26 DIMI9(490I 

27 FORF'?-2TOLEN(P?»I 

28 CA«-niD«(«*'»,F'?, 1) 

29 CA-ASClCAai : IFCA<-""OR (Cn>4iHC«l AND 
CA'ISrHDFlTHENni 

30 IFCA»=CHR»t32JTHeNLPRlNT" "lIQaTOai 

31 1FCA-1THEN6DSUB34 

32 EN-BflSE(2)*(BHiCAJ 

33 CO-1 

34 F0F«N"eMT0EN*7 

33 BOSUBBSlC^Sll.COl-rWI 

36 CD-CO+1 

37 NEXTEN 

38 FQftG9-lTDa 

39 FORT9-1T08 

40 C9« 12, G9)-C<?« (2, IWl +I1ID« (C9»( I, T9) , S 
9.1) 

41 NEKTT? 

42 NEXTQ9 

43 LPHINTCHR«<27)"K"CHR»(ES)|CHR«<fl)l 

44 F0RC2-1T0ES:LPR1NTCHR«(VAL<"&B"*C9«1 
2,C2>) Jl 

45 NEXTC2 

46 FDRT9"1T02 

47 F0RE9-IT09 
4Q C9«(T9,S9)="" 

49 MEKTS9 

50 NEXTT9 

51 NEXTF9 

=J LPRINTCHR»113):eRASEI9,C9«:RETURN 

53 N9«-RIGHT«l"<ia««Ba0a"+BIN«iVPEEK(ENl 
) ,8) :RETL1RN 

54 cA*-'Mic*(A9f,F9, i) 4-MioacA9a,F9't-i ,1} ; 

F9nF9+ 1 : FORX9-65TO90 

55 KQ*-CHR*(lt«CMR«l!19> 

56 IFCA«-)(9«THENCA-«9-64:RETURI'J 
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compativeis com o 2X81, este adventu- 
re foi escrito em BASIC, e constitui-se 
em um jogo de a^ao, onde o Agente 
K85 estard nas galenas de uma base de 
misseis desativada. Contudo, o compu- 
tador que controla o centre de lan^a- 
mentos ainda esti funcionando. 

Sua miss3o 6, atrav^s de seu TK85, 
orientar o Agente K85 para que chegue 
ao Santuario, encontre o computador 
que controla OS misseis e o desative. 
Para isto, o Agente teri que vasculhar 
sala per sala, e achar dois objetos, sem 



OS quais sera impossivel conclulr a mis- 
s2o: 

• O cartao magnetico — que abrira a 
porta da sala, onde se encontra o 
Santuario ; e 

• O cartao numerado - cujo numero i 
o c6digo de acesso ao Santuario. 

O Agente K85 serd representado por 

(HI (inverso). Para orienti-lo, digiteN 

(Norte); S (Sul); L (Leste); e O (Oeste). 

E para vasculhar as salas, dirija-o at^ 
a porta (H (inverso) ou U] "sala do 
Santuario*', e preste aten^So as mensa- 



gens. O mesmo ocorre para se passar de 
um nivel a outro. A porta do elevador 6 
representada por ^ (inverso) ou El , 
de acordo com o nivel em que esteja. E 
lembre-se: a vida do Agente K85 estard 
em suas mSos. Preste muita atenf^o ao 
tempo, e conte com a sorte para os inii- 
meros obstdculos que irSo surpreende- 
lo. 



Rog6rio Campos Germano 6 Desenhista Indus- 
trial € Programador em BASIC, em equipa- 
mentos das linhas Sinclair, Apple e TRS-80. 



S Fqs 

la _rr fis^" 

15 ..ET OS-" 

aa urr ch.j 

38 LET PQ'E 

35 LET M.l 

4.0 LET S=e 

4.5 LET C=16 

se ^CT -■ -i' 
SE ;.ET a^s 

EC LET B=? 
&g LET U=3 
7a LET PaB 

ee i-ET T^itsT 

BE. IF T>7a 0'^ 

a 

IBS POP ______ 

110 PBIffT BT B,l;-"";OT 1,1, I 

,fiT 1J,1, ■■■■■, AT 15,l;-l''im- 17,1 

■■■',flT 20,1, ■■■";nT =1.1; "W' 

115 UEVT i 

130 FOR 1:1 TO se 

125 PRINT fiT I,o,"|-;fiT I.l, '■" 
;PT 1,30 "■".flT 1.31, ■■ !■■ 

130 fJEXT I 

136 PPI!<T RT a, a, 'T". TAB 31.'^'- 
:AT il.a; ■1'',TC1B 31, "J- 

lie FDC 1=3 TO 6 

lis CRIWT QT l,3.os;THB 9jO«,Tfl 
B 1B,0»,TH6 E*, i» 

15B MC'T I 

lEE rap :=e tc ji 

160 PRISIT OT l,3,i)*:TaE 0;0»;TO 

B ig,ot;TFiB a, it 

165 HEXT 1 

170 FOR !■£ TO 12 

17S PftlMT F|T 1,15; 'I r 

ISQ NEXT 1 

135 PCIWT OT 4.,7:CHRB 14.S;TFlB i 
3,CHB« 14.3]HT 6,12;CHfi:S liS^TRB 
27,CMP( Its. ST ?.1S; 

190 PRINT HT 6.;5:"^:fiT 7,15. 

"■". BT a. IS, '^' 

195 PniHT FIT S.i.CHR* liS-TAE a 
1. CHB* 14.3. BT 1B.13.CMR» LJS : TOE 
aa CHR* 141 

EBfl POINT AT 11 .s; TEMPO. Ben 
EBGiB. ■ ;frr i5.ee, ■ 

£05 PRIriT PT 16 ,S;'NIUEL. BSPLfi 
MENSflGEM.I '■; 

BT ig,s."| 

S15 5L0U 

E£0 PftlNT fl-r 14. a. T 

£E5 FOE '^la TO 5-7 

538 P^OT Y , * 

535 NEXT ' 

EiO PRINT RT lO.a.rj.TflD 17,5 

£45 PRINT OT 0,B,Bl.flT fl.8, ■ ■■ 

£56 PRINT OT 10,12, 'QUE DIRECflO 

CEyO";fiT 19, 12, ■■TOflOn ■? iN S L 

01 ■■ 

SSE LET a-flKlf4KEYS."S"t - IINKEV 
t = -tt"> 

Se,0 LET B3DHINKEY»:"L"j - lIHUeV 
»-■■□■ I 

265 PRJMT FIT F1,B. 

S7B LET B=PEEK 1639S+S56«PEE'' 1 
6399 

£75 IF PEEK P=ia8 

£80 IF PEEK P=13e 

£65 IF PEEK P=14.a 

aOO IF PEEK P>117 

305 IF PEEK C^lil 


300 IF PEEK 0=113 

305 IF PEEK P=1BB 

300 ir PEEK EiS THEN SCTO 03B 

307 ir PEEK P»3 THEN EDTO 0»B 

308 ir PEEK p!^131 TMEW GOTO BSB 

309 IF PEEK P=133 THEM ODTD BBS 
35B LET D=fi 



HEN GOTO EBB 
HEM GOTO SS5 
nEN GOTO 700 
HEM GOTO 73 S 

HEM GOTO sea 



333 LET C-IMT rRMD*a9l»l 

360 ir ca OR c=i4 or C-16 Ofi L 
|E9 THEN GOTO 355 

aeS IF fl=D AND B=C THEN GOTO IB 
« 

073 GOTO 24-S 

375 LET R^£ 

3Be i-ET B-S 

SSE iDTD StS 

aae LET E=E-1 

IBS G050B 575 

lie ir EiB TMEN GOTO 7B4.S 

lis PRI(4T HT 19jl£, rul dTftCPUO 

FOB UM'.BT 19, 12; "MUTPNTE. . ." 

4£0 FOP 1:1 TO O 

425 PRINT RT fl.B, ' " , BT fl,B;"*" 

43B NEXT I 

43S LET Y=r-1 

440 UHPLOT V ,x 

4.4S GosuB see 

ISO COSUS 7Ea 
4.55 GOTO a*S 
SBB LET 5=5+1 
5B5 CHI1T HT O , B; CHOf 130 
310 PHINT BT 16,17,3 
312 GOBlJO B'S 

515 LET 5B = ItJT (RNC.*SI4-1 
550 IF 5fl(l OR SB>7 THEN GOTO 5 
IB 
E£E SOSLIB k.'BL 'SBtlOOB" 
530 505UB 575 
535 k-ET T=T-£ 
SIO GOJUB 755 

55S IF B=7 OB B=13 OR B>S2 THEN 
LET 8:8+1 

550 LET B:finfl=01 - ia=a) 
5Se SOTO 545 
5S5 FOR 1^1 ■'Q 5B 
570 NES<T I 
S7S POINT BT 18,12;" 
■■;flT 19,12;" 

500 RETUBN 

600 GDSue 57E 

BOB OOINT BT Q.B;CHP« ISS 

OEB ir B=l TMEN LET B=B+1 

5E5 IF B:13 TMEH LET fl=fl-l 

650 IF 8=1 TMEN LET B:B+1 

635 IF 8=30 TMCN LET 0=0-1 

640 LET T'T-5 

eiE GOSUB 7S5 

650 GOTO 215 

ess G03UB S7B 

650 POINT BT a,B,CMB« 136 

SOS IF B=3 OB 0=C THEN LET B^fl- 
1 

670 IF B=; DC Bill TMEK LET 0:rB 
+ 1 

675 IF 8=3 OR B=9 OB E=1S OB E= 
£4 TMEN LET 8=8-1 

ese IF B-7 OR DilS OR B=Si OR C 
iSe TMEN LET B=B+1 

6BS LET T-T-5 

63B GOSUe 7SS 

695 GOTO 245 

700 LCT N:£ 

71B PRINT BT B , B , " ' , HT a,B+l,C 
MP» 147, 

713 LET B-1^ 

73a GOSUB 750 

7aS PRINT BT l5,a;N 

-30 GOTO 245 
~35 LE"r N = l 

740 POINT PT P , B, ■■ 
IRS 140, 

7 4S GOTO 7B0 
7S0 LET T=T-1 

7B5 IF T.IB TMEN PRINT BT 14,6, 
'■0":T 

760 if t>^10 then print rt 14, o 
-.r 

765 IF T=:0 THEN GOTO 7030 
770 BETUPH 
77s GOSUB 575 

760 PRINT PT 10,IS-"EU JB*ESTJ"J 
E HQUI," 



■■;bt o,-b-i,: 



.BT 0,B; iMt 



765 FOB 1=1 Tu 6 
790 PBIMT PT H , B 
I 15B 

79S :F R=1 TMEN LET B=B+1 

BOO IF S'6 TMEN LET fl=S*l 

BOB :r H-S TMEH LET fl'^fl-1 

eie IF B-10 THEM LET E-B+1 

aiS LET T^T-5 

aao G03UB 755 
aas GOTO 215 

830 OfiltJT BT fl,B,Cf1B» S 

035 HOT,:! aOv 

64-0 PniMT ST B,B,CMR« 3 

BIS GOTO BBS 

BE0 PRINT BT B,B,CHR» 131 

SES GOTO BEE 

B60 PRINT BT B.BJCMRI 130 

86B IF B^15 THEN LET B=14 

see IF E=16 THEN LET B=17 

S7E [P B.16 THEN LET B=17 

67= GOTO 245 
1000 LET U=U+1 
1093 PHIMT RT 18. 1£, FUI CONTBMI 

NflDO" AT 13.1E. -pon ytPut..." 

10ie IF 'J^S THEN GOTO lOSS 

1015 S050B 565 

1020 HETORtJ 

1025 G050B 565 

1030 PRINT RT IB , !£, ■'OINrO MUITO 
. NHD";BT 19,1C, -PDSSO PRQS5EG0I 
P. ■ 

103S COSUB 565 

1040 GDSUB 7000 

50 PRINT fiT 6,S. 



820 PPIHT BT 1,7:'MJMBN0 ELIMIN 
70a5 RETURN 

7030 GOSUB 7aoe 

7035 PCIUT BT 5 3. "S 

■ ■ - - S. 




PRINT Bl 



10.7. 



IF INKEV*="" THEM GOTO 106S 
1078 LET OJ-ItlKEYI 
1075 IF 0»i"N" Thin STOP 

leoe IF an>"b" tmek sqto iobb 
le!D^ :l? 
lege Duw 

EBeO SOTO 11000 

3000 IF 0(1:1 TMEN GOTO 515 

3005 PRINT BT 16,1E, "ENCONTBEI 

CHRTnO';FIT 19,1£; ■MBS"ETlCa, ■■ 
3010 GOaUD 565 
OOIS LET CH-1 

3oao PETunw 

4000 IF CM '8 AND iJyS THEN GOTO 
515 _ 

4005 PRINT BT 16,12 "NflO Mf MRO 

a aot.t. ■■ 

J-eiB GOSOS B3S0 

lOlE LET Ci9 

4015 FOB 1 = 1 TO 6 

40SO P RINT BT 2,12. ■BTENC-flC- . at 

2,12; ■a 



SOTO 1055 
SC30B 700B 
PRINT QT 6 S. 



G05JB 575 

SOBS IF OM-0 TMCN jOTO SSBB 

aaia print pit is,is,"o cdmputooo 
c PEDe";BT ie.i2;"n benmb," 

6015 INPUT Z 

BOEe S06UB 565 

B025 IF Z.'U TMEN SOTO 0200 

0O30 PRINT BT JB,1E; "OK. . .TRRN5M 

1SE.ro ■ , BT ig , 12. ■'CONCeCHC>R. " 

8035 GaauB 565 

8040 SOSUB 0320 -a^^r^^^ni^^ 

S360 FDR 1^1 TO 10 

B06E POINT BT 4.6,"HI55EI5 DE:flT 

TUQ&D5 ' 

6078 P OIhTT fiT 4.6; "I^^Ba^^^^ 

NOT I 
6073 GOTO 1055 

6000 GOTQ ?aao 

3200 PBINT AT Ifl , IP , "NflO PDSSO E 

NTBac,",HT 19,12, "NRo TENMO ca 

RTflO . " 

SE02 SO^UB 565 

as 05 GD60B 7000 

BBia PRINT OT S . 2 ; ' 



SStS GOTO 1055 

BESa PBINT BT 16 . 12 , "OM . . MflO 
CE EPROU , RT J9, la, ■ . . . 
8£50 eaSLJO S65 

B25B FOR IiS TQ 12 

aa65 PHINT BT I. I , -^^^^^^M 




S>7S PBINT fiT E . a , ■ 



BEeO FOP I-l TO 10 

BSSS POrNT QT 4,4;' 
MR DE DEFE5B 

PBINT PT 4,4,- 



aTljBSO ?.T-".TF 




4025 nE5(T 
40;30 PRINT BT 

^am , AT e e, 
ST, BT 6. 12 
1035 LET c=c-i 

1040 IF C=0 TMEN GOTO 4055 

1045 PRINT FIT D, IE, C 

4050 GOTO 4035 

iOES PBIMT RT E,l£; : 

lOSS GOEUB 7000 

1.1860 PBINT BT 8.2; 



1005 GOTO iaS5 

seoe GOTO looo 

SOOO IF Pit TMEH GOTO S15 
500S LE' UilNT IRND+51+1 

5010 LET U = INT lUtsoeei 

SOIB PRINT BT 16.12, ■CNCONTREI L 
n PBOEL-.RT 19,12, ■COM NUMERO 

■■ . U 

sasa GosuE ESS 

5055 LET C:l 

0030 CETUOiU 

7000 TOO I:B TO IE 

rNT BT ; . e, ^ 



NE"T 

eso^p^^^^^; 4. . ■ 
sa^ffiBfD^oS 

3315 PRINT BT £ . 2 , ■ 



S33S RETURM __ 

B3ia 3flVE "SBNTUHBIB' 
6315 fq;t 



BT « gTVHMTI 

555_EEINflBr 9,3^"W.li|ll ■ 1 1 



iTiTi'm 




III / ''■'' 



PRItit"Rt 11,3, "Ul II I I I 

" — ,sT"ev BOGCDi 



m'--' 



S3£5 ELDU 
B370 FDR I- 
B375 NEXT I 
O3oe CL3 
3365 PUN 



Santuario 



42 




Livros 



PIMENTEL. H. G. MSX BASIC - 

guia de reftrSncia. Editora 

Campus. 

Escritc por brasileiros, psfa- 
usudrios de m^uinas nacionais, a 
Editors Campus tanca no mercado 
editorial a S^rie Quia de referSn- 
aas. E fieste exemplar, podemos 
encuntiar informapSes de que o 
l«itor necessita para desenvolver 
programas. fazando um melhor 
u«o do seu equipamento de pa- 
drSo MSX. 

DeclaracSes e comandos do 
MSX-BASIC; FunqiSes; C^lculo de 
fungOes derivadas: C6digo e men- 
lagsns de erro; C6digo de cores; 
Operadores e caractares especiaii; 
Tecias de fungffo; Comandos das 
macrolinguagsns musical e grdfica; 
e Regisiradores e valores para o 
comsndo SOUND fi3o alguns do9 
eapftulos ancontrados nette livro. 

MILLER, J. Dominando o 
TK90X B TK95. Llvros T*cni- 
cos e Cientfficos Editora. 
Traduzido por Jaime Teixaira 
Filho, Dominando o TK90X e 
TK95 tern como ob)etivo princi- 
pal enjinar programapSo na lin- 
guagem BASIC nesses microcom- 
putadores para iniciantes, poden- 
do ainds ser utilizado no ensino 
do primeiro e segundo graus. 



O livro terd um melhor apro- 
veitamsnto caso se tenha um des- 
S8S aquipamentos A rrSo, sendo 
racomendado tambdm que os pro- 
gramas-exemplo sejam neles digi- 
tados. E como reforpo ao aprendi- 
zado, cada conceit© de programa- 
q3o 6 explicado da forma detalha- 
da e acompanhado de modelo de 
aplica^o. 

DA SILVEfRA, M. E. dBase lit 

Plus Interativo ~ manual b4si- 

CO de referSncia. Cidncia Mo- 

derna Computagiio. 

Indicado para jSL^rJos qua ne- 

csssitam de facilidade para mani- 

pulagio de dados, rapidez no aces- 

so hi informa<:6es, rscur^os de in- 

tera^So com o sistema operacio- 

nal e compatibilidada com v^rios 

equipamentos, dBase III Plus Inre- 

rativo — manual bdsico de refer§n- 

cia BsiA divldtdo em duas partes, 

sendo que a primeira 6 integrada 

por oito ap^ndices. 

Ao longo das 225 p^ginas, sic 
mostrados e descrito$ os coman- 
dos e fun^Ses do dBase III Plus — 
podsrosa lir>gusgem de programa- 
pdb apropriada para o gerencia- 
mento de banco de dados — , em 
ordem alfab^tica, com exemplos e 
informagSes nacessdrios para uma 
melhor utilizaf^o. Indies pamii- 



te rapida localizagffo de coman- 
dos/ funpfies. 

SMITH, J. T. IBM-PC/AT- guia 
de programapSo. Livros T6cni- 
cose Cientfficos Editors. 
Tudo o que voce deue saber para 
melhor controlar o computador 
IBM-PC/AT esta aqui, nesta pre- 
sente obra, pois nala o Isitor po- 
derd encontrar extensa informa- 
(So sobre o DOS 3.0, o Intel 
B0286 e o PC/AT BIOS, dando- 
Ihe assim ferramentas necess^rlas 
para uma programa^ffo eficiente. 
TambSm ^ incluTda uma des- 
cripSo detalhada da famllia de mi- 
crocomputadores passoais, e de 
corrK) eles diferem do AT e da 
famllia 80B6. Como novidade, o 
livro ainda apresenta todas as no- 
vas caracterlsticas disponfvets 



apenas no AT e como u»d-las efi- 
cientemente. 

LIVHOSRECEBIDOS 

• Editora McGriw-Hitl - Lin- 
guagem C - guia do operador; PC- 
DOS Sl US-DOS - guia do usud- 
rio; Open Access - gerenciador de 
referenda; SuperCalc — guia do 
usuSrio; SOX - conceitos biaicos; 
Automa^ao de escrit6rioi; 

• Editora Campui — Como cons- 
truir um programa; Apple - ma- 
nual do programedor; MSX — 
usando os melhoras splicativos 
Ivol. 1 1 ); livro de respostas; Mul- 
tiplan; Programapao em BASIC; 
Eletronica digital; Andlisee proje- 
lo BBtruturado de sistemas; PC As- 
Esmbler usando BIOS; 

• Editora GuanobarB - Progrs- 
maqao estruturada de compu- 
tadores - BASIC estruturado: 



ENDEREQOS DAS EDITORAS 



CiAncia Mode ma Computa^So 

Ltda. - Av. Rio Branco, 156 
- loja SS 127 (lubsolo), Rio 
de Janeiro, RJ - CEP 20G43, 
tel.: (021) 262-5723; 
Livros Tficnicot e CJantfficos 
Editora S.A. - Rua Viaira 



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Editora Campus Ltda. — Rua 

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que nessa fita podem sercolocodos 30 programas para CP-dOO e 20 

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Caso deseje que sejam divldldos os programas em vafias fitos, nos 

inform© o numero de fitos, 

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[p 



v1 



<^4^ 



/ 






LINHA CRUZADA 



A invasao dos mutantes 



.LMo. 



Talvez voc6 sej'a uma dessas passoas que 
ainda oSo perceberam a presence de es- 
tranhas criaturas pelas proximidades. 
Sendo assim, 6 melhor qu« vocfl preste bastan- 
te stBiM^o e apurs seus sentjdos, pais caso 
contr^rio algo de muito astranho poderd Iha 
acontecar. 

As criaturas a que me refiro possuem um 
aspecto bem priximo do humano, pordm dei- 
xam perceber algumas caracterfsticas nitida- 
mente alienfgenas. Outro dia mesmo. umade- 
las SB aproximou de mim em passos tropegos 
etentou entabular uma conversa^So. 

O estranho ser tinha os olhos vidrados, da 
pupilas diminutas, com olheiras colossais. Mas 
nS'o s6 as olheiras eram imensas, as orelhas 
tamMm eram enormes. Elas eram tSo grandes 
que ca/am em dire^ao aos ombros como as ds 
um cSo vira-lata. Elas pareciam capazes de 
captar os mais estrsnhos sons. 

Ernbora sja cabala fosse de uma imobili- 
dade catat6nica, os dois braijos da "coisa" 
adaisvam em ritmo frenfitlco. Em cada mSo 
havia um estranho objetD,qijeera movida em 
todas as direpoes por tsus dados em forma de 
garras, enquanto eram simultaneamente aper- 
tados OS imansos botCes vermelhos na base 
dos objetos, 

As pernas eram fracas, atrofiadas, como se 
a criatura ficasse a maior parte do tempo sen- 
tade, sem praticar qualquer tipodeexerci'cio, 
por msis leve que fosse. Era devido a essa evi- 
dentfl fraqueza que seus passos eram incertos 
B frSgeis como os de um homam muito idoso, 
embora a "coisa" aparertasse pouca idade. 
Talvez tivesse no mdximo uns 15 anos. 

Da sua boca entreebarta ascorria uma baba 
grossa que molhava toda a extens^o dos seus 
sapatos. Devido a intense umidada dos seus 
pis, o rastro da "coisa" podia ser djvisado a 
quildmetros de distSncia. 

Eu observava todos estes datalhes a tenta- 
va entendar como era possfvel que v^rias pes- 
seas cruzassem conosco sem ao menos da- 
monstrar qualquer estranhaza com rela<;:So & 
figura ao meu lado. A situ8c3o sraespantosa! 
Foi Bt que eu notei um movimento con- 
vultivo dd boca da criatura. como se ela fosse 
falar. Algo "esialou" dentro de mIm; e eu li- 



ve entSo a certeza de que por mais aterrsdora 
que fosse a viScTo da "coisa", nada no mundo 
suplantaria em horror o som de sua voz. Foi 
esa constata^ao qua me tircu do estado de 
choque s langou uma incrfvel carga de adre- 
naline em meu sangue. Corril Foi uma fuga 
alucinada pelas ruas da cidade, at6 me deixar 
envolver pela certeza de que eu estava a salvo, 

Chegiiei am casa trdmuloe ofegante. Feliz- 
mente ningu^m notou o verdadeiro estado de 
espfrito em qua eu me encontra>fa. Nesta noi- 
te nao conssgui conciliar o so no e rminha man- 
te perturbada imaginou coisas aterradoras. 

Meu f ilho 6 um rapaz de 1 4 anos, que pra- 
tica v&rias asportss e. embora seja muito inte- 
ligente, sabe muito pouco sobre os perigos 
qua habitam as ruas da cidade. Mas as ruas 
exercem um estranho fascfnio nos adolescen- 
tes, Em minha Imagina^ao febril, eu via meu 
filho ser interpelado por um daqueles seres ds 
pasadelo e, bem no fundo, su tinha a certeza 
de que o mau garolo jamais conseguirie veneer 
o trauma do encontro. Alguma coisa devia ser 
faita para protegS-lo! 

Pela manha, su estava convencido de que 
devia fazer tudo □ que estivesse ao meu alcan- 
ce para msnt£-lo afastado das ruas. S6 sssim 
eu poderia evitar uma tragddia. Lembrei-me 
das queixas de um amigo sobre o fato de que 
seu filho jamais largava seu microcomputador 
e passava o tempo todo trancado em casa. 
6timo! Bastava comprar um micro para o 
meu meniro e torcer para que sla adotasse o 
mesmo comportamento. Isso o colocaria a 
salvo da perigo aferecido pelos seres alieni'ge- 
nas. 

Comprei um compuiador completo, com 
monitor colorido, acionador de disco, impres- 
sora a diver&os discos e cartuchos de jogos. pla- 
nilhas, banco: de dados, o diabol Gastei um 
bocado de dinlieiro mas estava convencido de 
que era necessdrio. 

Meu menlno ficou maravilhado e tudo 
aconteceu como eu esperava. Ele passava todo 
□ seu tempo trancado no quarto, cercado de 
POIMGs, ZOINs. THIUFs e outros rufdos es- 
tranhos, com os olhos atentos voltados para o 



monitor, controlando naves e destrulndo 
monstros espaciais. Ele t6 se inieressavs pelos 
jogos e desprezava qualquer outro tipo de pro- 
grama. Eu gastava rios de dinheiro para man- 
t6-lo abastecldo com os Oltimos tan^amentoi 
da Europa edo Jap3o. 

A medida que o tempo passava, mais eu 
me convencia do sucesso da minha estratdgia. 
A quantidade de alienfsenas andando pelas 
ruas aumentou assustadoramente e, se nffo 
fosse pelo micro, meu filho jS teria sido rapta- 
do por um daqueles adalescentes monstruo- 
sos. 

Mas hoje, um ano depois, come^am a sur- 
gir as prlmeiras dCivldas. As criatuias seriam 
mesmo alienCgeras? E sa elas fossem apenas o 
resultado de um estranho tipo de muta^lo 
que estivesse acontecendo com alguns javens? 
Digo isso por sentir que algo de muito errado 
esti acontecendo com o meu garoto . . . 

Ele passa horas e horas calado, olhando 
apatetado para o monitor. Suas pupilas astSo 
cada vez menores e as olheiras cada vez mait 
pronunciadas. De tanto ouvirZOI Ms e POI NGs, 
suas orelhas parecem ester realmente crescen- 
do. 

Seus braqoE tdm movimentoi fren^ticos a 
ele nSo larga o joystick para coisa alguma. Pi- 
ca apertardo ^surdamente o botSo dedispe- 
ro como se fosse destruir tudo & sua volta. 

Db tanto ficar sentado, suas pernas foram 
perdendo o vigor e seus passos estcTo cada vez 
mais incertos e tropegos, como as passos de 
um idoso, embora ele tenha apenas 15 anos. 
Algo de muito errado estd acontecendo e, em- 
bora eu tenha tentado fechar os olhos pars 
todas as evidAncias, devo admitir que o meu 
menino est^ realmente se modificandol 

O pior 6 o barulho que sle faz cada vez 
que anda pela casa. Seus passos produzem um 
estranho SPLASH-SPLASH, como se OS seus 
p^s estivessem muito molhados e o chSo fica 
todo marcado por manchas de aspecto repul- 
sivo. 

Meu Deus . . . Ser4 que ele ']i come^ou a 
b^ar? 



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AS ' 

50 CLEAR2ia(3,!cHD60i3:CLS: IMPUT"NOME DD ALF 

ABETQ "iA* 

60 BLOADA«.!*H440CI 

7a PDKES.HF91F, IMP<!fHAB> /S<H40: POKES<HF^20, 

: P0KE!(Hr92 1 . S(HD6 

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Itl 



:0 ' 



30 ' 



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DIREC30NE A IMPRESSAO 



Para exihir a paqina 1 de alta 
resol ucao enquanto se executa 
urn HPLOT na psgina 2: 
POKE 2361,64 

Para eD-sibir a pagina 2 enquanto 
urn HPLDT e> e>:ecutado na pagina 1: 
POKE 230.32 



CLAUDIO LUIS M. SAMPAIG - MQ 



100 clear5(?0:a»=cmr«(2&)+string«12,24) :fdr 

x=0TD10:forv=ito2:readz:n*(X)=n»(x>-^chr»(z 

* : N£XTY:N* (X ) =N$ (X) ^-A«:FDRV=lT02: READZ: N« ( 

x>=n*(X)+chr$(Z):nexty,x:CLS:INPUT"HR,mm.e 

S ";H,M, S:P0KE 16919, S:POKE16920,M:POKE1692 

i,h:cls 

110 FaRX=lT0B;PRINTe471+X«2,N»(ASC(MID*<TI 

MEt,9+X,l))--49)(:NEKTX:IFPEEK (14400) AND13R 

UMELSE110 

120 DATA151, 149, 141, 133, 170,32, 138,32, 179, 

149,141,132. 179,149,140,133,181, 149,32,133 

, 183, 145, 140, 133. 133, 145, 14!, 133, 131 , 149, 3 

2. 133, 183, 149, 141, 133, 163, 149, 140, 133, 136, 

32.130.32 

130 REM PARA ACERTAR D RELOGIO, ESTANDO 

ELE EM rUNCIONAMENTD, TECLE <ENTER> 

140 REM SE DUISER UM CRDNOMETRO DIGITAL 

PRESEIONE ■:ENTER> NO LUGfiR DA RESPDSTA 

PARA HR,MN,SS 

150 REM 

EDISON A TACAO - PR 



ZX81 



CQNTADEfl ReW»eSSll«5 

26 REM CRIE UMft LIHHB REH COM 97 
CftBAC TERES 

3H REtl 

16514 - 35 SI as rid 7C FE IB Cfl 

Efl 10 -M 9^ *8 77 01 Bt" 

03 3E IC B7 CB 27 13 FC 

W 30 02 tib fl i'l 00 IE 

89 E5 Dl 01 M e>i sn ot 

^M ?3 09 0E ^9 0i» laa lA 

CB 7F 78 a4 3(. BB IB 0^ 

3i 8li> ■2Z CE 0:f 1« Fl C5 

Bl 19 Bl£> lil9 CJ OD ^B 03 

13 la E2 3C as 21 FF 2» 



2B BC cs DZ 4« 21 s:: 4U 

76 3D 77 C3 B3 *» 34 i'S 
C* 

4C REM 

5e ftEH RDDE con RW4D USR 16515 

60 RCH 

70 REn EHDERECOS: 

16B93 tehpo da CQNTAGEM 
16567 ■ CfiftOCTEH UU lOUHtHC 
16371 - C«R«i:it.B 00 FUNUD 

B0 REM 

CLAUDIO L. JORGE - R.l 



ZX SPECTRUM 



REM 



INVERTE A TELA 



6 REM ESTA RDTINA INVERTE 

A TELA CDMPLEMENTANDO 
SEUS BYTES SEM MEXER 
NOS ATRIBUTOS. 
Igt DATA 243,33,255,23,1,0,^4,1 
0,47.2,3,43,62,255, 198,32,246, 

251,201 

20 CLEAR 47999 

30 FDR N=5ifl000 TO 500 IB 

40 READ a: POKE N, A: NEXT N 

50 REM 

DIRCEU M F LIMA - MG 



MSX 



ir 



10 ' 



CARACTERES BOLD EM SCREEN I 



20 SCREE.N1:E=8.MC0(30 

30 FOFa=E TO E+24:READA*:POKEI,VALC'8tH' 

■i-A*) :NEXT 

40 defusr=e:a^-ubr(0) - 

50 data 21,00,00,cd,4a,00,^7,cb 

60 DATA 0F,Biit, CD, 40,00,23, 3E, 07 

70 DATA EC:,20,F0,3E,FF,BD,2-0,ED,G9 



100 



FERNAO M. MAUGER -SP 



•s.*?. 



46 






iasdiGasdiGasdiGas 



TRS COUOR 



CDhPRESSDR DE PROGRANAS 
BASIC 



2 ' Ectn proqi'dfna E?litnina linhas 

REM c espacos que nao eat i v»?r(?ra 

contidOB cm declaracoes PRINT. 

Crsvc a ratina e rode-a com 

CUEAR200, 3fl>(?0»: CLQADM: EXEC 

20 CLS:FORM"30001TD30i9l:ReADA«: 

F-OKEN, VAL (■■^•:H"-tA»l :NEXT 

'*« PRlNT:PRlN"r"PREFf*RE GRAVrtDO 

R E rECLE ENTER PftRA GRftVAR" :E)(E 

CH53'/i PRINT' CRflVANDO" 

10 CSfiVtl1"U0riPRES. ■',300»I,301'7Z, 

30»lA 1 

5i3 DATA DE,17.DC,lB,34,i.,2B.A,Ai. 

.B0,^6.1C,eE,C4,6F,BD,«,B7,EC,C4 



,26.E,9E. ]D.9F.1D.9F,1F,33,6,S'3, 

lD.BD,B1,F1.39.3ei,'14,20,E0,81,20 
.26, 13.6D.BD,^,fa9.26,D6,CC,0,l 
6i? DATA 3'1, 56, BD. hi, 35,34,30, IF, 
?ei.C9,81.22,2o.HL,FA,eD,fl,52.C8. 
l,E7,8D,»,4C,2»,B9,ei,ai,2t. 12,A 
6,lt,ai,F-F,2/.AF,E4>,8D,fit,3C,CB,r 
,E7. 8D,0,3t,20.fl3,8l.a2.:27.4 
^fei DATA B!.a3,l-'fa."f ,«*.. It.Bl ,FF, 
r.','?5,EC,Ct,3a, IF, !.4,5y,A3,El,ir 
. i:^',flF,C;4,3Ci.lF.34, lA.] P. 20, A J. 6 
4. CI. 4.2*1,7,35, A. C3, 0.4, 34, t.BD. 
S,3r,.34.16.FF,75,ei,EC.Ct.:d.' 
act DftTA A,AE,C4.A.3.fc::^,ED,C'l, l^. 1 
3,20, F'?,eC,A4.A3.A.\ IF, 5,rtE.it.i^ 
6,Bef,A7,C0,9C, iD,25,Fe,DC.lD,rt3, 
=■2.00, lb.3V 

FASIO MASSAMI VAMftMnl H - SP 



zxai 



10 RtTH 

DECOMPOSICAO EM FflTOtlES 
PRIMOS 

20 REM 

10 PRINT "I^IJAL MUMERQ A SER DE 

COMPaSTQ-?" 

40 INPUT A 

50 cle; 

60 PRIPiT "NUMERD="! A 

70 FOR 1=2 TO A 

80 LET X=A/I-INT<A/I) 

90 IF X=& THEN LET A '■A/ 1 

100 IF X=0 THEN PRINT " "(I 

■ A 

110 IF X=0 THEN GOTQ id 

120 NEXT 1 

130 REM 

AGNALDO LOPES MARTINS - MG 



APPLE 



J-"" t 



10 



CONVERSAD BINARIO-DECIMAL 



20 F0RJ=768TDS16:READi°i:P0KEJ, A:NEXT 

30 POKE 1013.74,: POKE 1014.0: POKE 1015,3 

A& DATA 133,252.169,128,133,251,169,0,13 

3,250. 165,252.201.66,20S,3gf,32, 177,0,240 

,8,201,48,200,7,70,251, 144, 243, 7t,M9, 21 

7,201,47,205, 10, 165,251,24, 101,250,133,2 

50.76,25,3,76,201,222 

50 . 

Esta rotina Simula & funcao 8<B do 
MSX e Spectrum nos microB da linha 
Apple. Para usa-l^t, veja o fjwemplo: 

60 S<B00010101:PRINTPEEK<250> 

70 ^ 

FREDERICO LAMBERTI PIBBARRA - ES 



MSX 



ABRE - TELA 



Esta cJica funciona e/n SCREEN 1 



4 
5 
6 ' 

10 DATA 06. 10, C3, 11.01, IB, 06 
20 DATA 1G,DD,21, lD,ei0,C5.D5 
30 DATA DD, 19,06, i2fF,DD,E5.DS 
40 DATA E1,CD,4A,00,2S,C:D.4D 
50 DATA 00, 13, El, CD, 4A. 00, 23 
60 DATA CD,4D.00.DD,2B, 10,E8 

70 DATA 2B.3E.20,CD,4D,00.EB 
90 DATA 2Bi3E,20,CD,«D,00,Dl 

?0 DATA CI, 21, 20, 00, 19. EB, 10 

100 DATA C8,C1, 10,BF,C9 

120 FORX=&HA000Tai<HA043 : READM* : POKEX , VA 

L("&H"-t-M*) :NEXT:DEFUSR=!/HA000: A=USR(0) 

140 ' 

150 ' 

160 *: DENILSON BIQUEIRA GOMES - RJ : 

170 ' 



TRS COLOR 



LEITURA SEM ERRD 



10 CLEAR 999 

2« FORJ=0TC]r0:REflDR»:PDKE'?70tJ.V 

AL("S,H"*A*) :NE)(T 

30 CLS:EXEC770:CLS 

4ei DATA lA.5a,BE,e0.P.P7,FF.DC,A 

6.e(i!,B7,FF.DF,A7. 1F,BC.E0,«.25.F 

1,39 

50 BEADB«:BOSUBatl:lFB»-^ .■■FFFF"TH 

EM50 

60 POKEt<HF3.4:POk:E».HF4.&HC0 

70 CLS:PR1MT"LEITURA SEM ERRO AT 

iyADfl":NEW:END 

80 B=yftH"I.H"+B«) ; TFB>256THEN9l!IE 

L5EPDKEE.B:E=E+1: RETURN 

90 E=B: RETURN 



100 DATA 9D0«t,lC,AF,B6,FF, 71,84. 

F7,B7,FF,21.BE,4.C0,9F,F3.39,9Ee 

0,9F.76,9E,F3,eA,B(?t,A7,80,9F,F3, 

9E,7A,39,9F01(l.9F,7i,9E.F3.36.9F, 

A7.Ba,9F.F3,9E,7*.,39, fl4E3. 12, 17. 

fl331, 12, 12,A740,4,7E,9E,«1, A745. 7 

E,9F.0,A7E9,7E,9D.I3.FFFF 

113 ' 

Esta rotina permitEr 1 er 
'programas do cassete iriesmn 
'que #mte* rontenKam errc.. 



120 

130 

140 

150 

160 

170 

IGW 

181' 

190 

210 



'lima barra indicflra na tela 
"» pstenscio do prograffis e ■* 
'posicao aprOJiimada del errn. 



ELEDN DE SOUZfl VI ANA - SP 



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1 REM 



EFEITOS VISUAIB - II 

5 OVER i: INPUT I 
10 FGR A=0 TD B7 STEP I 
20 PLOT 0+-A-2.5,A: DRAW 255-A- 

5, A 
30 NEXT A 

40 REM 

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O mapa da mina (11) 



Na «dic5b anterior tretamm do anunto PorifSat. ProporitadornQn- 
t0 forwn omitidos doi> afpcctoi muito importantn: oi concvito* 
de wwita local a fivWto globai. O anunto 6 complmo e vou ten- 
tar axplicA-lo ao* poucos. *■ 

Quando w plen«Ja um adventure, o primeiro pono concAto para inj- 
ciar a programacSo 6 a elaborapfo do mapa. Isto nAs }d vimoi. 

Para M tcxTtar operacional um mapa, i necetaArio connruJr um tiite- 
ma da gerandamento ds posi^det. Tal liitmna nfo A complsxo 8 um mf- 
iiimo A conhacimanto de programa^fo \i 4 iu:flclente, 

Exictem duw foimsi de gererciar poalcSat a 4 al qua a eoiia w com- 
pljQB. No mAi paisadD iluitrel um procvdimento onde cada posi^ do 
Jp90 era raferenciada por uma faixa de tlnha* de prosrwna^ BASIC. A 
IIMMo S. natta axamplo, eckriwpondnia te IIi^m1060« 10S9. 

Nasi* tipo de conttruvSo, a axaoiff o do programv-H dealoca pwa a 
tree, ou linhai, onde n definiu a potipfo. £ quaw como m tel poii^o 
raalmenia exiftlne e, num dado momanto, o progiwra todo se concen- 
traMe nela. 

Ooorre qua, am taia cireunstinciat, todi a parte oparacionti do iltte- 
HTM qua 4 comum, tal como entrar a frate do Jogador, procener b or- 
dem. raconhecer o« ot^etos, etc., devard sar montada como lub-roHna. 

A grande ventaaem que results dar i que para cada posi^fo A pott f- 
. val daflnir um proccdimento atpeclal ou,comochamanmocdaquipara 
franta, um evento local. Por exampio: no nono adventure, Bmbientado 
no sampo, exiite um galpfo onde a jogador daveri entrar. O galpfc eitd 
aacuro • quando o Jogador rmla entrar dauarA dar a comando aeanda a 
4ampUd. 

O reconhecimanto deite comando §b i necetsfirio quando o jogador 
ani no galpfib. Nai outrai polices a respona do sittema poderia wr: 
iete nfo 4 naeetsirlo poh aatt claro. Agora, nipondo qua Mm do gal- 
ftSo axilla tamb6m uma cabana, entjfo toma-sa necattirfo o reconheci- 
manu do comando em dual posi^Set. O avento em quettflo panou a 
ntiitir am doii locale dictlnto* do jogo. Auoprando a lolu^, voc^ di- 
rle: tub-rptina. Corwrufmot uma lub-rotlne que reiolvB tal evento e 
onda ela for nacauAria botta utar 60SUB ou CALL. 

Mn 8f vam alguAm mail afoito a diz: se o adveniurf i bpm maemo, 
enlfo ale deverd reconhecar b« horat do dia e quando anoHwer . . . 

£ claro que ainda podemoa apelar para a sub-rotlna, portmtid uma 
Hfda mall honroea: coniiderar a eicuridSb como um evento global, ou 
leja, ala poda acontacer em qualquer parte do jogo a a maeintca da 
prtxamamento relative ao evento seri lempru a rrieama. 
, t preciK) muita cautala aqui poll a exittincis de uma poHibltidada 
nfo impltca naceauriamente num fato consumado. A rigor nfc pracl- 
ian)oa noi praocuper com todoa oi detelhei da nstureza, mat i lempre 
bom eetarmoa preparados para elai. 
' A SDlucfb do conceito cJaro/escuro poda noa auxiliar em alguns 
aapactoa mait Ifgadoa ao Jogador, taJs como Mde, fome, f rio, etc. 

Muito bem, lafmoa de um evento local para um evanto global e 
pradaamBa retotvar tambAm a parte relative h programapib. Apeear do 
tKamplp iitlllzado antenormente, ainda existirffo eventoi locale que nffa 
M' will 9n aar trantformados em eventoi globais, rtem por forv* da dacre- 
t*-M. Qaar um exompto? AquI vat: aeenda e fogla. 

Voltartdo ap problama do gerenclamento. podemoa cheger i conclu- 
•io de que hli tantoa sventos global* num jogo que ee poawtfe* acabarfti 
•e tramformando em littat da chamadas da lub-rotinai. E hore, entCo, 
de mudar o ccmcaito de gerenciamento. 

Continuamos corri a varlAvel POS indicando a poai^So atual do joga- 
dor, porfcn, BO inv4s de fozer GOTO 1000 + LIN (P(^.x)*ia. fazemoi 
PRINT IHtOtlPOSI. Perc^Mrem asutileza? 

proeeaiamanto nSo sal do lugar, ou seja, ale fica concantrado nu- 

r- ma 6nica Area, fazendo a referAncia ao local epenas pela varidval POS e 

; Invrimindo a maruagem cormpondente. Tudo qua for contiderado 

f avento global poda Hr daffnido neiTB 6na que, eutomatlcvnenta, vale- 

rA para todai aa poilcSei. 

Em aatemblar pode-ie considerar ac meniageni de descri^So das po- 
' ~H como uma Area da memfiria, epontada por uma tabala, de acor- 
om o aiquema abtixo. 



poe 


1 


poe 


2 


pea 


3 


pee 


4 



DOB 1 



poa 2 



pes 3 



POB 4 






Oa eventoi locris podam aer conitderadDS eKcecfia* do tipo IF 
POS = xTHEN... ( 

grenda pnAlama qua nirge aqui A que torna-ie muito fAcil defuilr 
um evento global «, portanto, o maior risco de falhai fica por conta da 
intarferAncia qua um tvanto pode provocar em outro. Por exerf)ph):se 
o Jogador quebra um vaio, comidaramoa que o objeio deeapareea do . 
jogo, poja ot cacpa e^ua raaultariam desta acffo s&b inaxpraaiivoa a po- ' 
dam ter deiprezadoi. Por outro lado, ae quebrarmoi um rAdio, o resul- 
tado nio poda aar o deaaparecimento do ot^to. Contlnuaramoa a .ter 
um rAdio no jogo, ad que ele nSo maia funclonarA. conceito n/ttAmt' 
quabrar pracltou ler adaptado pare eitat dues cIrcunstAnclat. 

Natta eltura do campaonato, devemoi not pnodupar tambAm com 
a quantidede de mamAria que pretendamca gaitar, pera a criapfc do 
notio adventure, a qual llnguagam efeiivamente lerA utada. 

Quando se utiliza o BMIC, a queatio toma^a crucial poll aila Itn- 1 
guagem nSo ettA epta a trabalhar com a maaea da dadoa caraeterlWioa 
das adventurai. Na verdade, um adventure A conttltubto dt 10 p(H oan- . 
to da programapffo e 00 por cento de dados e tabetaeT 

Quando se use uma matrit MSGt, dave-ie prA-daflnlr oa dadoa, at,- 
leja, criar linhas DATA ou outro proceaao lemettienle. problema i ' 
qua daita forma haverA aempre o ck^o da dadoa na mamAria: a dafini- . 
f§o nai linhas DATA a na matrlz que serA utilizada. 

Quam possul siitama de dfaeo pode cb^tomar o problema criaftdo 
um arquivo de dadoi aaparado. Quam uttlln M mtcroa S,ndeir poda da^ '^ 
finir ot dadoi diretamenta ne matrix, qua a gravaflo em ftta conliH^ i 



esses dados. 



v-.^ 



De um modo ou de outro, tiA que sa coneiderer tambAm que a mi|H' 
m6rla ditponfvel em BASIC A aempre muito menor do que aqiiala pMi 
sfvet de ser uiada em llnguagam de miqulna, por exampio, 

Isto nSo implica em que oa achantum s6 poaaam aar aeerltoa (hk .. 
ASSEMBLER, porAm este A mala um argumanto am favor da LMj O. 
programador dave ponderer bem a eecotha da llnguagem com a qkial 
vai trabalher. 

CONCLUSXO 

Vimos nestfl mis um conceito beatante Intereasante que A o ooneai- 
to de eventoi. De fato, um adventure A uma colapfo da avantea bamou 
mal resolvidos. Elai ettfc aasociados nio s6 is poil^flaa, maa tambAm 
aoi objetot. Ot eventoi constltucm a beae funcional do JOgo a ^»6>'%. 
cria(So do mapa o programador davert eieborar uma (lata dalaa. da «e^ 
do com o tema e os objetlvoa do Jogo. 

No caio do tipo d« garenciamianta a aer uaado, a parformarto* da 
cada um vai depender muito maia do grau da sofladca«iD da pnignir 
mac&i empregada. O alsteme QOTO A bom para paquenea amttttra* 
poii, le o Jogo for muito granda, o pnigfwnadar pode aaMV muif Mn*- 
ranliado de desvicM e sub-rotinae e daaatn- umj«6 rim» tHw * pf fH ae 
mente impotsfvet. " 

Por outro (ado, o geranciamenio PRINT aKt^iclavMpMlllitortimw 
poature muito meia cwKeituel em nitq§» aftlM Jvp^ M AllA^ pM 
cada avanto global dvfinido A prvcita nr canag • sonttvlg 4m diiiii 
brementoe. Um avento globel pods inteHbrlr am antra a at eewsaq M ii 
cJatacabani se tomendo deaastroiai. 

Com o sisteme PRINT A poisfval dawnvotver uma UngMapem prtf- 
pria para a criapSo de advantures e raatringlr a pragrama^ proprla- 
mente dita ao sistsma gerenclador. Delta forma, um adventure A 10 
por cento programa^Jo mjme lirtguagam, 40 por cento profp-ama^Ato 
na llnguagem eipeclflcs e 50 por cento cormituapffo. 



Oi Icitorai podam particlpar deeU ecriuna anvlaflde KMaa, opMSae, 
erltieea, etc. Para Onto, bam dastacar no envalopa Xokina Adr 
Venturas". _ «,.-